Na reunião com o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de Minas Gerais (SINCOFARMA MG),desta quinta-feira, dia 11/04, todas as propostas de reivindicações do SINFARMIG foram negadas. O sindicato patronal está inflexível nas negociações.

 

  

Entre as  principais reivindicações do  SINFARMIG estão o piso salarial de R$ 3.200,00 para jornada de 40 horas semanais, contratação de farmacêutico substituto para aqueles estabelecimentos que funcionarão nos finais de semana, reajuste salarial com ganho real, adicional para farmacêuticos que desempenham a função de diretor-técnico e aumento de 10 para 15 dias liberados para participação em atividades de capacitação profissional.

 

  

A Diretoria do SINFARMIG apresentou pesquisa sobre o desempenho do setor varejista de medicamentos em Minas Gerais que no ano de 2012, teve crescimento recorde de mais de 16% e o faturamento do mercado farmacêutico no País nunca esteve tão acelerado, situando o Brasil em quarto lugar no mundo.

 

  

A justificativa dos patrões é de que o mercado farmacêutico é o único que trabalha com preços fixados pelo governo e isso engessaria possibilidades de avanços. Entendemos que essa argumentação não tem a menor procedência e não pode ser impeditivo às negociações.

 

  

Como não houve entendimento entre as partes, o SINFARMIG convoca a categoria para assembleia no dia 16 de Abril as 18h30 na sede do SINFARMIG para discutirmos estratégias, analisarmos a contra-proposta e retomarmos as reuniões em busca de avanços.

 

  

Para que o sindicato possa vencer este desafio frente ao patronal e às políticas que privilegiam apenas o lucro e o capital, é de suma importância a sua participação.

 

 

 

 

   Participe da assembleia! Opine! Você pode contribuir!

 

A diretoria

Em debate sobre as relações de trabalho no setor público realizado, nesta terça-feira (9), pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), representantes dos servidores públicos defenderam a regulamentação da Convenção 151, da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Em questão, por exemplo, estão a organização sindical, da negociação coletiva e do direito de greve dos servidores.
O senador Paulo Paim (PT-RS), por sua vez, comprometeu-se a consolidar todos os projetos que tratam da regulamentação da Convenção 151, ouvindo também as contribuições das entidades de classe. Paim prometeu entregar um substitutivo à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
O presidente da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), João Domingos Gomes dos Santos, explicou que a Convenção 151 foi homologada pelo Brasil em 1978 e só ratificada pelo Congresso Nacional 30 anos depois, em 2008. No entanto, continuou, para que os direitos dos servidores sejam efetivados, faz-se necessária a regulamentação do texto, processo que, segundo ele, está parado desde 2010.
Consenso desfeito
O processo de regulamentação, explicou, foi reiniciado em março deste ano com a assinatura do Decreto 7.944/2013 pela presidente Dilma Rousseff. Um texto consensual entre as centrais sindicais e o governo havia sido elaborado entre 2008 e 2010, disse o presidente da CSPB.
Porém, a partir de 2010, o consenso foi desfeito e inúmeros projetos pontuais começaram a tramitar no Congresso de forma desarticulada. Só sobre direito de greve do servidor, exemplificou, “há dezenas de propostas. E não podemos ter a visão simplificada de que a convenção se reduz à questão da greve”.
Na avaliação do presidente da CAS, senador Waldemir Moka (PMDB-MS), a iniciativa de Paim, que contou com o apoio dos representantes das centrais sindicais presentes à audiência, provocará o Poder Executivo para que este envie ao Parlamento uma proposta de regulamentação da Convenção 151. Moka prometeu designá-lo relator do tema quanto este chegar à CAS.
Frente Parlamentar
Uma Frente Parlamentar mista para tratar da regulamentação da Convenção 151 poderá ser criada, por sugestão do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF). Para ele, a legislação é importante para oferecer segurança jurídica às relações de trabalho no setor público. A maioria das greves de servidores, disse, acontecem pela impossibilidade de negociação com os gestores públicos.
Na opinião do senador Jayme Campos (DEM-MT), a regulamentação depende de vontade política do Poder Executivo, uma vez que, ao chegar no Parlamento, garantiu, a matéria será aprovada em menos de 30 dias.
Participaram da audiência pública o secretário-geral da União Internacional de Sindicatos de Servidores Públicos, Sebastião Soares da Silva; e os presidente da Confederação dos Servidores do Poder Legislativo e Tribunais de Contas do Brasil, Antonio Carlos Fernandes Júnior; da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil, João Domingos Gomes dos Santos; da Federação dos Sindicatos dos Servidores e Funcionários Públicos das Câmaras de Vereadores, Fundações, Autarquias e Prefeituras Municipais do Estado de São Paulo, Aires Ribeiro; da Câmara Bipartite Governo-Servidores Públicos, Mauro Zica Júnior; e do Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta, Autarquias, Fundações e Tribunal de Contas do Distrito Federal, Ibrahim Yusef.
O especialista em Negociação do Setor Público do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos; e representantes do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap); e do Escritório da Internacional de Serviços Públicos no Brasil também participam do debate.
Ainda participam da audiência representantes da União Geral dos Trabalhadores; da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, da Central Única dos Trabalhadores; da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil; da Central Sindical e Popular; e da Central dos Sindicatos Brasileiros.
Ao abrir a audiência, Waldemir Moka afirmou que o número de participantes poderia tornar a reunião cansativa e as contribuições, repetitivas. Os convidados tiveram, então, cinco minutos para se pronunciar, em vez dos 15 minutos regimentais.
 

Fonte: Agência Senado/Diap

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alerta os consumidores sobre os riscos do descarte incorreto de medicamentos. Muitas pessoas, por falta de alternativas e de informação, ainda jogam remédios vencidos ou que não serão mais usados no lixo comum ou na rede de esgoto. De acordo com a Anvisa, a prática pode contaminar a água e o solo.

“Eu jogo no lixo de casa”, disse a dona de casa Hélia Rocha, que mora em Brasília e que desconhece haver outro fim para remédios vencidos. Na sexta-feira (5), foi publicada uma lei distrital que obriga as farmácias a receber medicamentos vencidos entregues pelos consumidores. A norma prevê que as farmácias devolvam os remédios ao fabricante para que o produto seja destruído de forma segura.

Desde 2010, a Lei 2.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, prevê que fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de um determinado produto que possa causar danos ao meio ambiente ou à saúde humana devem criar um sistema de recolhimento e destinação final independente dos sistemas públicos de limpeza urbana.

Alguns setores, como o de óleos lubrificantes, já assinaram acordo com o Ministério do Meio Ambiente se comprometendo com a reciclagem das embalagens ou de produtos. No setor de medicamentos, as negociações ainda estão em andamento.

“A destinação correta seria o ponto de venda, a farmácia, mas precisamos receber [os remédios] com normas. Tem que ter uma orientação, onde vou incinerar, de que maneira vou armazenar, é uma coisa de uma responsabilidade muito grande e a lei local não nos orienta como proceder, só diz que nós vamos recolher os produtos vencidos e devolvê-los para indústria. A indústria não aceita a devolução” disse o presidente do Sindicato das Farmácias do Distrito Federal, Felipe de Faria.

A capital paulista terceirizou um serviço de coleta para que esses resíduos tenham um fim adequado. A prefeitura firmou parceria com a iniciativa privada e distribuiu coletores de medicamentos em farmácias, supermercados e nas unidades básicas de saúde para que a população possa levar os remédios que não servem mais.

Fonte: Agência Brasil, Aline Leal

Campanha salarial – 2013

 

  

Farmácia, Drogaria e Distribuidora:

 

  Na última reunião do dia 02/04 o Sincofarma apresentou resistência em acatar as reivindicações dos farmacêuticos, e solicitaram uma nova reunião para nos apresentar uma contra proposta. Entre as  principais reivindicações do  SINFARMIG estão o piso salarial de R$ 3.200,00 para jornada de 40 horas semanais e contratação de farmacêutico substituto para aqueles estabelecimentos que funcionarão nos finais de semana. 

Próxima reunião:Dia:11  de abril Horário:  10h

Local: Fecomércio/ Rua Curitiba 561

 

  

Análises Clínicas:

 

  Próxima reunião:Dia:19  de abril Horário:  17 h.

Local: SINFARMIG/ Rua Tamoios 462/ Centro BH

 

  

Indústria:

 

  

Ainda estamos em negociação. A data base é 1° de março. Assim que a  Convenção Coletiva de Trabalho for homologada, o empregador pagará a diferença salarial retroativa a 1º de março.

 

   

Farmácia Hospitalar:

 

  A data base é 1º de junho. A assembleia para montarmos a “Pauta de Reivindicações” será em Maio. Participem! Sua contribuição é importante para avançarmos!

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