No dia 08 de agosto, sexta-feira, a infraestrutura de energia elétrica da Anvisa passará por manutenção a partir das 20 horas. Com isso, todos os sistemas e serviços providos pela Agência – como site, peticionamento eletrônico e o Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC) – ficarão temporariamente indisponíveis.

A previsão é de que os serviços sejam restabelecidos até sábado, dia 09 de agosto, a partir das 22 horas.

Prezados colegas

 

O SINFARMIG em parceria com o ICTQ  realizaram  sorteio de uma bolsa integral para a Pós graduação em “Prescrição Farmacêutica e Farmácia Clínica”

 

Com muita satisfação, comunicamos que a farmacêutica Valderez Camargos Borba foi a   ganhadora.

 

A diretoria do Sinfarmig aproveita para parabenizá-la e desejar que o curso possa trazer enriquecimentos para sua vida profissional.

 

 

 

A Anvisa publicou, nesta quarta-feira (30/07), um Edital de Chamamento com o objetivo de receber dados e informações técnico-científicos a respeito do risco de infecção pela bactéria E. sakazakii (Cronobacter spp.) em lactentes maiores de 6 meses e crianças de primeira infância (1 a 3 anos).

 

As informações obtidas serão usadas pela Agência para reavaliação da obrigatoriedade de constar nos rótulos das fórmulas infantis para lactentes e crianças de primeira infância orientações sobre a diluição dos produtos em água a 70ºC. Esta exigência foi estabelecida pela Anvisa por meio de duas regulamentações, a RDC nº 44 e 45, de 19 de setembro de 2011.

 

O chamamento público destina-se a todas as pessoas com interesse no assunto, principalmente profissionais e pesquisadores que trabalhem com os temas relacionados a contaminação por E. sakazakii. O chamamento também é voltado para especialistas em alimentação e saúde de lactentes e crianças de primeira infância,  além do setor produtivo de fórmulas infantis e de outras fórmulas para menores de 3 anos de idade.

 

Para participar deste chamamento público, os interessados devem preencher o formulário eletrônico disponível no endereço:http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=16603  a partir de 06 de agosto. O documento ficará disponível por trinta dias.

 

 

 

 

Imprensa/ Anvisa

Nos dias 25 e 26 de julho aconteceu em Brasília a reunião preparatória para os monitores das Oficinas Estaduais dos 10 anos da Política Nacional de Assistência Farmacêutica, promovida pela Escola Nacional dos Farmacêuticos (ENF) e pela Fenafar.

 

Dirigentes sindicais e farmacêuticos que atuam na Assistência Farmacêutica responderam ao chamado da Escola e participaram de dois dias de intensa atividade, que definiram a metodologia que será aplicada nas oficinas, um trabalho minucioso para garantir que os objetivos traçados para as oficinas sejam alcançados.

 

“Tivemos a participação dos parceiros dos diversos estados do Brasil, alguns diretores de sindicatos, que já têm experiência com a realização de eventos e mobilização, um patrimônio que a Fenafar tem e que a Escola conta e tivemos, também, a participação de novos atores. Então fazer uma avaliação metodológica da Política Nacional de Assistência Farmacêutica mobilizou pessoas novas para participar do nosso movimento, o que é muito legal e mostra o acerto da atividade, destacou a presidente da Escola Nacional dos Farmacêuticos, Silvana Nair Leite.

 

Definição metodológica para atender objetivos

 

Silvana Nair Leite frisou que as oficinas do PNAF não têm caráter comemorativo e de debate apenas, porque delas deverão sair dados que resultem numa avaliação consistente desta política e, também, diretrizes que possam ser transformadas em ações para avançar na construção da Assistência Farmacêutica.

 

“A preparação das 15 oficinas de avaliação do PNAF, envolveu um importante debate sobre o formato e método que serão utilizados. Essas oficinas precisam ter uma metodologia de avaliação de políticas, com trabalhos em 5 grupos com temas definidos. Discutimos como será desenvolvido o trabalho em grupo e, também, como será a apresentação do trabalho de cada grupo, porque eles precisam ser compilados para uma avaliação nacional”, explicou Silvana Nair Leite.

 

Todo este zelo com a preparação do trabalho está de acordo com a sua dimensão e a responsabilidade da Escola. “Estamos todos muito empolgados com este projeto. É um projeto de muita responsabilidade para a escola. Nestes dois dias de preparação, pudemos ver que todos reconhecem a importância desta tarefa e acreditando que devemos fazê-lo”, disse.

 

A Escola Nacional dos Farmacêuticos dividiu a Política Nacional de Assistência Farmacêutica em 5 eixos, que serão os eixos temáticos dos cinco grupos que deverão acontecer em todas as 15 oficinas. Silvana Leite esclareceu que estes temas também são preparatórios para o debate na 15ª Conferência Nacional de Saúde. “Nos localizamos estes temas dentro da Política Nacional de Assistência Farmacêutica e os definimos como eixos dessa política. Formação e Valorização de recursos para a Assistência Farmácia será um destes temas”, exemplificou Silvana.

 

Os cinco eixos que serão abordados nas oficinas serão: 1.Universalidade do acesso à saúde no SUS: Incorporação de tecnologias, Acesso a medicamentos na farmácia privada; 2. Recursos Humanos no SUS: formação em graduação e pós-graduação, relações academia-serviços; valorização do trabalhador; 3. Financiamento: composição dos recursos, atualização e adequação orçamentária para as ações da AF; 4. Gestão: Responsabilidades dos entes federados, aplicação dos recursos, pactuações, Redes e regionalização; e 5. Desenvolvimento Científico e Tecnológico: Complexo médico-industrial da saúde e seus impactos sobre a política de saúde. Veja aqui como será a metodologia e programação das oficinas

 

Leia também: Oficinas abordarão 10 anos da Política Nacional de Assistência Farmacêutica

 

Público alvo

 

Outro aspecto importante das oficinas de avaliação da Política Nacional de Assistência Farmacêutica é que o farmacêutico não é o único público a ser envolvido nas oficinas. Para que a avaliação produzida seja abrangente e alcance toda a dimensão da Política, será preciso atingir outros profissionais da saúde e da gestão. Isso também foi bastante debatido durante a preparação das oficinas. “Nós afinamos nossas estratégias, discutimos muito como identificar e mobilizar os atores que precisam participar desta avaliação. Não deve ser uma avaliação dos farmacêuticos, mas capitaneada pelos farmacêuticos. Temos que mobilizar outras categorias profissionais e o controle social em todos os níveis, associações de portadores de patologias e outras entidades, além de gestores. Isso exigirá em cada estado uma mobilização local direcionada para termos sucesso nas oficinas”, alertou Silvana Nair Leite.

 

Fonte Fenafar
Publicada em 29/07/2014

 

undefined
Participantes da atividade preparatória para as oficinas da PNAF 
 
 
undefined
Diretores do Sinfarmig: Maria Helena Braga, Rilke Novato Públio e Júnia Dark Vieira Lelis presentes na capacitação a convite do Ministério da Saúde.

Mais Artigos...