Na terça feira, 02, foi realizada a terceira reunião do Fórum Estadual de Luta pela Valorização Profissional na sede do Sinfarmig, em BH.
 
 
Entre os encaminhamentos, ficou decidido que o Fórum terá lançamento oficial em solenidade no mês de novembro. Na ocasião, a Lei 13021/2014 deverá ser debatida pela categoria e entidades com representação no Fórum.
 
 

A próxima reunião foi marcada para o dia 06 de outubro.  

Na terça-feira, 02/09, foi realizada, na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Minas Gerais (SRTE), mais uma reunião para negociação entre Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais (Sinfarmig) e Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde do Estado de Minas Gerais (Sindhomg). A data-base do setor de Farmácia Hospitalar é junho. Vale lembrar que esta foi a terceira reunião mediada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, por solicitação do Sinfarmig, tendo em vista a permanente obstrução do sindicato patronal às negociações diretas entre as duas entidades.
 
 
Desta forma, a reunião na SRTE começou com a resposta do representante oficial da diretoria  do Sindhomg, mais uma vez ausente das negociações, à proposta de 6,2% de reajuste sugerido pelo Sinfarmig. A entidade patronal anunciou que só aceitaria conceder esse índice a partir do pagamento do salário do mês de setembro, ou seja, impondo mais perdas aos salários de junho, julho e agosto. A proposta foi descartada pelo Sinfarmig dado que o INPC do período referente à data-base de Farmácia Hospitalar é de 6,05%. A oferta inicial do Sindhomg, apresentada na segunda-reunião, intermediada pela SRTE, em agosto, foi de 6% retroativo a junho de 2014, com base nos salários reajustados em outubro de 2013, abaixo, portanto, da taxa inflacionária do período.
 
 
Uma nova proposta foi feita pelo Sinfarmig. Que o patronal acrescente 0,2% à proposta inicial de corrigir os salários desde a data-base em 6%. Assim, de junho a agosto, os salários serão reajustados em 6% e, a partir do salário de setembro, o aumento de 6% é acrescido de 0,2%. O Sindhomg tem até o dia 11 de setembro para apresentar a resposta a essa proposta dos farmacêuticos em reunião a ser agendada diretamente com o Sinfarmig. Caso a posição do patronal não seja encaminhada ao Sindicato nesse prazo, nova rodada de negociações mediada pelo Ministério do Trabalho já está marcada para o dia 15 de setembro. 
 
 
O Sinfarmig informa aos farmacêuticos que, mais uma vez, lamenta as práticas desrespeitosas dos patrões dos hospitais com os profissionais. Esse desrespeito é manifestado de várias formas, em primeiro lugar pelo hábito antidemocrático de não comparecimento da diretoria do patronal às reuniões de negociação com o sindicato profissional. Em segundo e em não menos importante questão, na resistência em negociar um piso para a categoria. Essa negação favorece a prática de pagar salários abusivos aos profissionais com nível superior de formação, inclusive por grandes hospitais de Belo Horizonte, conforme denúncias recebidas com freqüência pelo Sinfarmig. 
 
 
Essa situação é agravada pela impossibilidade de os farmacêuticos buscarem a Justiça para que ela fixe o reajuste devido pelos hospitais, o que seria feito pelo instrumento do dissídio coletivo. A situação de dissídio só é instalada a partir da concordância dos dois sindicatos em buscarem esse tipo de negociação. E o Sindicato dos Hospitais rejeita ir a dissídio coletivo com o Sindicato dos Farmacêuticos. Por meio dessa negativa, os patrões admitem temer que a Justiça seja feita com a fixação do salário justo a ser pago aos farmacêuticos hospitalares.            
 
Imprensa Sinfarmig

A Diretoria Colegiada da Anvisa (Dicol) deliberou pela aceitação de 17 métodos alternativos validados ao uso de animais nas petições para registros e controle de serviços e produtos sujeitos a vigilância sanitária. A deliberação, ocorrida no dia 21 de agosto, foi motivada pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), que solicitou formalmente a manifestação da Agência.
 
 
O Diretor de Gestão Institucional da Anvisa (Diges), Ivo Bucaresky, assumiu com a anuência da DICOL, a condução do tema por entender a importância do atual estado da arte de ensaios não clínicos ( in vitro e in silico, entre outros métodos alternativos), e o quanto contribuem para o desenvolvimento científico e tecnológico do país. Esse tema também remete ao princípio ético dos 3Rs, preconizados internacionalmente, contribuindo assim, na redução, substituição e refinamento do uso de animais, tema relevante para a sociedade brasileira.
 
 
Ao longo dos últimos dois meses todas as áreas da Agência avaliaram os métodos alternativos validados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD) e propostos pelo Cncea à aceitação da Anvisa.
 
 
A consolidação desta análise foi submetida à Dicol, que deliberou pela aceitação dos 17 métodos alternativos propostos. Destes, dois métodos, o OECD GD 129 e o OECD TG 487, estão em análise pela Gerência Geral de Produtos para Saúde (GGTPS) e pela Gerência Geral de Alimentos (GGALI), respectivamente. Essas duas Gerências estão avaliando a aplicabilidade e as limitações desses dois métodos nos serviços e produtos no âmbito de suas competências.
 
 
A Anvisa tem adotado outras medidas de incentivo e desenvolvimento de métodos alternativos, como o apoio à criação do Centro Brasileiro de Validação de Métodos Alternativos - BraCVAM, ligado ao Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde - INCQS-Fiocruz, e sua efetiva participação na Rede Nacional de Métodos Alternativos – Renama,  do governo federal.
 
 
Fonte: Assessoria de Imprensa da Anvisa

Cuidar da saúde pode ser decisivo para evitar o agravamento da situação do paciente, além de impedir o aumento de seu sofrimento físico e emocional e de sua família. De acordo com dados do IBGE de 2012, pessoas do sexo masculino morrem mais precocemente que as do sexo feminino. A expectativa de vida do homem ao nascer é de 71 anos, já as mulheres chegam, em média, aos 78,3 anos.
 
Outros estudos mostram que os homens são mais vulneráveis a doenças, sobretudo enfermidades graves e crônicas. O agravamento de diversas enfermidades poderia ser evitado caso os homens realizassem, com regularidade, as medidas de prevenção básicas.
 
Como no caso do padrasto de Sérgio Lima, Lamartine de Almeida, de 66 anos, que procurou ajuda médica somente após uma forte crise de pneumonia e foi internado imediatamente. “Ele se queixava muito de sentir cansaço até pra subir um lance de escada e já estava com uma tosse. Minha mãe insistiu em leva-lo ao hospital e a resposta dele sempre foi não”, conta o enteado. O quadro de Lamartine, que atualmente encontra-se internado, agravou-se com o desenvolvimento de insuficiência renal e outras complicações em virtude de diabetes.
 
De acordo com a Coordenação Nacional de Saúde dos Homens, as principais doenças que acometem pessoas do sexo masculino de 20 a 59 anos de idade são infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral e hemorragia intracerebral, neoplasia de brônquios e dos pulmões seguido da neoplasia do estômago e encéfalo. Também doenças alcoólicas do fígado, como fibrose e cirrose hepáticas e pancreatite aguda.
 
Além de exames que devem ser realizados periodicamente, como hemograma, dosagem de glicose, aferição de pressão arterial e eletrocardiograma, a adoção de hábitos saudáveis, prática de atividade física regular, alimentação balanceada, uso moderado de bebidas alcoólicas, são pontos fundamentais para a redução dos números de incidência de doenças e óbitos.
 
A Coordenação Nacional de Saúde dos Homens lembra que os atendimentos devem ser solicitados respeitando os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Caso seja detectada alguma alteração em algum dos exames, o homem deve ser referenciado para o tratamento dentro da rede Sistema Único de Saúde - SUS. O mesmo procedimento deve ser adotado caso o profissional verifique a necessidade de outros exames.
 
Por isso é importante ficar atento à saúde e realizar os exames de rotina. Converse com seu médico.
 
Fonte: Bia Magalhães / Blog da Saúde
 

Mais Artigos...