É com pesar que informamos o falecimento do Profº Afonso Barros Cota, da Escola de Farmácia da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), que por muitos anos contribuiu com seus ensinamentos e alegria na formação de centenas de futuros farmacêuticos graduados na histórica Escola de Farmácia. 


A Diretoria do SINFARMIG, em nome dos inúmeros farmacêuticos que tiveram o privilégio de conhecer o Profº Afonso Barros Cota, lamenta sua perda e solidariza-se com seus familiares nesse momento de dor.



Diretoria - SINFARMIG

SUPERA (Sistema para detecção do Uso abusivo e dependência de substâncias Psicoativas: Encaminhamento, intervenção breve, Reinserção social e Acompanhamento)



O curso SUPERA (Sistema para detecção do Uso abusivo e dependência de substâncias Psicoativas: Encaminhamento, intervenção breve, Reinserção social e Acompanhamento) foi cuidadosamente elaborado por profissionais com grande experiência nas áreas de política sobre drogas, prevenção do uso e tratamento da dependência de crack, álcool e outras drogas.


Esta capacitação oferecerá dez mil vagas para profissionais das áreas de saúde e assistência social e é parte integrante do programa “Crack, é possível vencer”, que prevê, entre outras ações, ampla capacitação de profissionais das áreas de saúde, assistência social, justiça, segurança pública, conselheiros, educação lideranças comunitárias e religiosas.


As inscrições estarão abertas (somente on line) no período de 26 de dezembro de 2012 a 24 de fevereiro de 2013.

Mais informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

A expectativa é que a agência mantenha a autorização para o uso do medicamento


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve publicar, ainda neste mês, uma nova análise sobre o uso de sibutramina no mercado brasileiro. A expectativa é que o órgão decida se manterá a autorização para o uso do medicamento no país.


Em 2011, a agência decidiu banir os emagrecedores à base de anfepramona, femproporex e mazindol, os chamados anfetamínicos. Já a sibutramina permaneceu liberada, mas com restrições. Pacientes e médicos precisam assinar um termo de responsabilidade, a ser apresentado junto com a receita no momento da compra. Profissionais de saúde também são obrigados a informar à Anvisa problemas apresentados pelos pacientes.


A proposta inicial dos técnicos da agência era banir o medicamento no país, pois estudos internacionais mostram que o uso da substância aumenta os riscos de problemas cardiovasculares e de alterações no sistema nervoso central. Mas, após nove meses de debate, a equipe técnica mudou de posição e, no último relatório, defendeu a permanência do uso e da venda do remédio no Brasil. No prazo de um ano, o órgão voltaria a analisar a manutenção da sibutramina no mercado brasileiro.


De acordo com a Anvisa, a sibutramina ajuda a perder, no mínimo, 2 kg de massa corporal em um período de quatro semanas. O tratamento é indicado para quem tem Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou acima de 30 e não sofre de doença cardíaca. O prazo máximo de utilização do remédio é dois anos.


Desde o anúncio da proposta de tirar os emagrecedores do mercado, sociedades médicas se posicionaram contra a ideia. A Associação Brasileira de Estudos sobre Obesidade (Abeso) defende que, sem esses medicamentos, pacientes obesos ficam sem possibilidade de tratamento. As informações são da Agência Brasil.

Fonte: O Tempo

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