Notificação 

 

 

A Portaria n° 2472/2010, do MS estabelece que os profissionais de saúde devem notificar todos os casos de Dengue às Secretárias Estaduais de Saúde, bem como os responsáveis por organizações e estabelecimentos públicos e particulares de saúde e de ensino.

 

 

 

 

A Dengue, juntamente com outras moléstias encabeça a Lista de Notificação Compulsória (LNC) e é responsabilidade e atribuições dos Farmacêuticos repassarem esses dados aos órgãos fiscalizadores.O MS disponibiliza canais de uso exclusivo dos profissionais de saúde para informações e notificações da doença.

 

 

 

 

 

 

 

O SINFARMIG conclama aos farmacêuticos a cerrarem fileiras na luta contra a DENGUE pois entende que somos o profissional que atua estrategicamente na linha de frente no campo da saúde sendo, portanto, imprescindível para vencermos essa batalha.

 

 

 

 

Disque Notifica: 0800 644 6645 / Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

 

 

Mais sobre a Dengue:www.combateadengue.com.br

 

www.dengue.saude.mg.gov.br

A área técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indicou a permanência do medicamento emagrecedor à base de sibutramina no mercado brasileiro, após um monitoramento de um ano sobre os riscos do produto.

Em 2011, depois de um ano de debates, a agência impôs regras mais rigorosas para a venda do remédio. A validade da receita, por exemplo, foi reduzida de 60 dias para 30. A medida foi tomada em virtude da divulgação do maior estudo científico já feito sobre a sibutramina, com cerca de 10 mil pessoas em 16 países durante seis anos – foi concluído em 2009 –, que apontava que o medicamento aumentaria em 16% o risco de doenças cardiovasculares em pacientes com histórico prévio. Todos os indivíduos analisados tinham sobrepeso, obesidade e/ou diabetes tipo 2, além de fator de risco cardíaco.

O anúncio sobre a manutenção da venda da sibutramina foi feito na terça-feira (26) pelo diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, durante uma audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, em Brasília. Esse parecer ainda será votado em reunião da agência, provavelmente na semana que vem, mas dificilmente será rejeitado, disse Barbano.

Segundo ele, nos 12 meses em que o remédio foi avaliado, não houve evidências do aumento de efeitos colaterais e riscos à saúde pelo uso. Apesar disso, durante o período de análise, houve um aumento no número de notificações sobre eventos adversos em decorrência do consumo – de duas para cinco por mês –, mas a maioria delas foi de baixa ou média gravidade, o que, de acordo com o diretor-presidente da Anvisa, indica que a venda do medicamento nas farmácias pode ser mantida com segurança.

A agência identificou também um crescimento nas prescrições de sibutramina, em razão de a validade da receita ter diminuído. Embora tenha havido essa elevação, os números sobre uso se mantêm abaixo do padrão registrado antes de 2011, quando foram adotadas essas novas medidas e proibidos os emagrecedores à base de anfetamina (anfepramona, femproporex e mazindol). Isso revela, segundo a Anvisa, que não houve uma migração dos consumidores após a suspensão.

Ex-antidepressivo estimula saciedade


O farmacêutico Ivan da Gama Teixeira, diretor técnico e vice-presidente da Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag), contou que a substância surgiu como um antidepressivo. “Viram que a diminuição do apetite era um efeito colateral e o remédio passou a ser usado como emagrecedor”, explicou.

Contudo, o que a sibutramina faz no cérebro não é exatamente inibir o apetite, como é o caso dos remédios que foram proibidos. Na verdade, ela estimula a saciedade. “Na prática, o paciente fica satisfeito com menos comida”, resumiu o endocrinologista Walmir Coutinho, pesquisador que participou da pesquisa Scout (Sibutramine Cardiovascular Outcome Trial), que analisou as 10 mil pessoas.

Segundo os especialistas, o medicamento age sobre dois neuro transmissores: a serotonina e a noradrenalina. Esses neurotransmissores funcionam entre os neurônios, levando informações de um para o outro. Nesse processo, geram a sensação de saciedade.

Normalmente, isso ocorre em um curto período de tempo, e os neurotransmissores retornam para dentro das células – o que é chamado de recaptação. O que a sibutramina faz é retardar esse processo, ou seja, a serotonina e a noradrenalina ficam por mais tempo fazendo a ligação entre os neurônios e deixam o indivíduo saciado.

Efeitos colaterais

Coutinho afirmou que os cientistas ainda estão tentando entender mais detalhes sobre o funcionamento da substância. Por isso, ainda não se sabe explicar por que ocorrem os efeitos colaterais, que, segundo ele, podem ser boca seca, taquicardia e insônia.

A pesquisa Scout registrou ainda que, entre pessoas que já têm alto risco de doenças cardiovasculares – como infarto e derrame –, esse risco aumenta. No entanto, ainda não há explicação de como isso acontece no corpo humano.

Fonte: Bem Estar

Ministro da Saúde Alexandre Padilha


O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, esteve presente no segundo dia da 243ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde (CNS), que ocorreu nos dias 14 e 15 de março, na sede do Conselho. O convite ao Ministro foi feito para debater e esclarecer a possibilidade do Governo Federal financiar a ampliação do setor privado da saúde.

Segundo o Ministro, “é muito importante que o CNS debata sobre a saúde suplementar, pois existe uma interface clara entre o sistema de saúde público e o privado já que cerca de 62 milhões de brasileiros usam a saúde suplementar”. Alexandre Padilha apresentou aos conselheiros dados da saúde suplementar e pública, algumas ações em defesa do usuário e da Agência Nacional de Saúde (ANS).

A respeito da possibilidade de financiamento da saúde privada, o Ministro esclareceu que não há essa negociação, “as pessoas não podem achar que um governo que estabeleceu para si a redução da pobreza discuta a possibilidade de propor ‘plano de saúde pobre para pobre’”.

Os conselheiros do CNS fizeram ponderações e questionamentos sobre o tema. A Presidenta do CNS, Socorro Souza, foi direta ao perguntar se “há a possibilidade de transferência de recursos financeiros para o setor privado”. Segundo ela, representante do segmento dos usuários pela Contag, “a classe a que represento, classe D e C, não reivindica a suplementação do setor público, como vem sendo dito”.

Para responder aos diversos questionamentos, o Ministro fez uma analogia à descoberta do fogo e suas diversas utilidades, “sempre que houver fumaça vamos sentar e conversar, pois pode ser uma boa comida, um bom debate em busca da defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), defesa dos direitos dos usuários e qualificação da assistência médica e hospitalar”.

“Não foi discutido, pelo governo, a redução de impostos nem o financiamento da rede hospitalar privada. Hoje o governo financia a expansão de hospitais por meio de programas da CAIXA, BNDES, Banco do Brasil. Mas não foi apresentada proposta do que chamo de ‘plano pobre para pobre’. O que há é proposta de ampliação do papel regulatório da ANS, qualquer operadora terá que seguir as regras da Agência. Não há intenção de tirar recursos do SUS, mas pensar na sustentabilidade do setor privado”, reafirmou o Ministro.

 

Por fim, Alexandre Padilha parabenizou o CNS pela iniciativa, “precisamos valorizar esse espaço de debate. Se há dúvidas vamos conversar, assim como o CNS está fazendo. O CNS é a arena onde todos os setores estão representados”.

O Pleno do CNS aprovou nota, que sairá nos próximos dias, reafirmando a posição já tomada na 14ª Conferência Nacional de Saúde em defesa e fortalecimento do SUS universal, gratuito, público e de qualidade e contra o financiamento do setor privado com recursos públicos. Também foi aprovada a continuidade de agenda permanente em defesa do SUS com debate entre entidades e segmentos representados no CNS e com o Congresso Nacional.

Fonte: CNS

 Informações sobre a atuação do Sindicato

 

 

 

 

 

 

 

O SINFARMIG, à convite da Nova Faculdade, ministrou aula para alunos do curso de Farmácia. O conteúdo da aula – atribuições do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais – abordou os serviços e competências do SINFARMIG, como representar a categoria farmacêutica, celebrar as convenções coletivas de trabalho, homologar recisão de contrato de trabalho, conferência de documentos, além de orientar e direcionar os profissionais sobre o mercado de trabalho.

 

A Diretora do SINFARMIG, Júnia Dark Vieira Lelis, agradeceu a Profª Renata Viana Abreu pelo convite e pela oportunidade de falar aos futuros profissionais sobre a importância do sindicato na luta pela valorização profissional e pelo trabalho decente, garantindo avanço nos direitos trabalhistas e  defesa da profissão farmacêutica.

 

A Farmacêutica traçou um breve histórico do SINFARMIG, ao longo de seus 32 anos, as regionais distribuídas pelo interior do Estado, falou também sobre o trabalho voluntário dos diretores e enfatizou que hoje as responsabilidades do profissional são crescentes e não podemos nos intimidar diante das dificuldades e cobranças do atual mercado.

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