O levantamento, divulgado nesta terça-feira (10) pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) revela que 73,9% dos entrevistados apoiam o programa. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 135 municípios de 21 estados brasileiros entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro.

Os dados revelam que 49,6% dos entrevistados acreditam que o programa solucionará problemas graves relacionados à saúde no país. Para 34,7% dos entrevistados, o serviço vai melhorar nos próximos seis meses.

A pesquisa da CNT aponta que os índices de aprovação do Programa Mais Médicos contribuíram para a recuperação da popularidade da presidenta Dilma Rousseff e do governo que, em julho, tiveram índices mais baixos.

 

Fonte: Agência Brasil
Publicado em 10/09/2013

(Reproduzido do site da Fenafar)

 

 

Normalmente, alunos do primeiro ano do curso de Farmácia demonstram conhecer dois lados importantes da profissão: a formação acadêmica e a existência de um mercado que eles esperam que os absorva dali alguns anos. Levar aos futuros farmacêuticos a informação de que, tão importante quanto a formação e o mercado de trabalho é a existência de um sindicato que garanta direitos e avanços trabalhistas, tem sido uma das atribuições da diretoria do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais (Sinfarmig).
 

“Queremos que eles saibam que, se tiverem problemas relacionados à jornada de trabalho, piso salarial, descontos incorretos no contracheque, sem falar da rescisão do contrato de trabalho, encontrarão no Sinfarmig o suporte necessário”, ressalta a diretora Júnia Lelis, acrescentando que o Sindicato é a Casa dos Farmacêuticos.
 

Em palestras sobre o Sinfarmig dadas para duas turmas de Farmácia da Nova Faculdade, de Contagem, na semana passada, ela disse ter notado grande interesse dos alunos pelas atividades do Sindicato. Júnia conta que a atuação futura no mercado de trabalho preocupa os jovens desde o começo da vida universitária, justificando a presença do Sindicato. “A professora avisou antes que haveria palestra do Sinfarmig e ninguém faltou”, observa.

 
Segundo ela, muitos estudantes queriam saber sobre os segmentos profissionais onde existem mais queixas dos farmacêuticos. “Explicamos que o setor de Farmácia e Drogaria, que emprega 70% dos profissionais, é o que registra maior número de reclamações”, disse a diretora.


O não cumprimento de algumas cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho é o que gera mais queixas entre os farmacêuticos do setor, conforme a diretora. “Ouvir um pouco sobre as diversas áreas de atuação dos profissionais de Farmácia também ajuda os estudantes a aplacarem um pouco a ansiedade sobre o futuro profissional”, completa a diretora.

Sindicato dos Farmacêuticos do Acre se filia à Fenafar - Em assembleia da categoria realizada na noite desta terça-feira (03), os farmacêuticos acreanos decidiram, por unanimidade, que o Sindicato dos Farmacêuticos do Acre se filie à Fenafar - Federação Nacional dos Farmacêuticos.


O presidente do Sindicato, Francisco Jusciner de Araújo Silva destaca que a filiação à Fenafar "foi importante para que o sindicato redobre o ânimo de estar ao lado de uma federação que estará sempre conosco, para nos apoiar nas lutas da categoria. Nós estamos muito confiantes nesta parceria", disse.

Jusciner apontou que, no próximo período, o principal desafio do Sindicato "é organizar a categoria e o sindicato. Temos que fazer com que os farmacêuticos do Acre reconheçam no sindicato uma ferramenta importante da categoria para alcançar suas reivindicações. E como sindicato a principal meta é obter a carta sindical, que nós já pleiteamos", informou.

Força de Norte a Sul
A decisão fortalece a luta dos farmacêuticos de Norte a Sul do País e foi recebida com entusiasmo por outros sindicatos que já deram as boas-vindas aos acreanos.

O Presidente da Fenafar, Ronald Ferreira dos Santos, esteve em Rio Branco nesta terça-feira e participou de uma série de atividades na capital do Estado. Visitou estabelecimentos de saúde e discutiu a importância da Assistência Farmacêutico, deu uma entrevista ao jornal da Rede Amazônica falando da importância da aprovação do Projeto de Lei que prevê a destinacão de 10% das receitas correntas brutas da União para a Saúde e como o Movimento Saúde+10 alcançou o êxito de coletar mais de 1 milhão e 800 mil assinaturas por mais recursos para o SUS.

Para Ronald a filiação do Sindicato dos Farmacêuticos do Acre é um coroamento do processo de lutas em defesa da valorização profissional da categoria, em defesa do trabalho e da Saúde Pública, ações que marcam a trajetória da Fenafar. "Só com a unidade da categoria em torno destas bandeiras é que vamos avançar no rumo de conquistas efetivas para a categoria. Assim também é na luta dos trabalhadores brasileiros. A união faz a força. Vimos isso com a pressão que as centrais sindicais fizeram hoje para impedir a votação do PL da Terceirização, e que teve desfecho positivo", avalia Ronald.

A filiação do sindicato ocorre nas vésperas da realização do III Encontro dos Sindicatos das regiões norte e nordeste filiados à Fenafar, que se realizará no dia 14 de setembro, em Manaus. A presença do Acre nesta atividade só vai enriquecer o debate sobre o trabalho farmacêutico.

Da redação da Fenafar
Publicado em 04/09/2013

Surtiu efeito a pressão exercida pelos trabalhadores e centrais sindicais, nesta terça-feira (3) contra o Projeto de Lei 4330/2004, que defende a terceirização. A votação do PL foi adiada.

“Um processo de terceirização não pode simplesmente ficar na forma absurda que se pretende. [....] Esse processo é nocivo aos interesses da classe trabalhadora porque ele pressupõe reduzir salários e isso já está claro. Em média, os trabalhadores terceirizados recebem 30% a menos dos seus salários. A incidência de doenças ocupacionais e óbitos devido às relações de trabalho no atividade terceirizada é muito maior, sem contar que a terceirização desenfreada abre também brecha para um ataque frontal à Previdência Social”, diz Adilson Araújo, presidente da CTB.

Protestos
Nesta terça-feira (03), uma série de protestos foi realizada pela CTB em aeroportos das principais capitais brasileiras, denunciando o “PL da Terceirização”.

Em Brasília, deputados que desembarcaram no aeroporto Juscelino Kubitschek, foram recebidos por um protesto, promovido pela CTB-DF, que pedia a suspensão do PL que modifica a relação trabalhista entre empresas e funcionários terceirizados. Dezenas de sindicalistas distribuíram bananas e uma Carta Aberta explicando aos passageiros que chegavam a Brasília os prejuízos advindos daaprovação do projeto, que se encontra em tramitação no Congresso Nacional.

Vitória dos trabalhadores
“Foi uma vitória dos trabalhadores e das centrais, que se mobilizaram contra esse ataque aos direitos da classe trabalhadora. Essa pressão exercida foi fundamental. Ao longo da semana continuaremos vigilantes”, afirmou Adelmo Andrade, secretário de Imprensa do Sindicato dos Bancários da Bahia.

Para o deputado federal, Daniel Almeida (PCdoB-BA), que apoia a luta da classe trabalhadora, ficou provado que a pressão produz resultados. “A presença das centrais e dos trabalhadores impediu mais uma vez que a matéria fosse votada. O presidente da Câmara [deputado Décio Lima] assumiu o compromisso de não votar essa semana. E nós vamos continuar pressionando para que não venha à pauta nunca mais. Esse é o nosso desejo. Se conseguirmos segurar essa votação esse ano será uma grande vitória”, destacou o parlamentar.

Tumulto e repressão
Após o protesto no aeroporto, um grupo de manifestantes foi duramente reprimido pela Polícia Militar, com spray de pimenta, quando tentava acessar o anexo II da Câmara da Câmara dos Deputados, para participar da sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que analisaria o PL 4330. No entanto, a reunião da CCJ foi cancelada a fim de evitar tumultos. Antes mesmo de começar a galeria já havia sido ocupada pelos trabalhadores e trabalhadoras, preocupados com a provável votação da medida.

Contudo, o presidente da CCJ garantiu que não colocará a matéria em votação, uma vez que não é de interesse da população brasileira neste momento.
Fonte: CTB
Publicado em 04/09/2013 no site da Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar)

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