O Termo Aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho de Farmácias e Drogarias- Contribuição Assistencial 2013 - já está disponível para consultas. Confira.  

 
A Contribuição Assistencial está prevista no art. 8º, inciso 4º da Constituição Federal e, antes de ser definida, é discutida em Assembleia Geral Extraordinária pela categoria.

Como o nome indica, a contribuição assistencial tem o objetivo de fortalecer o Sindicato na conquista de avanços nas negociações trabalhistas, cobrir custos na realização de assembleias, processos e julgamentos de acordo e dissídios coletivos. O valor de R$50,00 é válido somente para o setor privado.
 

A contribuição é descontada na folha de pagamento em outubro e repassada para o Sinfarmig em novembro. Este ano ocorreu um atraso porque vários sindicatos tiveram que adequar esta cláusula às orientações do Ministério Público do Trabalho, por isso a contribuição será cobrada em novembro e repassada ao Sindicato em dezembro.

O Sinfarmig enviou carta ao jornal Folha de S. Paulo para contestar a posição da Associação Brasileira de Psiquiatria que afirmou que o aumento do número de diagnósticos de transtornos mentais deve-se à evolução da medicina.

O Sindicato faz parte do Núcleo de Medicalização de BH e Região Metropolitana criado este ano e contesta a tendência de patologização dos comportamentos sociais. A carta foi publicada no Painel do Leitor da Folha de 06/11. Leia:

“Parabenizamos à Folha de S. Paulo pela matéria “A doença da normalidade”, publicada no Caderno Equilíbrio de 05/11/2013. É fato incontestável que a elevação do número de diagnósticos de transtornos mentais nos últimos anos deve-se à exacerbação de tratamentos de comportamentos sociais. Os argumentos do presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, de que o aumento dos diagnósticos de transtornos mentais é devido à evolução da medicina e à facilidade de acesso,  é um contrassenso. Equivale dizer que se alguém apresenta algum comportamento anormal e ainda não foi diagnosticado (e rotulado com ele) é porque a medicina ainda não evoluiu o suficiente. É preciso ter mais cuidado com a busca frenética por patologizar comportamentos que podem fazer parte do cotidiano das pessoas.
Rilke Novato Públio – diretor do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais (Sinfarmig).”     

O Sinfarmig enviou carta ao jornal Folha de S. Paulo para contestar a posição da Associação Brasileira de Psiquiatria que afirmou que o aumento do número de diagnósticos de transtornos mentais deve-se à evolução da medicina.

O Sindicato participa do Núcleo sobre Medicalização de BH e Região Metropolitana criado este ano e é contrário à tendência de patologização dos comportamentos sociais. A mensagem do Sinfarmig foi publicada no Painel do Leitor da Folha no dia 06/11. Leia abaixo: 

"Parabenizamos à Folha de S. Paulo pela matéria “A doença da normalidade”, publicada no Caderno Equilíbrio de 05/11/2013. É fato incontestável que a elevação do número de diagnósticos de transtornos mentais nos últimos anos deve-se à exacerbação de tratamentos de comportamentos sociais. Os argumentos do presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, de que o aumento dos diagnósticos de transtornos mentais é devido à evolução da medicina e à facilidade de acesso,  é um contrassenso. Equivale dizer que se alguém apresenta algum comportamento anormal e ainda não foi diagnosticado (e rotulado com ele) é porque a medicina ainda não evoluiu o suficiente. É preciso ter mais cuidado com a busca frenética por patologizar comportamentos que podem fazer parte do cotidiano das pessoas."
Rilke Novato Públio – diretor do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais (Sinfarmig).    

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