A Anvisa determinou, nesta sexta-feira (26/09), a suspensão da distribuição, comércio e uso, em todo o país, de todos os lotes do medicamento Alumimax (Hidróxido de Alumínio) 60 mg/ml, suspensão oral. A empresa fabricante, Natulab Laboratório S.A., comunicou o recolhimento voluntário do medicamento após não identificar as causas do odor alterado do medicamento citado.

 


Também foi suspenso a distribuição, comercialização e uso dos lotes DEHR 006 e DEHR 007 do cosmético Loção Oleosa – Ácidos Graxos Essencias (Age) com Vitamina A – E, Deriva- Rivka. Ambos os lotes, fabricados pela empresa Hadassah Cosméticos Ltda, apresentaram resultados insatisfatórios no ensaio de aspecto, onde se constatou cor amarela mais clara que o padrão e precipitado de cor amarelo escuro e turvo.

 

 

O produto Ideal Shampoo para limpeza, fabricado por empresa desconhecida, também foi suspenso. A medida foi determinada após a comprovação de que o produto estava sendo fabricado e comercializado sem possuir registro ou notificação na Anvisa.

 

 

A Agência também suspendeu todas as publicidades que atribuam propriedades terapêuticas ao alimento de marca Pontencil Masculino. O produto, distribuído pela empresa Brascom Home Telemarketing Ltda – Me, estava sendo divulgado irregularmente, por meio de Internet, com alegações que contrariam o registro na Anvisa e podem induzir o consumidor ao erro em relação a verdadeira natureza do produto.

 

 

Interdição cautelar

 

Foi interditado cautelarmente, pelo prazo de 90 dias, o lote AR 877 do medicamento Carbamazepina 200mg, comprimido, fabricado por Sanval Comércio e Indústria Ltda. A medida é por causa do resultado insatisfatório obtido no ensaio de dissolução.

 

 

Todas as determinações acima foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) e podem ser conferidas clicando aqui.

 

 

Fonte:  Assessoria de Imprensa da Anvisa

Prezados colegas farmacêuticos  



A Convenção Coletiva de Trabalho de Farmácia Hospitalar, Clínicas e Casas de Saúde - vigência 2014/2015 - foi homologada pelo Ministério do Trabalho e Emprego e encontra-se disponível para consulta no site do Sinfarmig, neste link.

 

Reiteramos que, conforme estabelece a CCT , o reajuste de 6% será aplicado retroativamente a 1º de junho  data-base  de Farmácia Hospitalar.

 

As diferenças dos meses de junho e julho serão pagas com o salário corrigido de setembro e o reajuste aplicado ao salário de agosto será incorporado ao salário corrigido de outubro.

A Coordenadoria de Vigilância em Saúde do Amapá informou que o município de Oiapoque já registra 129 casos suspeitos de febre chikungunya. Além disso, 27 casos estão sendo analisados e processados no sistema de dados do órgão.

 

Entretanto, o governo do estado negou a existência de surto da doença na região. Reforçou que, até o momento, apenas quatro casos foram confirmados, dois importados e dois originários de contaminação no próprio município.

 

O secretário de Saúde de Oiapoque, Oscar Moraes, solicitou à prefeitura a decretação de estado de emergência na cidade. Seis técnicos do Instituto Evandro Chagas, no Pará, devem chegar à cidade na próxima segunda-feira (29). Eles tentarão agilizar a entrega de resultados das amostras colhidas no município.

 

Ainda segundo o governo do Amapá, técnicos de vigilância em saúde ajudam os agentes municipais de endemia no combate ao mosquito transmissor do chikungunya. Eles fazem constantes visitas domiciliares, em busca ativa de criadouros.

 

Assim como a dengue, a febre chikungunya é transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictos. Conforme os técnicos, ela só tem um sorotipo, ou seja, cada pessoa só pega a doença uma vez. Os sintomas, que podem durar de três a dez dias, são os mesmos da dengue: dor de cabeça, febre, dores musculares e nas articulações.

 

Fonte: Agência Brasil – Autor: Paula Laboissière

Sindicalistas de vários estados se encontraram para debater perspectivas de atuação
 

Aconteceu no Rio de Janeiro, nos dias 19 e 20 de setembro, o 2º Encontro Sul, Sudeste e Centro-Oeste de Sindicatos Farmacêuticos. O evento foi uma iniciativa da Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar).

 

O evento teve como objetivo aumentar a interação entre os sindicatos, estimular a troca de experiências, de idéias, discutir as diferentes realidades nos estados vislumbrando sempre o fortalecimento e a valorização da profissão farmacêutica e do Movimento Sindical.
 


Participaram do Encontro, representantes dos Sindicatos: ES, MG, SP, MT, GO, SC, PR, RS filiados à Fenafar e colegas farmacêuticos convidados dos estados do RJ e do Distrito Federal.
 


Para Júnia Dark Lelis, diretora do Sinfarmig e diretora Regional Sudeste da Fenafar, este encontro é mais uma oportunidade para “buscarmos o fortalecimento dos sindicatos que vêm enfrentando duros golpes com práticas antissindicais do Ministério Público do Trabalho, a alta rotatividade nos empregos, precarização nas condições de trabalho, o não cumprimento das Convenções Coletivas de Trabalho, a criminalização do movimento sindical, as dificuldades de avançar nas mesas de negociação, baixas arrecadações e com redução do número de farmacêuticos filiados.

 



“Mais do que nunca, precisamos elevar o nosso nível de organização, consciência e protagonismo político. Só assim conseguiremos fazer este enfrentamento tão necessário com o entusiasmo e a determinação de sempre”, afirmou Júnia (na foto acima).
 

A abertura contou com as boas-vindas do vice-presidente da Fenafar, Rilke Novato Públio. Em sua saudação aos presentes, ele ressaltou a importância do evento acontecer em um estado como o Rio, que possui grande número de farmacêuticos e que certamente vivencia enormes desafios a serem enfrentados na profissão. Destacou que as três regiões – Sul, Sudeste e Centro-Oeste possuem grande diversidade de mercado de trabalho com realidades e potencialidades  diferentes e que requerem uma análise bastante cuidadosa para mais possibilitar ações mais efetivas das entidades sindicais farmacêuticas.
 
 
Como conferencista de abertura, o evento contou com a análise de conjuntura feita pelo economista Clemente Ganz Lúcio, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - Dieese. Clemente apresentou, com muita propriedade, uma análise político-econômica dos últimos 10 anos no país, observando os avanços do Brasil mesmo com a forte crise econômica que abalou o mundo, sobretudo os países europeus.

 

Na avaliação de Clemente, o Movimento Sindical sempre enxergou que apesar dos avanços, da valorização do salário mínimo, e da diminuição da pobreza no Brasil, ainda vivemos uma política econômica em disputa: a luta de classes permanece acirrada. Assim, ele diz, o Movimento Sindical constata que é preciso enfrentar os avanços da direita que continuam a ameaçar as conquistas sociais.


Ao final, o economista abordou o momento político que afeta o País e como asespeculações, face ao momento de véspera das eleições gerais, afeta diretamente e altera o “humor” do mercado financeiro.



O farmacêutico carioca Wendell Cerqueira, diretor do Sindicato dos Farmacêuticos do Rio de Janeiro e também diretor da Fenafar, ao dar as boas- vindas como anfitrião do evento ressaltou a necessidade de envolvimento dos colegas farmacêuticos - para cerrar fileiras junto à diretoria das entidades para que os enfrentamentos das adversidades aconteçam de forma coletiva e mais fortalecida.


    
O Trabalho Decente
 
No segundo dia do evento, o palestrante e economista José Ribeiro, diretor nacional para o Trabalho Decente da Organização Internacional do Trabalho – OIT, contribuiu decisivamente para o debate com uma exposição rica em dados sobre “Os Desafios e as Perspectivas para a Profissão Farmacêutica sobre a Ótica do Trabalho Decente”.


 
Segundo José Ribeiro, os profissionais farmacêuticos, a despeito da importância do seu trabalho para a saúde, não têm reconhecimento à altura desta importância social. Seu comentário teve como alicerce os dados relativos à média salarial nacional percebida, à jornada extensa de trabalho, a alta rotatividade nas farmácias e às absurdas jornadas que extrapolam 44 horas semanais.



Ao final do evento, foi elaborada a “Carta do Rio de Janeiro” onde constam as principais proposições discutidas e aprovadas neste 2º Encontro e que será utilizada como documento orientador para ajudar as entidades a superarem os desafios que acometem os profissionais no dia a dia do mundo do trabalho farmacêutico.   


Da Redação do Sinfarmig

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