A Anvisa determinou, nesta quinta-feira (16/10), a suspensão, em todo o país, da distribuição, comercialização e uso de doze (12) lotes da vacina Meningitec® (vacina meningocócica C conjugada), apresentação de 10 mcg, suspensão injetável, cartucho com uma seringa de preenchida de vidro incolor de 0,5 ml.

 

A vacina é indicada na imunização ativa de crianças com mais de 3 meses, adolescentes e adultos, para a prevenção de doença invasiva causada por Neisseria meningitidis do grupo C.

 

Confira notícia na íntegra

 

Fonte: Agência Anvisa

"A saúde é um importante segmento de geração de tecnologia, emprego e soberania"

 

São Paulo – Para o economista, professor e comentarista da RBA, Marcio Pochmann, transformações demográficas, como o envelhecimento e aumento da expectativa de vida população, impõem novos desafios à prestação de serviços públicos de saúde aos brasileiros.

 


Como resposta, o comentarista aponta a necessidade de aprofundamento da integração entre as três esferas de governo – União, estados e municípios – no âmbito do Sistema Único de Saúde, bem como a articulação com políticas industriais, de trabalho, transporte e educação.

 


“O papel das compras públicas define a possibilidade de termos um grande complexo de fármacos que lideraria a geração de tecnologia, a expansão do emprego. A saúde já não é mais um sistema de oferta de serviços, mas também é, cada vez mais, um importante segmento de geração de tecnologia, emprego e soberania nacional”, destaca Pochmann, sobre a necessidade de se articular política industrial e saúde.

 

Ele ressalta a importância do programa Mais Médicos, que colocou o profissional próximo daqueles que mais precisam de atendimento de saúde. E, ao destacar a humanização como um dos enfoques do programa, afirma que a presença do profissional cada vez mais próximos dos brasileiros, significa um serviço mais adequado e mais eficiente para os que precisam.

 

O economista ressalva, ainda, que o SUS apresenta distorções que merecem ser corrigidas: “Temos uma situação em que os recursos públicos não financiam apenas a saúde pública, também terminam financiando a saúde privada. De acordo com os dados da Receita, cerca de R$ 48 bilhões deixaram de ser arrecadados, no ano de 2012, em decorrência do abatimento que os declarantes puderam fazer tendo em vista os seus gastos com saúde privada”.

 

Fonte: Rede Brasil Atual

A Anvisa determinou, nesta quarta–feira (15/10), a suspensão da fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e uso, em todo o país, de todos os produtos para saúde fabricados pela empresa APS Aparelhos para Estética. Além dos produtos comercializados pela empresa não possuírem registro, a empresa também não apresenta Autorização de Funcionamento (AFE).

 

Também foi determinada a suspensão da distribuição, comercialização e uso dos lotes 45071 e 45072 do medicamento Comple B (Complexo B, comprimidos). Os lotes foram fabricados pela empresa Natulab Laboratório S.A. e possuem validade até 08/2015. A medida é por causa do resultado insatisfatório para os ensaios de análise de rotulagem e aspecto, confirmado pela ata de contraprova emitida pelo laboratório central de saúde pública do estado de Pernambuco.

 

As suspensões acima foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Clique aqui e visualize na íntegra.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa da Anvisa

A última edição do ano da revista “Trabalho, Educação e Saúde” - periódico científico editado pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/ Fiocruz) traz artigo das pesquisadoras Maria de Fátima Siliansky de Andreazzi e Maria Inês Souza Bravo que aponta a terceirização da gestão na atenção básica por meio de organizações sociais (OS) como fator coerente com a contrarreforma do Estado e que preserva interesses do capital.



Segundo as autoras, o artigo: “procura discutir os avanços recentes da contrarreforma do Estado na saúde, particularmente na privatização da gestão para organizações sociais, e ainda apresenta um enfoque teórico explicativo desse fenômeno na atualidade. São investigadas as novas configurações do sistema de saúde brasileiro resultantes das interações entre o Estado e o mercado, mediante a abordagem dos anos que se iniciam no primeiro governo Lula, de 2003 até o presente, e enfoque das organizações sociais sediadas ou atuantes nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. A despeito das expectativas criadas de mudanças substanciais na política econômica e social, o governo Lula manteve elementos importantes dos governos que o precederam a partir dos anos 1990”.


Acesse o artigo na íntegra neste link. 

Leia a íntegra do periódico Trabalho Educação e Saúde

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