A última edição do ano da revista “Trabalho, Educação e Saúde” - periódico científico editado pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/ Fiocruz) traz artigo das pesquisadoras Maria de Fátima Siliansky de Andreazzi e Maria Inês Souza Bravo que aponta a terceirização da gestão na atenção básica por meio de organizações sociais (OS) como fator coerente com a contrarreforma do Estado e que preserva interesses do capital.
Segundo as autoras, o artigo: “procura discutir os avanços recentes da contrarreforma do Estado na saúde, particularmente na privatização da gestão para organizações sociais, e ainda apresenta um enfoque teórico explicativo desse fenômeno na atualidade. São investigadas as novas configurações do sistema de saúde brasileiro resultantes das interações entre o Estado e o mercado, mediante a abordagem dos anos que se iniciam no primeiro governo Lula, de 2003 até o presente, e enfoque das organizações sociais sediadas ou atuantes nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. A despeito das expectativas criadas de mudanças substanciais na política econômica e social, o governo Lula manteve elementos importantes dos governos que o precederam a partir dos anos 1990”.
Acesse o artigo na íntegra neste link.