A Anvisa determinou, nesta terça-feira (09/12), a suspensão do lote 0601353 do medicamento Oxacilil 500mg (oxacilina sódica), que possui validade até 04/2016. O lote, fabricado pela empresa Novafarma Indústria Farmacêutica Ltda, apresentou fragmentos de vidro dentro da embalagem primária lacrada.


O lote 1408001 do medicamento Lidojet 2% S/VAS (cloridrato de lidocaína), solução injetável, também foi suspenso. A empresa fabricante, União Química Farmacêutica Nacional S.A, comunicou o recolhimento voluntário do lote após ter sido encontrado corpo estranho em frasco-ampola inviolado do lote. O lote já havia sido suspenso no município de São Paulo por determinação da Covisa-SP.


Quatro lotes do medicamento LFM-Prednisona 5 mg, comprimido, foram suspensos. O lote 1307022 apresentou resultado insatisfatório no ensaio de Dissolução de Prednisona. O Laboratório Farmacêutico da Marinha, fabricante dos lotes, comunicou à Anvisa que investigou e constatou que há o mesmo desvio nos lotes 1307021, 1307023 e 1307024.


Foi suspenso o lote 130202 (val.: 09/2015) do medicamento Lamivudina 10mg/ml, solução oral, também fabricado pelo Laboratório Farmacêutico da Marinha. A distribuição é feita pela detentora do registro, Indústria Química do Estado de Goiás S.A. O lote apresentou resultado insatisfatório no ensaio de Descrição de amostra e Aspecto, onde foi observado material estranho, rígido, de cerca de 1 cm de comprimento, suspenso e visível a olho nu, dentro do frasco lacrado do medicamento citado.


Interdição cautelar


Foi interditado cautelarmente, pelo prazo de 90 dias, o lote 1/2 124 do medicamento Solução Fisiológica de Cloreto de Sódio a 0,9%, fabricado por Indústria de Produtos Naturais Deshydrater Ltda. A interdição é por conta do resultado insatisfatório obtido no ensaio de análise de aspecto, por ter sido verificado que 11 frascos apresentavam material estranho em suspensão.


Proibições de alimentos

A Anvisa proibiu ainda a fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e uso do produto Guaraná com Açaí em cápsulas, marca Vigor Force. A empresa C.R Vertuan Indústria de Produtos Naturais ME estava fabricando e comercializando o produto sem que o mesmo possuísse registro.


Também foi proibido o produto Óleo de ovos (Lecitina de ovos) em cápsulas, marca Ranyu. O motivo é comprovação da fabricação e comercialização do produto sem registro nesta Agência.


Todas as determinações acima foram publicadas no Diário Oficial da União

Fonte: Imprensa Anvisa

 

O Ministério da Saúde confirmou hoje (9) o primeiro caso de febre do Nilo Ocidental no país. O paciente é um trabalhador rural do Piauí, que já recebeu alta hospitalar. Segundo a pasta, o homem, que estava internado no Instituto de Doenças Tropicais Natan Portela, em Teresina, deve passar por reabilitação e fisioterapia.


O caso estava em investigação desde agosto. Na época, o trabalhador rural apresentou encefalite e o caso foi notificado como suspeito. A doença foi confirmada após a realização de dois exames sorológicos com reagente para o vírus do Nilo Ocidental-VNO (IH e ELISA).


De acordo com o ministério, o caso é isolado e ainda não foi identificada a cadeia de transmissão. A pasta informou que a confirmação da doença não representa risco para saúde pública do país.


Mais quatro pessoas apresentaram sintomas neurológicos considerados suspeitos, mas exames feitos em laboratório descartaram a possibilidade de elas estarem com a febre do Nilo. Além dos casos que apresentaram sintomas, foram feitos testes em mais 18 pessoas da região. Todos os resultados deram negativo, informou o ministério.

A febre do Nilo Ocidental é uma infecção causada por um vírus e transmitida por meio da picada de mosquitos comuns, principalmente do gênero Culex. A doença é originária do Egito.  Em cerca de 80% dos casos verificados em humanos, não há sintomas. Nos demais casos, os sinais são semelhantes aos da gripe, como febre, fadiga, dores de cabeça e musculares ou articulares. Menos de 1% dos humanos infectados ficam gravemente doentes, com sintomas como febre alta, rigidez na nuca, desorientação, tremores, fraqueza muscular e paralisia.

Segundo o Ministério da Saúde, não existe tratamento específico para a doença. O tratamento, basicamente de suporte, envolve hospitalização, reposição intravenosa de fluidos, suporte respiratório e prevenção de infecções secundárias.

Fonte: Agência Brasil

O número de pessoas mortas pela malária (paludismo) caiu quase a metade entre 2000 e 2013, informou hoje (9) a Organização Mundial da Saúde (OMS), no momento em que se enfrenta o maior surto do vírus ebola na África Ocidental.

 

Entre 2000 e 2013, a taxa de mortalidade relacionada como o paludismo diminuiu 47% em todo o mundo e 54% na África, segundo o relatório anual da OMS, o que permitiu salvar o equivalente a 4,3 milhões de vidas.

 

“Esses são os melhores resultados que já tivemos e é uma notícia maravilhosa em termos de saúde pública”, disse, em Genebra, o diretor do Programa da OMS contra a Malária.

 

Globalmente, ocorreram 198 milhões de casos de malária e 584 mil mortes no ano passado - respectivamente 4,3% e 6,9% menos que em 2012 -, com 90% das mortes na África. As crianças com menos de 5 anos constituem 78% dessas vítimas.

 

A queda dos casos na África é explicada principalmente pelas medidas de prevenção mais bem aplicadas, sendo que cerca da metade da população em risco, em 2013, teve acesso a mosquiteiros impregnados de inseticida. Em 2004, somente 3% dessa população tinha acesso a essa medida de prevenção.

 

O aumento dos exames de diagnóstico permitiu a identificação de 62% dos pacientes suspeitos de terem paludismo, com 128 milhões de testes distribuídos na África, em 2013,  pela OMS.

 

A organização conseguiu US$ 2,7 bilhões por meio de financiamentos nacionais e internacionais, pouco mais da metade do que necessitava para as metas fixadas. Muitas pessoas ainda não se beneficiaram da assistência da OMS.

“Estimamos que 278 milhões de pessoas na África vivem em casas com mosquiteiros impregnados com o inseticida e quase 15 milhões de grávidas não têm acesso ao tratamento preventivo”, disse Margaret Chang, diretora-geral da OMS.

No relatório, a organização informa que a pobreza e o baixo nível de educação são fatores determinantes para que falte o acesso aos serviços básicos.

A entidade está preocupada, igualmente, com a propagação do vírus ebola, um forte desestabilizador dos sistemas de saúde, sobretudo na Guiné-Conacri, em Serra Leoa e na Libéria, que ficam privados de certos tratamentos, como a malária, por estarem sobrecarregados devido ao ebola. A malária mata 100 vezes mais que o ebola, que já provocou a morte de 6.331 pessoas, segundo o último balanço da OMS, em 6 de dezembro.

Para a diretora-geral da organização, “reforçar os sistemas de saúde desestabilizados beneficiará a saúde pública mundial, devendo-se concentrar os esforços no controle e na eliminação do paludismo”.
O relatório de 2014 sobre a malária no mundo resume as informações de 97 países onde a doença ainda prevalece.

Fonte: Agência Brasil

O número de pessoas mortas pela malária (paludismo) caiu quase a metade entre 2000 e 2013, informou hoje (9) a Organização Mundial da Saúde (OMS), no momento em que se enfrenta o maior surto do vírus ebola na África Ocidental.

 

Entre 2000 e 2013, a taxa de mortalidade relacionada como o paludismo diminuiu 47% em todo o mundo e 54% na África, segundo o relatório anual da OMS, o que permitiu salvar o equivalente a 4,3 milhões de vidas.

 

“Esses são os melhores resultados que já tivemos e é uma notícia maravilhosa em termos de saúde pública”, disse, em Genebra, o diretor do Programa da OMS contra a Malária.

 

Globalmente, ocorreram 198 milhões de casos de malária e 584 mil mortes no ano passado - respectivamente 4,3% e 6,9% menos que em 2012 -, com 90% das mortes na África. As crianças com menos de 5 anos constituem 78% dessas vítimas.

 

A queda dos casos na África é explicada principalmente pelas medidas de prevenção mais bem aplicadas, sendo que cerca da metade da população em risco, em 2013, teve acesso a mosquiteiros impregnados de inseticida. Em 2004, somente 3% dessa população tinha acesso a essa medida de prevenção.

 

O aumento dos exames de diagnóstico permitiu a identificação de 62% dos pacientes suspeitos de terem paludismo, com 128 milhões de testes distribuídos na África, em 2013,  pela OMS.

 

A organização conseguiu US$ 2,7 bilhões por meio de financiamentos nacionais e internacionais, pouco mais da metade do que necessitava para as metas fixadas. Muitas pessoas ainda não se beneficiaram da assistência da OMS.

“Estimamos que 278 milhões de pessoas na África vivem em casas com mosquiteiros impregnados com o inseticida e quase 15 milhões de grávidas não têm acesso ao tratamento preventivo”, disse Margaret Chang, diretora-geral da OMS.

No relatório, a organização informa que a pobreza e o baixo nível de educação são fatores determinantes para que falte o acesso aos serviços básicos.

A entidade está preocupada, igualmente, com a propagação do vírus ebola, um forte desestabilizador dos sistemas de saúde, sobretudo na Guiné-Conacri, em Serra Leoa e na Libéria, que ficam privados de certos tratamentos, como a malária, por estarem sobrecarregados devido ao ebola. A malária mata 100 vezes mais que o ebola, que já provocou a morte de 6.331 pessoas, segundo o último balanço da OMS, em 6 de dezembro.

Para a diretora-geral da organização, “reforçar os sistemas de saúde desestabilizados beneficiará a saúde pública mundial, devendo-se concentrar os esforços no controle e na eliminação do paludismo”.
O relatório de 2014 sobre a malária no mundo resume as informações de 97 países onde a doença ainda prevalece.

Fonte: Agência Brasil

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