Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada no Diário Oficial da União suspende a distribuição, comercialização e uso dos lotes A116, A117, A118 (Val.: 08/2016) e A120 (Val.: 11/2016) do medicamento Serophene (citrato de clomifeno) 50mg, comprimidos, importado por Merck S.A.

 

De acordo com o texto, a própria empresa enviou à Anvisa notificação de desvio de qualidade, após detectar impureza acima do limite de especificação no insumo ativo citrato de clomifeno, utilizado na fabricação do medicamento.

 

A agência determinou, ainda, o recolhimento do estoque existente em mercado.

 

Por meio de nota, a Merck S.A. informou que já suspendeu a distribuição, comercialização e uso dos lotes em questão e solicitou o recolhimento do estoque. “A medida foi uma ação pontual e preventiva e não compromete a comercialização de outros lotes do medicamento Serophene 50mg”.

 

Ainda de acordo com a empresa, não foram encontradas evidências de que os níveis detectados da impureza apresentem risco ao paciente.

 

Fonte: Agência Brasil

"A injustiça ambiental tem cara. A de Antônio Filho, morador do bairro de Piquiá de Baixo, em Açailândia, Maranhão, destruído a partir da instalação de indústrias siderúrgicas ao redor das casas da comunidade. Ou a de Patrícia Generoso, de Conceição do Mato Dentro, em Minas Gerais, por onde passa um mineroduto de 525 quilômetros". É o que afirma a reportagem de capa da primeira Radis de 2015, que mostra como o 2º Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente (Sibsa), realizado em Belo Horizonte, em outubro, pôde mostrar essas caras. Organizado pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), o encontro promoveu a articulação da academia com os movimentos sociais, reconhecendo os envolvidos em conflitos territoriais não como objetos de pesquisa, mas como sujeitos de resistência.


Usando a cobertura do simpósio como mote, a série de reportagens da Radis mostra a importância de tratar saúde e ambiente como temas simbióticos, de forma a enfrentar as contradições do atual modelo de desenvolvimento do país, em que o capital avança sobre a natureza. Conflitos ambientais, disputas por território, neoextrativismo, "economia da morte" e o papel-chave do Estado na geração de injustiças foram alguns dos temas abordados nas palestras. Mas também a construção das resistências e alternativas, com seu potencial dinâmico e emancipatório. Por isso, a Radis traz também histórias como a de Maria Teresa, a Teca, que lidera o grupo de moradores da Serra do Gandarela, em Minas Gerais, na luta contra a instalação de minas no santuário natural. E de Antônio Filho e de seus vizinhos, que há quase uma década enfrentam o terror de conviver com usinas de ferro gusa e sua fuligem tóxica.


A revista traz ainda cobertura do debate Coronelismo Eletrônico: teoria e prática política no Brasil, ocorrido em novembro de 2014, na Casa da Ciência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e um perfil do sanitarista Eleutério Rodriguez Neto, um dos idealizadores do SUS.


Veja a edição na íntegra:
http://www6.ensp.fiocruz.br/radis/sites/default/files/radis_148_web.pdf


Fonte: Portal Fiocruz

Os benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foram reajustados para aposentados e pensionistas que recebem acima de um salário mínimo. No Diário Oficial da União desta segunda-feira (12), os ministérios da Previdência Social e da Fazenda anunciaram que os valores serão corrigidos em 6,23%, percentual referente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).


Com a Portaria nº 13, o teto desses benefícios, ou seja, o valor máximo a ser pago, passa a ser R$ 4.663,00. Segundo o Ministério da Previdência, 177.270 benefícios que antes estavam na faixa de R$ 724,00 a R$ 741,79 serão equivalentes ao salário mínimo.


No caso do salário-família, o valor pago por filho ou equiparado, com idade até 14 anos, será R$ 37,18 para os segurados que tenham remuneração mensal que não ultrapasse R$ 725,02. Para quem tem renda superior a esse valor ou recebe até ou menos que R$ 1.089,72, o valor reajustado será R$ 26,20.


Outro benefício que está na portaria é o auxílio-reclusão, pago aos dependentes de segurados presos em regime fechado ou semiaberto. Poderão receber o auxílio os dependentes daquele segurado que tem salário de contribuição igual ou inferior a R$ 1.089,72. Com a publicação, os novos valores já estão em vigor.


Fonte: Agência Brasil – Michele Canes

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