Realizada primeira Assembléia de Farmácias, Drogarias e Distribuidoras da Campanha Salarial 2015 – sugestões continuam sendo acolhidas

 

Foi realizada ontem, 27/01, na sede do Sinfarmig em BH, a primeira assembléia do setor de Farmácias, Drogaria e Distribuidoras em Minas Gerais. Foram discutidas várias cláusulas da pauta de reivindicações que está sendo montada com a participação de farmacêuticos de todo o estado.  

 

Atenção: O Sinfarmig continua a receber as sugestões de pauta para compor a pauta. Elas devem ser enviadas para o e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..   

 

O documento final, com todas as reivindicações apresentadas e discutidas nas assembléias  de Belo Horizonte, Varginha, Divinópolis, Uberlândia, Ipatinga, Montes Claros e Juiz de Fora - a serem realizadas ao longo dos meses de janeiro e fevereiro - é que será encaminhado ao sindicato patronal para ser negociada.

 

Lembrando que a data-base do setor de Farmácias, Drogarias e Distribuidoras é março, mês a partir do qual passam a vigorar as novas condições de trabalho e salário negociadas pelo sindicato profissional e o patronal.

 

Neste momento, é hora de apontar mudanças para que o Sinfarmig possa apresentar e negociar com os patrões.

 

Centenas de pessoas foram abordadas em panfletagem sobre o uso racional de medicamentos hoje, quarta-feira, 28, na Praça Sete,  centro de BH. O evento foi promovido  pelas seguintes entidades farmacêuticas: Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais – SINFARMIG,  Conselho de Farmácia de Minas Gerais (CRF-MG),  Associação Mineira de Farmacêuticos Homeopatas (AMFH), Associação Mineira de Farmacêuticos (AMF) e Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais  (Anfarmag) – Regional Minas Gerais.  

 

O movimento também visou reforçar o primeiro ano de vigor da Lei Municipal 10.774/2014 que institui a última semana do mês de janeiro de cada ano como a Semana de Conscientização e de Combate à Automedicação em Belo Horizonte.
O diretor do Sinfarmig Rilke Públio destacou ao microfone que é um direito da  população buscar as informações seguras sobre medicamentos nas farmácias com os profissionais farmacêuticos.   

 

A diretora Júnia Lelis ressaltou que campanhas educativas como esta são muito importantes para orientar a população sobre os riscos da automedicação. Ela completou dizendo que esse tipo de ação precisa ser freqüente e mirar o longo prazo já que trabalha com a mudança de hábitos da população.
 

Brasília - Camisinha, testagem e tratamento são os focos da campanha de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis (DST), lançada hoje (28) pelo Ministério da Saúde, para o período que antecede o carnaval. O slogan "#partiuteste", usado desde dezembro, tem como principal público alvo os jovens entre 15 e 25 anos. A campanha distribuirá 70 milhões de camisinhas por todo o país.

 

A campanha também prevê a distribuição de camisinhas. O preservativo estará em displays instalados nos banheiros dos aeroportos do Rio de Janeiro, Salvador e Recife.

 

Os gays, transexuais e profissionais do sexo também são público alvo da campanha. O slogan foi lançado no Dia Mundial de Combate a Aids, estimulando que todos com vida sexual ativa façam o teste rápido da aids.

 

Fonte: Agência Brasil

Há 11 anos à espera do julgamento dos responsáveis pelo assassinato do marido, o auditor fiscal do trabalho Nelson José da Silva, morto no episódio que ficou conhecido como a chacina de Unaí, a secretária Helba Soares da Silva diz estar envergonhada e desanimada pela demora no desfecho do caso e por ter que “mendigar” justiça.

 

Em 2004, em meio a uma fiscalização em fazendas na cidade mineira de Unaí, a 170 quilômetros de Brasília, com indícios de prática de trabalho escravo, três auditores fiscais do trabalho – Eratóstenes de Almeida Gonsalves, João Batista Soares Lage e Nelson, além do motorista do Ministério do Trabalho Ailton Pereira de Oliveira – foram brutalmente assassinados por pistoleiros. Em memória dos servidores,  28 de janeiro foi instituído como Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo.

 

Para lembrar a data e cobrar rapidez no julgamento, representantes do Sindicato Nacional dos Auditores fiscais do Trabalho e de várias organizações ligadas à temática do combate ao trabalho escravo farão hoje (28) um ato em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Mais de uma década depois do crime, os acusados de serem mandantes da chacina, entre eles, os fazendeiros Antério e Norberto Mânica, ainda não foram a júri. “Sinceramente, estou com vergonha de ir lá [a Brasília] pela décima primeira vez mendigar justiça, pedir que aqueles homens olhem o processo. Não foi apenas contra pessoas, mas contra o Estado brasileiro. Sinceramente, eu vou para o ato, mas vou envergonhada, tenho até vergonha de estar falando com vocês”, disse Helba à Agência Brasil.

 

Para ela, depois de mais de dez anos, a impunidade se transformou em uma ferida que não cicatrizou. “Não acaba, tem 11 anos e a gente não pode enterrá-los. Não tem como você enterrar uma pessoa esperando o julgamento dos assassinos, sabendo quem foi, a motivação. Até hoje não teve o julgamento. A gente é leigo, mas vamos aprendendo, entendendo e dói muito”, lamentou Helba.

 

A secretária acredita que a repercussão do crime, incialmente, provocou mudanças positivas, mas a demora na conclusão do caso disseminou a sensação de impunidade. “[A situação] na cidade [de Unaí] mudou, porque agora qualquer um se acha no direito de ameaçar fiscal. Em Unaí quase não há fiscalização porque os auditores têm medo de ir para lá. Já tive contato com auditores de outros estados que foram para lá e deixaram a cidade depois de várias ameaças. Os grandes proprietários de terra acham que nada acontece com eles”.

 

O chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério do Trabalho, Alexandre Lyra, informou, no entanto, que não há dados que comprovem o aumento das ameaças e tentativas de intimidação de auditores fiscais depois da chacina.

 

“A gente não tem um aumento considerável de ameaças aos fiscais em razão da chacina de Unaí. Mas é bom que fique claro que é uma busca incessante da inspeção que os mandantes sejam punidos. Seria bom para o Estado brasileiro, para os parentes das vítimas, para a inspeção do trabalho que quem cometeu o crime fosse punido. Mas não podemos afirmar que houve aumento de ameaças e intimidações”, disse Lyra à Agência Brasil.

 

Em agosto de 2013, depois de nove anos, três acusados – entre os nove indiciados, um deles já morto – foram julgados e condenados e cumprem pena em Minas Gerais. O julgamento de mais cinco réus deveria ter ocorrido em outubro do mesmo ano, mas uma decisão liminar do STF suspendeu o processo. Os acusados querem a transferência do júri de Belo Horizonte para Unaí.

 

Enquanto o julgamento não acontece, resta a saudade para a viúva Helba Soares da Silva.  “Lembro de tudo, é como se fosse hoje. Ele levantou, os colegas o pegaram aqui na porta de casa. Ele ainda brincou porque havia uma corrente com um crucifixo que tinha deixado na beira da cama. Voltou para buscá-lo e disse que estava saindo com o corpo aberto. Ele saiu dizendo que até as 14h voltaria para almoçar em casa. É complicado.”

 

Fonte: Agência Brasil

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