Para lembrar o Dia Nacional da Vigilância Sanitária (05/08), será realizado um seminário voltado para profissionais que atuam na área em interface com o Sistema Único de Saúde (SUS). O evento programado pela Secretaria Estadual de Saúde de Minas acontecerá nos dias 2 e 3 de agosto, a partir das 9 horas, no auditório do CREA-MG, com apresentação de trabalhos e experiências. A entrada é gratuita.

 

 

Serviço:


Data: 2 de agosto de 2016 – terça-feira


Horário: 10 horas


Local: Auditório do CREA-MG. Av. Álvares Cabral, 1600 – Santo Agostinho. Belo Horizonte – MG


Informações (31) 3916.0438 

 

e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Fonte: SES/MG

Publicado em 28/07/16

 A Anvisa aprovou regulamento que trata do enquadramento de medicamentos como isentos de prescrição (MIPs).

 

A Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou, nesta terça-feira (19/7), novas regras para o enquadramento dos medicamentos na lista daqueles que podem ser adquiridos pela população sem prescrição médica. O texto considera sete critérios para enquadramento dos medicamentos como isentos de prescrição (MIP):

·         tempo de comercialização;

·         segurança;

·         sintomas identificáveis;

·         tempo de utilização;

·         ser manejável pelo paciente;

·         apresentar baixo potencial de risco e

·         não apresentar dependência.

A proposta de texto passou por Consulta Pública no ano passado. Na época, cidadãos, representantes da sociedade civil e do setor regulado tiveram 60 dias para enviar contribuições para o texto, que previa a revisão da norma atualmente vigente, a RDC 138/2003.

A ausência de atualização da lista de MIPs descrita na RDC impossibilitou que medicamentos que tivessem perfil de segurança e uso compatíveis com a venda sem prescrição fossem incorporados à categoria de venda.

O relator da matéria, diretor Fernando Mendes, ressaltou que a possiblidade de reenquadramento de alguns medicamentos como MIPs deverá promover uma melhor informação da população sobre o produto.

Segundo ele, brasileiros utilizam medicamentos tarjados sem a prescrição médica. “Porém, se o princípio ativo tem perfil de segurança adequado e a venda passa a ser permitida sem prescrição médica, a empresa fabricante passa a ter a oportunidade de falar diretamente com a população, informando a posologia e alertando sobre contraindicações e advertências”, alega.

A norma deverá ser publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias e trará prazos de adequação para que as empresas possuidoras do registro de produtos que sejam reenquadrados como livres de prescrição deverão submeter.

 

Fonte: Anvisa

Publicado em 26/07/16



 

Um Projeto de Lei de interesse dos farmacêuticos poderá conferir mais credibilidade à atuação da categoria. O deputado estadual Paulo Lamac  apresentou na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) no início desse mês, o Projeto de Lei (PL) 3.685/2016 que reconhece oficialmente a prescrição farmacêutica realizada após a consulta clínica por profissionais com formação superior em Farmácia. A iniciativa de transformar o projeto em lei foi do Conselho Regional de Farmácia de Minas – CRF/MG, que buscou o apoio do parlamentar. Se for aprovado o PL, a farmácia clínica será consolidada no Estado a exemplo do que já ocorre em Santa Catarina, onde a atividade já foi regulamentada.

 

 

Para reforçar a atuação do farmacêutico como promotor da saúde, o mesmo deputado apresentou proposta de dispositivo à Lei 21.782/2015, que instituiu a Semana de Conscientização e Combate à Automedicação que é comemorada na quarta semana de junho. O parlamentar propõe que a população seja informada sobre a competência técnica do profissional farmacêutico de indicar medicamentos isentos de prescrição médica, conforme disposto nas Resoluções 585 e 586, do Conselho Federal de Farmácia.

 

O projeto de lei prevê, ainda, que seja divulgada uma lista dos nomes que podem ser comercializados sob responsabilidade do farmacêutico, sem retenção de receita, para facilitar o acesso da população e evitar a automedicação.

 

Fonte: CRF/MG

Publicada em 20/07/16 

Em resposta a denúncias de profissionais, o Sinfarmig enviou ofício à Prefeitura de Catas Altas da Noruega nesta sexta-feira, 22 de julho, solicitando providências no sentido de retificação no Edital 01/2016, alterando o valor oferecido de R$ 1300,00  para, no mínimo, R$ 3.747,49 previsto para uma jornada de 40 horas semanais, de modo que o farmacêutico aprovado nesse concurso tenha condições mínimas e dignas para desempenhar suas atividades.

 

O pagamento do salário do farmacêutico pelo setor público abaixo do piso estabelecido pelas entidades sindicais ainda é uma prática freqüente tendo em vista que não há uma normatização estadual ou nacional sobre o assunto.

 

Por se tratarem de farmácias cujo empregador é o município, o salário do profissional farmacêutico, seja por concurso ou contrato, seguirá a legislação ou determinação municipal. Dessa forma, os gestores precisam ser convencidos a seguir o piso salarial negociado pelo Sinfarmig.

 

“Enviamos um comunicado ao Prefeito demonstrando perplexidade e indignação, explicando que o salário proposto não condiz minimamente com as responsabilidades e seriedade das atividades do farmacêutico. O profissional é responsável pela estratégia terapêutica mais importante e recorrente em todos os serviços de saúde públicos locais que é a terapêutica medicamentosa”, explicou a diretora do Sinfarmig, Júnia Lélis.
 
No ofício, o Sindicato orientou a Administração Municipal para caso não tenha uma referência sobre remuneração para a função de farmacêutico utilize o piso salarial R$ 3.747,49 estabelecido para o setor privado em negociação com o comércio varejista esse ano.
 O Sinfarmig aguarda providências da Prefeitura de Catas Altas da Noruega para a demanda dos farmacêuticos.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicado em 22/07/16

 

 

 

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