Programação da Etapa Nacional da 15ª Conferência Nacional de Saúde tem Marcha em

defesa do SUS no dia 01/12.

 

 
"Vamos começar a 15ª CNS fazendo um grande ato em defesa do SUS, que é uma iniciativa da Frente em Defesa do SUS (ABRASUS). Queremos mostrar que sem uma política pública de Saúde como o SUS, não há democracia", afirma o presidente da Fenafar, Ronald Ferreira dos Santos, que integra o Conselho Nacional de Saúde.

 

 
O ato terá início às 14h com uma concentração na Catedral de Brasília, seguida de marcha e concentração final em frente ao Congresso Nacional. Neste ato será celebrada a criação da Frente em Defesa do SUS, que reúne a sociedade civil em torno da bandeira de fortalecer o SUS, do ponto de vista de oferta de serviços e criar novas fontes de financiamento. Às 18h, será a cerimônia de Abertura, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães.

 

 
Na manhã do segundo dia, está prevista uma mesa para debater, das 8h30 às 10h, o eixo transversal “Reformas democráticas e populares do Estado”. Na sequencia, das 10h30 às 12h30, haverá mesas simultâneas sobre os sete eixos temáticos, que são: “Direito à saúde, garantia de acesso e atenção de qualidade”; “Participação e controle social”; “Valorização do trabalho e da educação em saúde”; “Financiamento do SUS e relacionamento público-privado”; “Gestão do SUS e modelos de atenção à saúde”; “Informação, educação e política de comunicação do SUS” e “Ciência, tecnologia e inovação no SUS”. À tarde, as delegadas e delegados serão divididos em 28 Grupos de Trabalho, para deliberar sobre as cerca de mil propostas definidas nas etapas anteriores.

 

 
No dia 3 de dezembro continuam os trabalhos dos 28 Grupos, sobre as cerca de mil propostas definidas nas etapas anteriores. No dia 4 será a Plenária Final e encerramento da Conferência.

 

 
O credenciamento dos delegados e observadores deve começar às 8h00 de 1º de dezembro e pela manhã serão abertas as tendas de cuidados, atividades paralelas, exposições e ações culturais.
 

 

Veja a íntegra da programação:
 

 

1º DE DEZEMBRO – TERÇA
 
9h00 às 18h00 – Credenciamento
 
10h00 às 12h00 – Atividades Autogestionadas
 
14h00 – Marcha em Defesa do SUS, com concentração na Catedral, seguida de Caminhada.
 
16h30 – Ato em Defesa do SUS, em frente ao Congresso Nacional.
 
19h00 — Cerimônia de Abertura, no Centro de Convenções Ulisses Guimaraes.
 

 

2 DE DEZEMBRO – QUARTA
 
9h00 às 14h00 – Credenciamento
 

 

8h00 às 10h00 – Mesa de ABERTURA “Reformas Democráticas e Defesa do SUS”
 
local: Auditório PRINCIPAL (Sala 1)
Marcelo Castro – Ministro de Estado da Saúde
Jandira Feghali – Deputada Federal (PC do B/RJ)
Marcio Pochmann – Fundação Perseu Abramo
 
10h30 às 12h30 DIÁLOGOS TEMÁTICOS
 

 

1 – DEMOCRACIA , PARTICIPAÇÃO E COMUNICAÇÃO PARA O SUS –
 
local: – Sala 2
Maria do Socorro de Souza –Presidenta do Conselho Nacional de Saúde
Marcelo Lavenere – OAB/Comissão de Justiça e Paz da CNBB
Altamiro Borges – Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé
 

 

2 – VALORIZAÇÃO DO TRABALHO E FORMAÇÃO NO SUS
 
Local: Sala Sala 3
Naomar de Almeida Filho – Reitor da UFSB
Maria Helena Machado –Pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz
Heider Aurélio Pinto – Secretário de Gestão do Trabalho em Saúde do Ministério da Saúde – SGETS/MS
 

 

3 – DIREITO À SAÚDE: ACESSO COM QUALIDADE E EQUIDADE PARA CUIDAR BEM DAS PESSOAS
 
local: Auditório – Principal (Sala 1)
Érica Kokay – Deputada Federal (PT/DF)
Carlos Ferrari – Conselheiro Nacional de Saúde
Emerson Merhy – Professor Titular da UFRJ
 

 

4 – DIREITO UNIVERSAL À SAÚDE, FINANCIAMENTO E RELAÇÃO PÚBLICO/PRIVADO
 
local: Sala Sala 4
 
Jurandi Frutuoso – Conselho Nacional de Secretarias Estaduais de Saúde – Conass
Ronald Ferreira dos Santos – Conselheiro Nacional de Saúde
Mauro Junqueira – Presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde – Conasems
 

 

5 – CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO NO SUS
 
local : Sala Sala 5
 
Paulo Gadelha – Presidente da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz
Norberto Rech – Professor da UFSC
Joaquín Molina – Representante da OPAS no Brasil
 

 

6 – GESTÃO DO SUS E OS MODELOS DE ATENÇÃO À SAÚDE
 
local: Sala 6
 
Gastão Wagner de Sousa Campos – Presidente da Abrasco
Fausto Pereira dos Santos – Secretário Estadual de Saúde de MG
Lenyr Santos – Secretária de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde
 

 

12h00 – Almoço / Atividades Culturais
 

 

14H00 – GRUPOS DE TRABALHO
 
I – Direito à Saúde, Garantia de Acesso e Atenção de Qualidade ( Salas 1, 8, 9 e 10)
II – Participação social ( Salas 2, 11, 12 e 13)
III – Valorização do trabalho e da educação em saúde ( Salas 3, 14, 15 e 16) IV – Financiamento do SUS e Relação Público-Privado ( Salas 4, 17, 18 e 19) )
V – Gestão do SUS e Modelos de Atenção à Saúde ( Salas 5, 20, 21 e22)
VI – Informação, Educação e Política de Comunicação do SUS ( Salas 6, 23, 24 e 25)
VII – Ciência, Tecnologia e Inovação no SUS (Salas 7, 26, 27 e 28)
 
TODAS AS SALAS, TODOS OS GRUPOS: Reformas democráticas e populares do Estado (Eixo Transversal)
 

 

19h00 – Jantar / Atividades Culturais
 

 

3 DE DEZEMBRO – QUINTA
 
8h00 – Grupos de Trabalho
 
12h00 – Almoço / Atividades Culturais
 
14h00 – Grupos de Trabalho
 
18h00 – Abertura da Plenária Final
 
19h30 – Jantar
 

 

4 DE DEZEMBRO – SEXTA
 
8h30 – Plenária Final
 
12h00 – Almoço / Atividades Culturais
 
14h00 – Plenária Final
 
18h00 – Encerramento da Conferência
 

 

Fonte: Fenafar

O Brasil tem uma das maiores diferenças entre salários de homens e mulheres com o mesmo nível de formação analisadas no relatório Education at a Glance 2015: Panorama da Educação, lançado mundialmente hoje (24). A renda média de uma mulher com educação superior no país representa cerca de 62% da renda média de um homem com o mesmo nível de escolaridade. Com o resultado, o Brasil, juntamente com o Chile, aparece em último lugar na avaliação dessa disparidade, dentre os países que disponibilizaram dados.

 

O Education at a Glance 2015: Panorama da Educação é a principal fonte de informações comparáveis sobre a educação ao redor do mundo. A publicação oferece dados sobre a estrutura, o financiamento e o desempenho de sistemas educacionais de 46 países: 34 deles são membros da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), alguns países parceiros, além dos membros do Grupo dos 20 (G20).

 

A publicação mostra que, no Brasil, 72% de homens com ensino superior ganham mais que duas vezes a média da renda nacional. Entre as mulheres isso ocorre com 51% das que têm ensino superior. "A desigualdade de renda entre gêneros é igualmente grande entre homens e mulheres cujo nível mais alto de escolaridade é o ensino médio regular ou a educação profissional", acrescenta o texto.

 

Considerando apenas a população entre 35 e 44 anos, com formação acadêmica ou educação técnica de nível médio, o Brasil registra a sexta maior diferença nas remunarações. O salário das mulheres representa cerca de 65% do dos homens com a mesma formação e faixa etária.

 

A disparidade salarial é ainda maior na Coreia, Eslováquia, Estônia, em Israel e também na Hungria, onde as mulheres ganham pouco menos de 60% do salário dos homens. No ranking, quanto maior a disparidade, mais alta a colocação. Já o país com a menor diferença salarial entre os gêneros é a Bélgica, onde os salários das mulheres representam cerca de 87% do dos homens com a mesma formação.

 

No Brasil, as mulheres também são maioria entre os que não estudam nem trabalham, grupo conhecico como nem-nem. Em 2014, 27,9% das mulheres de 15 a 29 anos estavam nessa situação, enquanto 12,7% dos homens estavam no grupo. As médias da OCDE são respectivamente 17,9% e 13,2%.

 

A OCDE é uma organização internacional composta por economias com elevados PIB per capita e Índice de Desenvolvimento Humano e são considerados países desenvolvidos. Os representantes do grupo promovem o intercâmbio de informações e alinham políticas, com o objetivo de potencializar seu crescimento econômico e colaborar com o desenvolvimento de todos os demais países membros.

 

Fonte: Agência Brasil, repórter Mariana Tokarnia

Por Intervozes em 23 de novembro de 2015

 

Entidades da sociedade civil defensoras do direito à comunicação e da democratização da mídia entregaram, na manhã desta segunda-feira (23/11), ao Ministério Publico Federal (MPF), uma representação denunciando 32 deputados federais e oito senadores por serem concessionários de rádio e TV. A expectativa é de que o MPF, por meio de suas sedes estaduais, entre com ações para cancelar as licenças.

 

A ação se baseia no Artigo 54 da Constituição Federal, que proíbe congressista de firmar ou manter contrato com empresa concessionária de serviço público. Ainda, jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) confirma o entendimento: na Ação Penal 5301, o STF afirmou que os artigos 54, I, “a” e 54, II, “a” da Constituição contêm uma proibição clara que impede deputados e senadores de serem sócios de pessoas jurídicas titulares de concessão, permissão ou autorização de radiodifusão.

 

Segundo a Ministra Rosa Weber, “a proibição específica de que parlamentares detenham o controle sobre empresas (…) de radiodifusão” visou evitar o “risco de que o veículo de comunicação, ao invés de servir para o livre debate e informação, fosse utilizado apenas em benefício do parlamentar, deturpando a esfera do discurso público.”

 

Para ela, “democracia não consiste apenas na submissão dos governantes a aprovação em sufrágios periódicos. Sem que haja liberdade de expressão e de crítica às políticas públicas, direito à informação e ampla possibilidade de debate de todos os temas relevantes para a formação da opinião pública, não há verdadeira democracia”. E “para garantir esse espaço livre para o debate público, não é suficiente coibir a censura, mas é necessário igualmente evitar distorções provenientes de indevido uso do poder econômico ou político”.

 

As organizações da sociedade civil requerem que o Ministério Público Federal promova ações para cancelar as concessões, permissões e autorizações de radiodifusão outorgadas a pessoas jurídicas que possuam políticos eleitos como sócios ou associados. Além disso, exigem a responsabilização do Ministério das Comunicações pela falta de fiscalização do serviço público de radiodifusão.

 

Na última quinta-feira (19/11), o MPF de São Paulo já havia protocolado ação contra veículos de radiodifusão associados aos deputados federais Antônio Bulhões (PRB); Beto Mansur (PRB) e Baleia Rossi (PMDB), um indicativo de que concorda com o entendimento que políticos não podem ser concessionários de rádio e TV.

 

A representação é uma articulação das organizações da sociedade civil que compõe o Fórum Interinstitucional pelo Direito à Comunicação (Findac), que reúne procuradores federais, entidades da sociedade civil e institutos de pesquisa. Diversas outras entidades também assinam a representação, como apoio à iniciativa, solicitando que o MPF tome providências em relação aos parlamentares concessionários de radiodifusão nos diferentes estados brasileiros. Em 2015, o Findac recebeu o Prêmio República 2015 de Valorização do Ministério Público Federal, promovido pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR).

 

O combate aos coronéis da mídia não se limita a deputados federais e senadores. Ele deve chegar também a parlamentares e chefes dos executivos estaduais e municipais, assim como em parentes e laranjas.

 

Confira abaixo a relação dos 40 deputados federais e senadores sócios de empresas prestadoras de serviços de radiodifusão que aparecem no Sistema de Acompanhamento de Controle Societário – Siacco, da Anatel:

 

Deputados Federais
1. Adalberto Cavalcanti Rodrigues, PTB-PE
2. Afonso Antunes da Motta, PDT-RS
3. Aníbal Ferreira Gomes, PMDB-CE
4. Antônio Carlos Martins de Bulhões, PRB-SP
5. Átila Freitas Lira, PSB-PI
6. Bonifácio José Tamm de Andrada, PSDB-MG
7. Carlos Victor Guterres Mendes, PMB-MA
8. César Hanna Halum, PRB-TO
9. Damião Feliciano da Silva, PDT-PB
10. Dâmina de Carvalho Pereira, PMN-MG
11. Domingos Gomes de Aguiar Neto, PMB-CE
12. Elcione Therezinha Zahluth Barbalho, PMDB-PA
13. Fábio Salustino Mesquita de Faria, PSD-RN
14. Felipe Catalão Maia, DEM-RN
15. Felix de Almeida Mendonça Júnior, PDT-BA
16. Jaime Martins Filho, PSD-MG
17. João Henrique Holanda Caldas, PSB-AL
18. João Rodrigues, PSD-SC
19. Jorginho dos Santos Mello, PR-SC
20. José Alves Rocha, PR-BA
21. José Nunes Soares, PSD-BA
22. José Sarney Filho, PV-MA
23. Júlio César de Carvalho Lima, PSD-PI
24. Luiz Felipe Baleia Tenuto Rossi, PMDB-SP
25. Luiz Gionilson Pinheiro Borges, PMDB – AP
26. Luiz Gonzaga Patriota, PSB-PE
27. Magda Mofatto Hon, PR-GO
28. Paulo Roberto Gomes Mansur, PRB-SP
29. Ricardo José Magalhães Barros, PP-PR
30. Rodrigo Batista de Castro, PSDB-MG
31. Rubens Bueno, PPS-PR
32. Soraya Alencar dos Santos, PMDB-RJ

Senadores
33. Acir Marcos Gurgacz, PDT-RO
34. Aécio Neves da Cunha, PSDB-MG
35. Edison Lobão, PMDB-MA
36. Fernando Affonso Collor de Mello, PTB-AL
37. Jader Fontenelle Barbalho, PMDB-PA
38. José Agripino Maia, DEM-RN
39. Roberto Coelho Rocha, PSB-MA
40. Tasso Ribeiro Jereissati, PSDB-CE

Assinam a representação:

Artigo 19 (membro Findac)
Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé (membro Findac)
Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social (membro Findac)
Andi – Comunicação e Direitos
AJD – Associação Juízes para a Democracia
INESC – Instituto de Estudos Socioeconômicos
Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social
FNDC – Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação
IDEC – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor
Levante Popular da Juventude
MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
MTST – Movimento dos Trabalhadores Sem Teto
Proteste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor

A Anvisa suspendeu a distribuição, a fabricação, a comercialização e o uso  dos produtos Soft Laser IR -303; Soft Laser IRL 1701; Eletroestimulador TE 99 - Simples e Dual; Aparelho Max 1004, E.A. V 1047 Theratest; Biotest; Aparelho de Lateralidade de Nogier; Analyser Diagnóstico (Ryodoraky + Tratamento e Ruodoraku), bem como todos os produtos  sujeitos à vigilância sanitária e fabricado  pela empresa Ailton Batista Braga – ME. Nenhum deles possui registro na Anvisa. Além disso, a empresa também não detém autorização de funcionamento.

 

Com a decisão, a empresa deve promover o recolhimento do estoque existente no mercado.

 

A medida consta da Resolução 3.230/2015, publicada nesta terça-feira (24) no Diário Oficial da União (DOU).

 

Fonte: Imprensa Anvisa

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