Uma alteração na fórmula de composição de diversos lotes do medicamento NATRILIX®  1,5 mg SR (indapamida) – comprimido revestido de liberação prolongada, sem o conhecimento prévio da Anvisa, gerou a suspensão do produto.

 

O medicamento é indicado para o tratamento de hipertensão arterial essencial.

 

Os Laboratórios Servier do Brasil Ltda. fabricantes do produto mudaram a composição do comprimido deixando de utilizar o insumo farmacêutico HPMC 15000 MPAS, compensando com quantidade adicional do insumo farmacêutico HPMC 4000 MPAS.

 

Como a alteração feita pela empresa não teve anuência prévia da Agência, a eficiência do comprimido pode ter sido afetada.

 

Confira os lotes suspensos

3003185, 3003432, 3003441, 3003442, 3003717, 3003573, 3003574, 3003575, 3003718, 3003719, 3003720, 3003721, 3003874, 3003875, 3003876, 3003877, 3004019, 3004021, 3004022, 3004023, 3004024, 3004213, 3004214, 3004215, 3004216, 3004415, 3004416, 3004417, 3004418, 3004419, 3004612, 3004613, 3004614, 3004615, 3004697, 3004698, 3004699, 3004700, 3004909, 3004910, 3004911, 3004912, 3004913, 3005016, 3005017, 3005018, 3005019, 3005222, 3005223, 3005224, 3005225, 3005498, 3005499, 3005500, 3005501, 3005502, 3005687, 3005688 e 3005689

 

A medida está na Resolução 220/2016, publicada quarta-feira (27/1), no Diário Oficial da União (DOU).

 27 de janeiro de 2016

 

IMPRENSA ANVISA 

 

Com PL de Cunha, as mulheres vítimas de violência serão criminalizadas

 

 

 

A agenda parlamentar de 2016 tende a ser movimentada para a classe trabalhadora. Já se sabe que o Congresso eleito em 2014 é o mais conservador desde a ditadura militar. Como o portal da CUT já divulgou, existem no mínimo dez pautas retrogradas agendadas na Câmara dos Deputados e no Senado, inclusive, algumas relacionadas à vida das mulheres, como o caso do Projeto de Lei (PL) 5.069.

 

Esse PL propõe alterar o Código Penal Brasileiro, ampliando a previsão de crimes ligados ao aborto e agravando as penas já existentes, dificultando, assim, o atendimento médico à mulher vítima de estupro, de aborto espontâneo e mesmo de complicações em caso de aborto clandestino.

Caso essa lei seja aprovada, as mulheres vítimas de violência sexual não terão mais direito de procurar diretamente a rede de saúde para evitar uma gravidez ou mesmo se prevenir de doenças sexualmente transmissível (DST). De acordo como o PL 5069, antes de receber o atendimento médico, a mulher precisará ser atendida pela polícia e fazer um exame de corpo de delito para provar que realmente foi estuprada.

 

Segundo a advogada Patricia Brasil, com a aprovação do PL, o relato da agressão física para polícia antes de obter tratamento de saúde só aumenta o trauma da violência.

Na prática, o relato da mulher não será mais suficiente. Além disso, as mulheres correm riscos de não encontrar delegacia especializada aberta aos finais de semana e aumentam as possibilidades de uma gravidez indesejada e de infecção por DST, já que resultados de perícias costumam demorar até dez dias.

O Projeto de Lei 5.069 surgiu de uma proposição apresentada em fevereiro de 2013 por um grupo de deputados federais, entre eles o atual presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

O PL foi aprovado na CCJ da Câmara, principal comissão permanente daquela casa. De acordo com o regimento interno, o projeto deve seguir para a Comissão de Finanças e Tributação e em seguida para o plenário da para votação. Pode ainda ter a tramitação acelerada por deliberação do presidente da Casa, em alguns casos, afastando-se a votação em plenário, substituindo-a pelo voto em bloco das bancadas e lideranças partidárias.

“As mulheres são, de fato, as principais atingidas por esse e por outros projetos dessa agenda conservadora. Isso se relaciona a alguns fatores que nem de longe revelam uma preocupação com as mulheres em si, mas com a restrição de seus direitos”, explicou a advogada.

Para Patrícia, o Congresso está na contramão de uma tendência mundial de ampliação da cidadania das mulheres e da própria realidade social brasileira.

por Érica Aragão, da CUT publicado 26/01/2016 17:15, última modificação 26/01/2016 17:45

NINJA/REPRODUÇÃO

Participe! Venha lutar por melhores condições de trabalho e salário!
 

 

A campanha terá início com a assembléia para montar a pauta de reinvindicações, a mesma acontecerá na cidade de Belo Horizonte e já tem horário e local definidos, conforme edital publicado hoje, 27/01. As Assembléias das cidades de Betim, Ipatinga e Divinópolis terão os locais e horários divulgados nos próximos dias.    

 

 

 

Confira data, horário e local da primeira Assembleia no Estado: 

 

 

 

Belo Horizonte: 02/02/2016 - às 18h30, em primeira convocação, na sede do Sinfarmig: Rua Tamoios, nº 462, 12º andar, sala 1205 - Centro, BH

 

 

 

Confira mais informações no Edital:

 

 

 

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA – SINDICATO DOS FARMACÊUTICOS DO ESTADO DE MINAS GERAIS - SINFARMIG, com base territorial compreendida no Estado de Minas Gerais, convoca, na forma estatutária, todos os trabalhadores farmacêuticos associados e interessados que laboram em Farmácias, Drogarias e Distribuidoras de Medicamentos para comparecerem à Assembleia Geral Extraordinária (AGE) a realizar-se às 18:30 horas do dia 02/02/2016, na Sede do Sinfarmig na Rua Tamoios, nº 462, 12º andar, sala 1205, Centro, em Belo Horizonte/MG, sendo que a Assembleia Geral Extraordinária será instalada, em primeira convocação e, na falta de quórum mínimo estabelecido pelo Estatuto Social, trinta minutos depois, em segunda convocação, com qualquer número de presentes: para discussão e deliberação sobre a seguinte ordem do dia: a) Discussão e aprovação da pauta de reivindicações para renovação do instrumento normativo de trabalho com vigência a partir de 01/03/2016 a ser encaminhada à Federação do Comércio do Estado de Minas Gerais – Fecomércio-MG e ao Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais – SINCOFARMA-MG; b) autorizar a diretoria do SINFARMIG a empreender negociações e celebrar convenção coletiva de trabalho com as respectivas representações patronais; c) discussão e aprovação da taxa assistencial a favor do Sindicato Profissional; d) autorizar o Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais a ajuizar dissídio coletivo se frustradas as negociações; e) discussão e deliberação sobre a transformação em assembleia permanente; f) outras deliberações conseqüentes.

 

 

 

Belo Horizonte, 27 de janeiro de 2016.

 

 

 

Farmª Júnia Dark Vieira Lelis Ligório

Diretora da Secretaria de Administração e Finanças do Sinfarmig.

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