Foto: Sitram Centro Oeste 

 

Os serviços de atenção farmacêutica e demais atendimentos públicos estão funcionando parcialmente em Divinópolis há mais de 10 dias. Eles protestam contra a decisão da Prefeitura de não repor as perdas inflacionárias relativas referentes a 2015. Numa assembleia realizada nesta quarta, 13, os servidores municipais recusaram a contraproposta de 3/% de recomposição salarial. Os trabalhadores consideram a decisão do Prefeito Vladimir Azevedo absurda e desrespeitosa. Até o ano passado os reajustes eram garantidos com base em uma lei municipal vinculada ao INPC.

Entretanto, houve uma mudança na lei e a Administração Municipal conseguiu aprovar um novo projeto na Câmara Municipal com índice do IPC da EAD-UFMG. A vigência da lei só tem início a partir de 2017, enquanto isso a Prefeitura acordou com a categoria que pagaria o reajuste de 11,27% referente a inflação em 2016. Contudo, na data-base de março, Wladimir Azevedo informou que não poderia honrar com o compromisso e criou um impasse com a categoria que resolveu entrar em greve.

O indicativo foi votado no dia 28 de março durante a primeira paralisação de 24 horas dos trabalhadores. Desde então as farmácias públicas municipais estão funcionando apenas meio horário, o laboratório de análises clínicas cumprindo escala mínima de 30% do efetivo, assim como as unidades de saúde. A adesão está perto de 80% dos funcionários públicos deixando escolas paradas, serviços de protocolo, arrecadação, IPTU, engenharia e serviços, biblioteca totalmente parados diante da intransigência do Prefeito. A mobilização dos trabalhadores chegou à Câmara Municipal onde os servidores têm comparecido às sessões de votação exigindo o trancamento da pauta. Mais Informações http://migre.me/tvGQD

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sinfarmig

 

 

 

 

“Só quero (queremos) saber do que pode dar certo, não temos tempo a perder”. Aquela conhecida letra de uma música dos Titãs norteou a atuação do Sinfarmig na segunda rodada de negociações dos profissionais que atuam em farmácias, drogarias e distribuidoras, na tarde dessa segunda (11). Depois de quase três horas de argumentações da diretoria do Sinfarmig, os representantes do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de Minas Gerais- Sincofarma/MG anunciaram uma oferta de reajuste de apenas 8,5%. O índice abaixo da inflação acumulada no período de 1º de março de 2015 até 28 de fevereiro de 2016, de 11,07%, foi imediatamente recusado pelos farmacêuticos. “Nós representamos milhares de profissionais no Estado e não aceitaremos propostas como esta que não condizem com a responsabilidade de um farmacêutico. A categoria espera um ano por este momento de poder sentar à mesa, negociar e ver as suas reivindicações transformadas em conquistas” argumentou a diretora Júnia Lelis. 

 

 A entidade patronal manteve o discurso da crise para justificar a proposta apresentada que não repõe nem as perdas inflacionárias do período e pediu que os farmacêuticos fossem compreensivos. O Sincofarma/MG insistiu na tese de que trabalha pela manutenção dos empregos e que não há como avançar em relação ao aumento real. A diretoria do Sinfarmig contestou mostrando os dados do faturamento do comércio varejista e o recente reajuste dos medicamentos acima da inflação.

 

Júnia Lelis insistiu na cláusula da obrigatoriedade da conta-salário para os farmacêuticos, que foi uma das mais solicitadas nas assembléias da categoria. Mas o Sincofarma/MG novamente negou o pedido dizendo que a prática poderia engessar a forma de pagamento aos trabalhadores e inviabilizar algumas contratações. O Assessor Jurídico do Sinfarmig, Luciano Marcos, lembrou que a conta-salário não gera custo para o empregador e é uma segurança para o empregado. Além disso, é respaldada pela Portaria MTE n. 3281/84. O Advogado sugeriu ao sindicato patronal que encontre uma alternativa e apresente na próxima reunião de modo a atender essa solicitação.

 

 Sem acordo a entidade patronal solicitou um prazo para estudar nova contraproposta para as reivindicações. Júnia Lélis terminou a reunião enfatizando que o Sinfarmig nunca fechou uma convenção no comércio varejista abaixo do INPC e essa não será a primeira vez.  A diretoria aguarda também, uma resposta para outros pontos da pauta como ganho real de 5%, adicional de 10% para o RT, hora extra de 200% aos domingos e feriados e adicional de insalubridade de 20% sobre o salário-base.

 

Uma nova reunião ficou agendada para o dia 20 de abril, às 10h30, na sede da Federação do Comércio à Rua Curitiba, 561/5º andar, Centro de BH. A negociação coletiva é aberta à categoria e a diretoria do Sinfarmig acredita que a participação dos farmacêuticos pode ser decisiva nesse momento da campanha salarial

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

 

 

Na próxima segunda, 11 de abril, será realizada a segunda rodada de negociações entre os profissionais que atuam em farmácias, drogarias e distribuidoras com o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de Minas Gerais- Sincofarma/MG. A reunião será às 15h, na sede da Federação do Comércio à rua Curitiba, 561, 10º andar, Centro de BH. A reunião de negociação coletiva é aberta a categoria e a diretoria do Sinfarmig conta com o comparecimento de todos os farmacêuticos.

 

No dia 28 de abril, durante a primeira reunião de discussão da pauta, os farmacêuticos recusaram a contraproposta da entidade patronal de apenas 5,7%, índice muito abaixo do reivindicado pelos farmacêuticos e não houve acordo. A categoria pede reposição das perdas inflacionárias (11,07%), entre outras como ganho real de 5%, adicional de 10% para o RT, hora extra de 200% aos domingos e feriados, adicional de insalubridade de 20% sobre o salário-base e  conta-salário (pagamento obrigatório por depósito bancário). 

 
A diretora, Júnia Lélis, convoca os profissionais para que todos participem da campanha salarial.  Segundo ela, todos devem participar porque com a mobilização de todos reforça o movimento.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

 

 

O Portal Anvisa disponibilizou um novo para notificação de eventos adversos envolvendo cosméticos.  O documento, de fácil preenchimento, permite que o cidadão comunique à Agência qualquer problema relacionado a esses produtos.

O envio do formulário passa a ser automático, o que possibilita maior praticidade e simplificação do processo, eliminando a etapa de envio do formulário pelo cidadão notificador.

A expectativa é de que, com este novo formulário, a qualidade das notificações seja ampliada. Isso porque o novo procedimento reduzirá o recebimento de notificações de reações adversas com dados incompletos ou incorretos que retardam a identificação dos possíveis riscos à saúde e a adoção de medidas sanitárias para proteção da saúde da população.

 O Formulário complementa o sistema Notivisa para o registro de problemas relacionados ao uso de produtos cosméticos. Ele foi desenvolvido para receber as notificações de incidentes, eventos adversos (EA) e queixas técnicas (QT) relacionadas ao uso de produtos e de serviços sob vigilância sanitária. Leia mais... http://migre.me/tsXJw

 

 

 Fonte: Anvisa

 

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