O Supremo Tribunal Federal (STF) interrompeu ontem (28), mais uma vez o julgamento da validade de decisões judiciais que determinam o fornecimento de medicamentos de alto custo sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Desta vez, a suspensão ocorreu depois de pedido de vista do ministro Teori Zavascki sem data para retomada do julgamento. No último dia 15, a análise havia sido suspensa por um pedido de vista do ministro Luís Roberto Barroso. Até agora, três ministros já votaram.

No início da sessão, o ministro Marco Aurélio, relator do caso no STF, reajustou voto proferido na sessão anterior e determinou que a entrega dos medicamentos fosse garantida pelo governo mesmo se o remédio não tiver registro na Anvisa. Anteriormente, o ministro havia entendido que o fornecimento dependia, entre outros fatores, do registro na agência.

“O Estado está obrigado a fornecer medicamento registrado na Anvisa, como também o passível de importação, sem similar nacional. Desde que comprovada a indispensabilidade para manutenção da saúde da pessoa, mediamente laudo médico e registro no país de origem”, disse o ministro ao revisar seu voto.

Judicialização

Em seguida, o ministro Luís Roberto Barroso abriu a divergência e votou contra a obrigação de fornecer medicamentos experimentais que não são registrados na Anvisa e ponderou que a solução para o caso não é “politicamente simples e moralmente barata”. Segundo o ministro, cada cidadão tem direito aos medicamentos e tratamentos médicos “sem discriminação ou privilégio”. No entanto, de acordo com Barroso, o Ministério da Saúde não pode ser obrigado a fornecer remédios que não têm registro na Anvisa.

Em seu voto, o ministro disse que é preciso retirar do Judiciário a discussão sobre políticas públicas para a saúde. A judicialização, segundo Barroso, traz conseqüências negativas e graves, como a desorganização administrativa do governo, ampla ineficiência da aplicação de recursos públicos e a seletividade no sistema de saúde.

“A verdade é que, como os recursos são limitados e precisam ser distribuídos entre fins alternativos, a ponderação termina sendo entre o direito e à vida de uns e o direito e à vida de outros. A vida e a saúde de quem tem condições de ir a juízo não tem mais valor dos muitos que são invisíveis para o sistema de Justiça”, disse Barroso.

O ministro Edson Fachin entendeu que o Judiciário pode determinar o fornecimento de medicamentos que não estão na lista do Sistema Único de Saúde, desde que alguns parâmetros sejam observados. Após o voto dele, Zavascki pediu vista.

O caso é julgado no STF em um recurso do estado do Rio Grande do Norte contra decisão judicial que determinou o fornecimento ininterrupto de remédio de alto custo a uma portadora de cardiopatia isquêmica e problemas pulmonares. Em outro recurso que chegou ao Supremo, uma paciente processou o estado de Minas Gerais para receber um medicamento que não é registrado na Anvisa.

Fonte: Agência Brasil

Publicado em 29/09/2016

 

 

 

No dia 30/09, a Gerência de Assistência Terapêutica – Gemed promoveu o II Seminário de Assistência Farmacêutica da Secretaria de Saúde de Belo Horizonte. O evento foi voltado para os profissionais da rede municipal de Saúde e abordou temas considerados prioritários para a Assistência Farmacêutica. 

O cuidado farmacêutico, a importância do profissional nos espaços de controle e os indicadores adotados estão entre os assuntos que foram debatidos pelos profissionais de farmácia no Seminário. Entre os convidados Júnia Lélis, que é diretora do Sinfarmig e conselheira municipal de saúde. 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicado em 28/09/16

 

 

 

 

Na próxima segunda-feira, 03/10, a Frente Mineira em Defesa da Saúde volta a se reunir no Conselho Regional de Enfermagem – Coren/MG com o objetivo de traçar estratégias e organizar uma mobilização de alcance nacional em torno do SUS.

 

A Frente Mineira, que se reúne mensalmente adiou a agenda da semana passada e irá realizar o encontro nesse dia. O objetivo do calendário de reuniões é criar um ambiente permanente de discussão sobre o cenário que envolve a tramitação do PL 6126/2013, que trata do Ato Médico, o processo de desestruturação do SUS e demais interferências políticas na saúde. 

 

Em agosto, representantes do Sinfarmig e das outras entidades que compõem a Frente Mineira elaboraram um cronograma de trabalho visando manter ações conjuntas de conscientização da população, principalmente, em torno do PL 6126/2013, que trata do Ato Médico. O Projeto está em processo de apreciação conclusiva nas comissões da Câmara dos deputados. A entidade deseja atuar no fortalecimento da mobilização da sociedade por meio da defesa das 14 profissões que atuam integradas na promoção da saúde no Brasil.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicada em 28/09/16

 

 

 

 

Uma reunião na tarde dessa segunda-feira, 26/09, no Conselho Regional de Enfermagem – Coren/MG pretende mobilizar os integrantes da Frente Mineira em Defesa da Saúde em torno do SUS.  O objetivo é traçar estratégias para realizar ações de alcance nacional.

 

As reuniões mensais estão sendo usadas para criar um ambiente permanente de discussão sobre o cenário que envolve a tramitação do PL 6126/2013, que trata do Ato Médico, o processo de desestruturação do SUS e demais interferências políticas na saúde. 

 

No mês passado, representantes do Sinfarmig e de outras entidades que compõem a Frente criaram uma agenda de trabalho para discutir ações conjuntas visando mobilizar a sociedade, principalmente, em torno do PL 6126/2013, que trata do Ato Médico e está em processo de apreciação conclusiva nas comissões da Câmara dos deputados. A Frente Mineira deseja trabalhar para o fortalecimento da mobilização na sociedade por meio da defesa de 14 profissões que atuam integradas na promoção da saúde no Brasil.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicada em 26/09/16

 

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