O Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais – Sinfarmig está entre os convidados da reunião sobre incentivo farmacêutico que será realizada na tarde desta segunda-feira, 19/12, na Cidade Administrativa com representantes da Secretaria de Assistência Farmacêutica da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES/MG), o Conselho de Secretários Municipais de Saúde de Minas (Cosems) e o Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais - CRF/MG. 

Esta será mais uma etapa da discussão sobre o incentivo para complementação dos salários dos farmacêuticos vinculados ao Programa Farmácia de Todos da SES-MG. A Secretaria acabou de consolidar os dados de um levantamento de iniciativa do diretor do Sinfarmig na regional Norte de Minas, Patrick Carvalho Brito, que foi transformada pela SES/MG em pesquisa online que foi aplicada nos farmacêuticos e gestores de saúde municipais entre os meses de outubro e novembro de 2016. 

A expectativa é de que o incentivo farmacêutico um dos temas mais discutidos pelo Sinfarmig neste ano, seja amplamente debatido. A entidade sindical recebe frequentemente, inúmeras reclamações de profissionais em função do não repasse, assim como pelos baixos salários e pelas grandes responsabilidades que o Programa envolve. Ao realizar o levantamento dos profissionais e ao encabeçar essas discussões desde o início deste semestre, o Sinfarmig reafirma o compromisso e comprometimento com os farmacêuticos que atuam no Sistema Único de Saúde - SUS municipal.

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicada em 19/12/16

 

 

 

 

Profissionais com experiência na indústria farmacêutica e que tenham interesse em morar nas cidades mineiras de Montes Claros, no norte de Minas e Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, podem atualizar os seus currículos. 

A fábrica de medicamentos Hipolabor oferece vagas de emprego para a categoria que deseja uma oportunidade na área e tenha qualificação em farmácia industrial. 

A empresa procura profissionais com perfis de coordenador de produção e coordenador de garantia de qualidade. Os interessados devem encaminhar currículo para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. com pretensão salarial. 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicado em 19/12/16

 

 

 

 

Uma ação gratuita atraiu farmacêuticos de Belo Horizonte e região nesta segunda-feira, 19/12, entre as 8 da manhã  e o meio dia, para a Rua Juiz de Fora, 213 A – Barro Preto. O curso Cosméticos Naturais: um novo mercado em tempos de crise foi ministrado pela professora Eliane Dornellas e era aberto a todos os profissionais que atuam na área ou pretendem trabalhar no segmento. 

 

Ela é engenheira química com especialização em Cosmetologia e atua como professora no curso de Pós-Graduação de Cosmetologia da Faculdade Oswaldo Cruz, em São Paulo e como consultora para desenvolvimento de Cosméticos Naturais da empresa Fator Natural. 

 

A iniciativa é da empresa de cursos Grupo Ideal e quem participou contribuiu apenas com um pacote de fralda descartável infantil ou kit de higiene pessoal (escova de dente, creme dental, xampu, condicionador). As doações serão encaminhadas ao Hospital Sofia Feldman. Informações pelo http://migre.me/vJLvO

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicada em 16/12/16

 

 

 

Afirmação é de relator da ONU para extrema pobreza e direitos humanos; Philip Alston considera a proposta "radical", pois se aprovada, trará impactos negativos na saúde, na educação e na previdência.

 

Antes da aprovação da PEC 55 um especialista da Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou que os planos do governo do Brasil de congelar o gasto público por 20 anos "são totalmente incompatíveis com as obrigações de direitos humanos do país". Philip Alston é relator para extrema pobreza e direitos humanos. Para ele, a PEC 55 levará o prejuízo "serão os mais pobres, já que a emenda irá bloquear gastos na saúde, na educação e na previdência social".

 

"Proposta radical"

A proposta de emenda constitucional foi votada pelo Senado brasileiro na nesta terça-feira, dia 13. O relator da ONU havia recomendado ao governo  promover um debate público adequado sobre a chamada PEC 55 para identificar "alternativas para atingir objetivos de austeridade".

Na opinião de Alston, a medida "é radical, sem qualquer nuance ou compaixão", porque atingirá "os brasileiros mais pobres e frágeis", aumentando as desigualdades sociais. Para o especialista, o congelamento é inapropriado e colocará o "Brasil em uma categoria única de retrocesso social".

 

Recessão

Ele também avaliou que o atual "governo chegou ao poder depois de um impeachment e nunca apresentou seu programa", o que para o relator, levanta maiores preocupações sobre "a proposta de amarrar as mãos de futuros governantes". Em sua nota, o relator da ONU lembra que o governo alega que o congelamento de gastos poderá aumentar a confiança dos investidores e reduzir a dívida pública. Mas Alston destaca que o Brasil é a maior economia da América Latina e está sofrendo a pior recessão em décadas.

 

Educação

Ele explicou um dos impactos na educação: pelo atual plano, o governo investia R$ 37 bilhões por ano no setor. Mas com a PEC 55 o gasto será reduzido para R$ 47 bilhões nos próximos oito anos. Segundo o relator, 3,8 milhões de pessoas já estão fora da escola no país. Na avaliação de Philip Alston, o debate sobre a PEC 55 foi feito às pressas no Congresso e um estudo recente mostrou que 43% dos brasileiros não conhecem a emenda. O relator está em contato com o governo brasileiro para entender melhor o processo e afirmou que "mostrar prudência econômica e fiscal e respeitar as normas internacionais de direitos humanos" são objetivos que precisam caminhar juntos.

 

Fonte: Rádio ONU/ONU Brasil

Publicada em 14/12/16

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