O Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Viçosa (UFV) promove sexta-feira (30), às 14h, em Belo Horizonte, palestra sobre o tema Ciência da Homeopatia.

O evento objetiva desmistificar as falsas ideias a respeito da homeopatia e inseri-la no cotidiano das pessoas de forma a contribuir para o bem-estar e a qualidade de vida.

Informações: (31) 3491-2240 | www.homeopatias.com | Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

A Senadora Ana Amélia (PP-RS) requereu, para reexame, à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado a retirada do Parecer que dá como inconstitucional o Projeto de Lei número 62/11, de autoria da Senadora e farmacêutica Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

O PL de Grazziotin dava a entender que o SUS (Sistema Único de Saúde) estava obrigado a contratar farmacêuticos para atuar em suas unidades de saúde (farmácias e dispensários de medicamentos), fato que levou a Parlamentar pelo Rio Grande do Sul, Relatora do PL, a ir pela inconstitucionalidade.

O Vice-Presidente do Conselho Federal de Farmácia, Valmir de Santi, esteve, nesta quarta (07.03.12), com a Senadora, a quem entregou um documento contendo fundamentações técnica e jurídica que sustentam a constitucionalidade do PL da Senadora Vanessa Grazziotin.


“Saí do Gabinete da Senadora Ana Amélia muito animado com o encaminhamento que ela está dando à matéria”, disse Dr. Valmir de Santi. A questão toda girou em torno de uma interpretação feita pelo Gabinete de Ana Amélia, segundo o qual o Projeto de Lei de Vanessa Grazziotin é inconstitucional, porque pede a criação de cargos públicos, o que é um ato do Executivo.


O CFF entende que o PL de Grazziotin, pelo contrário, pede que o SUS garanta a responsabilidade técnica do farmacêutico nas farmácias e dispensários de medicamentos. A Lei 5991/73 exige a atuação do farmacêutico nas farmácias (comunitárias e hospitalares), drogarias e distribuidoras, mas não faz a mesma exigência com relação à sua atuação nos dispensários públicos.


AÇÃO DO CFF
– O Conselho Federal de Farmácia agiu rápido. Ao saber do Parecer da Senadora Ana Amélia pela inconstitucionalidade ao PL 62/11, agendou uma reunião com a Parlamentar gaúcha. Ontem, o Presidente e o Vice-Presidente do CFF, Walter Jorge João e Valmir de Santi; o Conselheiro Federal de Farmácia pelo Rio Grande do Sul, Josué Schostak; o Tesoureiro do CRF-RS, William Peres; o Assessor da Presidência do CFF, Tarcísio Palhano, e o Assessor Técnico do Órgão, José Luiz Maldonado, reuniram-se com Ana Amélia.


Walter Jorge disse à Senadora Ana Amélia que não há inconstitucionalidade no Projeto de Grazziotin e que ele busca, isto, sim, é promover o cumprimento da Lei 5991/73 e o acatamento às recomendações da Política Nacional de Medicamentos e da Política Nacional de Assistência Farmacêutica.


Para o Vice-Presidente do Conselho Federal de Farmácia, Valmir de Santi, a Senadora Ana Amélia mostrou sensibilidade, depois que ouviu as ponderações do CFF. “Prova disso é que ela, acatando o nosso pedido, retirou, para reexame, o Parecer que havia encaminhado à Comissão de Assuntos Econômicos e que dava como inconstitucional o PL 62/11”.


Ainda de acordo com Dr. Valmir de Santi, o Gabinete da Senadora Ana Amélia tem um entendimento de que a Parlamentar acatará as recomendações do CFF, após reexaminar o Parecer. “A Senadora Ana Amélia entende que o farmacêutico é um profissional importante para o Sistema Único de Saúde, o que nos faz crer que ela passará a ser uma aliada importante da Profissão, no Senado”, previu.


O documento que Valmir de Santi entregou, hoje (07.03) à Senadora Ana Amélia foi elaborado pelas Assessorias Técnica e Jurídica do CFF. A articulação para as reuniões dos diretores do Conselho Federal com a Parlamentar contaram com a participação do Conselheiro Federal pelo Rio Grande do Sul, Josué Schostack, e do Tesoureiro do CRF-RS, William Peres.


O Vice-Presidente do CFF enfatizou ao Gabinete da Senadora Ana Amélia que os dispensários de medicamentos do SUS não podem prescindir da presença do farmacêutico. Suas palavras foram reforçadas pelo documento que passou às mãos da Senadora, e que ressalta que a atuação do profissional é fundamental em todo o processo da assistência farmacêutica, que inclui o planejamento, a aquisição, o armazenamento e a dispensação com orientação sobre o uso correto do medicamento, objetivando o seu próprio uso racional.


Valmir de Santi observou que o apoio da Senadora Ana Amélia é importante para a aprovação do Projeto de Lei de Vanessa Grazziotin. Lembrou que a matéria tem, agora, grande chance de ser aprovada na Comissão de Assuntos Econômicos, de onde seguirá para a Comissão de Assuntos Sociais. Como é terminativo, não tem necessidade de ser votado pelo Plenário.


Fonte: CFF

O Dia Mundial da Tuberculose  foi lançado em 1982 pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela União Internacional Contra TB e Doenças Pulmonares (International Union Agaist TB and Lung Disease - IUATLD).
 
A data foi criada em homenagem ao descobrimento do bacilo causador da doença (Mycobacterium tuberculosis) pelo médico pesquisador Robert Koch, em 24 de março de 1982. Considerada uma importante descoberta na luta contra a doença que ainda hoje afeta cerca de oito milhões de pessoas, um terço da população mundial.
 
Porém, essa data não é uma comemoração, e sim, uma ocasião de mobilização mundial, que envolve as autoridaes, diversos setores da sociedade na luta conta esta enfermidade.
 
Brasil
 
No Brasil, são notificados, aproximadamente, 80 mil casos de tuberculose por ano e cerca de cinco mil mortes. Desse total, 70% estão concentrados em 315 dos 5.570 municípios brasileiros.
 
A tuberculose é  a 9ª causa de internações por doenças infecciosas, a 7ª causa em gastos com internação no SUS por doença infecciosa e a 3ª causa de mortes por doença infecciosa. No mundo,
 
Mundo
 
Estima-se que mais pessoas morrem de Tuberculose que de qualquer outra infecção curável. A cada dia mais de 20 mil pessoas adoecem e 5 mil morrem com este agravo. Vinte e dois países respondem por 80% dos casos, sendo cerca de 9 milhões de casos novos e 2 milhões de mortes por ano.
 
Com informações do Ministério da Saúde
Imagem: Rede Vida

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