PROGRAMAÇÃO BÁSICA DO IV CBURM


Incorporando o Uso Racional de Medicamentos no contexto da atenção à saúde


12 de agosto: 


- A comunicação na melhoria da adesão e promoção do Uso Racional de Medicamentos
- Novas estratégias dos produtores: ampliando a medicalização da vida
- Abordagens medicamentosas polêmicas em odontologia
- Manejo racional da farmacoterapia em crianças: da prescrição à administração
- Avaliação da adesão à farmacoterapia em doenças crônicas
- Promoção de Uso Racional de Medicamentos para agentes comunitários de saúde
- Ensino de farmacologia na perspectiva do Uso Racional de Medicamentos
- Experiências exitosas em residências multiprofissionais em saúde no Uso Racional de Medicamentos
- Poblems com a prescrição de medicamentos: doutor, cuidado com sua caneta
- A importância da gestão e do controle social para o Uso Racional de Medicamentos
- Experiências integradoras na formação em saúde: PRO SAÚDE e PET SAÚDE
- Discussão multiprofissional de situações - problema sobre qualidade e segurança na atenção à saúde
- Incorporação de Medicamentos e seu Uso Racional no Sistema Único de Saúde
- III Fórum da Rede Brasileira de Centros de Informação sobre Medicamentos


13 de agosto:


-  Prescrição racional de antimicrobianos: estratégias e consequências
-  A integração profissional: elemento-chave para emprego correto de medicamentos em nível hospitalar visando à segurança do paciente
- Projeção e apresentação simultânea de 100 trabalhos selecionados dentre aqueles aceitos Durante este momento serão utilizadas 10 salas, com apresentação simultânea de 10 trabalhos em cada uma delas. Cada trabalho deverá ser apresentado em, no máximo, 10 minutos
- Atenção primária à saúde, acesso e uso racional de medicamentos
- Ações integradas multiprofissionais para promoção do Uso Racional de Medicamentos no âmbito da Estratégia da Saúde da Família
- ACARAJÉ CIENTÍFICO - Serão dedicadas salas, onde palestrantes convidados estarão à disposição dos participantes previamente inscritos, para dialogar sobre sua área de conhecimento específico e atividades profissionais de interesse


14 de agosto:


- Ensino de URM em diferentes cenários – capacitar para ajuizar o benefício versus o risco
- Modalidades de educação em larga escala: ferramentas para o ensino do URM
- Diferentes modalidades de informação de URM
- A importância do acesso à informação independente
- ACARAJÉ CIENTÍFICO - Serão dedicadas salas, onde palestrantes convidados estarão à disposição dos participantes previamente inscritos, para dialogar sobre sua área de conhecimento específico e atividades profissionais de interesse
- Projeção e apresentação dos trabalhos selecionados para o Prêmio Nacional para Promoção do Uso Racional de Medicamentos 2011
- Exposição em painéis, com a participação dos autores, de todos os trabalhos científicos aceitos no IV CBURM

15 de agosto: 


- Eixo das políticas públicas indutoras do uso racional de medicamentos
- Iniciativas do Ministério da Saúde com impacto no URM
- Aspectos da regulação sanitária e URM
- Políticas de incorporação de tecnologias em saúde e URM
- Políticas de cooperação internacional relacionadas ao URM
- Pesquisa e inovação tecnológica: estratégias para ampliar o acesso a medicamentos no Brasil


Mais informações, clique
aqui.

A Lei de Acesso à Informação entra em vigor hoje (16) com o objetivo de garantir aos cidadãos brasileiros acesso aos dados oficiais do Executivo, Legislativo e Judiciário. Cada órgão público terá um Serviço de Informação ao Cidadão (SIC) para garantir a transparência dos dados públicos.


Com isso, o Brasil passa a compor, com outros 91 países, o grupo de nações que reconhecem que as informações guardadas pelo Estado são um bem público. Além dos gastos financeiros e de contratos, a lei garante o acompanhamento de dados gerais de programas, ações, projetos e obras. Os links nas páginas do governo federal que dão ao cidadão pleno acesso às informações são identificados por um selo em forma de balão amarelo de quadrinhos, com a letra "i" em verde.


Além de órgãos e entidades públicas dos três níveis de governo, as autarquias, fundações, empresas públicas e entidades privadas sem fins lucrativos que recebem recursos públicos devem colocar as informações à disposição do cidadão de forma gratuita.


Antigamente, o cidadão só podia solicitar informações que lhe diziam respeito. Cabia à chefia dos órgãos decidir sobre a liberação dos dados. Segundo a cartilha da Controladoria-Geral da União (CGU), feita para informar os servidores sobre a nova lei, na chamada “cultura do segredo”, a informação era muitas vezes retida ou até perdida.


Com a lei, o cidadão pode solicitar a informação sem necessidade de justificativa. De acordo com a CGU, são estabelecidas regras claras e procedimentos para a gestão das informações. Além disso, os servidores estão sendo capacitados para atuar na implementação da política de acesso à informação. Foi elaborado um formulário próprio para o pedido, que pode ser preenchido diretamente no órgão ou pela internet. Para ter acesso à informação, o cidadão deve se identificar e especificar o pedido.


Um dos entraves para a operacionalização das novas regras de acesso à informação é a regulamentação da lei, que ainda não foi concluída. De acordo com o ministro da CGU Jorge Hage, a regulamentação faz falta para a orientação que o órgão deve dar aos ministérios. Segundo ele, a CGU, que é responsável pela implementação da lei, recebe perguntas que dependem da regulamentação para serem respondidas.


A nova lei também dá fim ao sigilo eterno de documentos oficiais. Pela nova regra, o prazo máximo de sigilo foi limitado a 25 anos para documentos ultrassecretos, 15 anos para os secretos e cinco para os reservados. Os documentos ultrassecretos poderão ter o prazo de sigilo renovado apenas uma vez.


O servidor público que se recusar a fornecer informação requerida, a fornecê-la intencionalmente de forma incorreta, incompleta ou imprecisa e impor sigilo à informação para obter proveito pessoal ou de terceiro poderá ser responsabilizado civil, penal ou administrativamente.


Fonte: Agência Brasil

Movimento Nacional em Defesa da Saúde Pública

 



O Movimento Nacional em Defesa da Saúde Pública reúne mais de 75 entidades representativas de vários setores da sociedade brasileira.

O objetivo é dar início à coleta de 1,5 milhão de assinaturas para levar à Câmara Federal um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que assegure o repasse efetivo e integral de 10% das receitas correntes brutas da União para o Sistema Único de Saúde (SUS).


Entre os participantes está a Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar).


Acesse aqui o formulário de coleta de assinaturas.


Mais: www.saudemaisdez.org.br

Através do telefone 155, profissionais e a população em geral podem ter acesso aos serviços da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES/MG).


No serviço Ligue Minas, na opção 2, os usuários têm acesso a informações sobre aquisição de medicamentos  e outros procedimentos de saúde.


Ligue Minas: 155

Mais Artigos...