Nesta quarta-feira (1º de agosto) foi realizada a primeira reunião entre o SINFARMIG e o Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde de Minas Gerais (Sindhomg), para negociação da pauta de reivindicações dos colegas que atuam nos Hospitais privados (Farmácias e Laboratórios de Análises Clínicas).


A assembleia da categoria foi realizada no dia 29 de maio e em seguida encaminhamos ao sindicato patronal a pauta de reivindicações dos farmacêuticos solicitando agendamento de reunião para início das negociações.


Desde essa data não tivemos resposta do patronal. Diante dessa negação, acionamos a Delegacia Regional do Trabalho (DRT-MG) para mediar a negociação.


Nesse primeiro encontro não houve acordo sobre o reajuste salarial, sendo que uma nova reunião foi agendada para o dia 06 de agosto, às 16h, com a assessoria jurídica do Sindhomg.


Vale destacar que a primeira rodada de negociações teve pontos positivos, como inicialmente uma proposta de reajuste salarial acima do INPC, a manutenção das cláusulas anteriores da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e da data-base, que é 1º de junho.


Serviço - Próxima reunião

Data: 06/agosto (segunda-feira)
Horário: 16h
Local: Sindhomg (Rua Carangola, 225 - Santo Antônio - BH/MG)

Como divulgamos aqui em nosso site no dia 09/07, portaria publicada no DOU autoriza a abertura de vagas


O Ministério do Planejamento autorizou a realização de concurso público para o preenchimento de 2.500 vagas do quadro pessoal efetivo do Ministério da Saúde. A permissão consta na Portaria nº 292, publicada no Diário Oficial da União (DOU), no último dia 5. Nesta chamada há 40 vagas para farmacêuticos.


Além destas, há 30 oportunidades para o cargo de administrador, 45 para assistente social, 540 para enfermeiro, 125 para médico, 35 para nutricionista, 165 para odontólogo e 20 para psicólogo, totalizando mil vagas para nível superior.


Para nível intermediário foram abertas 70 vagas para o cargo de agente de saúde pública, 1.370 destinadas a auxiliar de enfermagem e 60 chances para técnico de laboratório.


A responsabilidade da realização do concurso será da Secretaria Executiva do Ministério da Saúde, a quem caberá baixar as normas necessárias, mediante a publicação de editais, portais, ou outros atos administrativos.


O prazo para a divulgação do edital do concurso, com as informações sobre período e taxa de inscrição, data de prova, pedido de isenção de pagamento da taxa, entre outros, será de seis meses, a contar da data de publicação da autorização.


Com informações do Estado de S.Paulo e Fenafar

Farmacêuticos também criticam medida da Anvisa, apontando risco de intoxicações


Entidades que reúnem médicos e farmacêuticos criticaram a decisão da Anvisa, nesta semana, que permitiu a volta dos remédios isentos de prescrição para as gôndolas.


Desde 2010, por decisão da própria agência, medicamentos vendidos sem receita, como antitérmicos e analgésicos, tinham de permanecer atrás do balcão. Depois de pressão da indústria, de responder a mais de 70 ações judiciais e de ver sua norma esvaziada por 11 leis estaduais, a agência voltou atrás.


"Eles não têm embasamento técnico. É uma medida inconsequente, que não ouviu as entidades médicas e dos farmacêuticos", diz Roberto d'Ávila, presidente do Conselho Federal de Medicina.


D'Ávila não descarta entrar com um processo contra a Anvisa caso o assunto não avance por meio de diálogo.


Para o presidente do Conselho Federal de Farmácia, Walter Jorge João, "ser isento de prescrição não significa ser isento de riscos". A orientação do farmacêutico, diz, evita a banalização do uso do remédio e as intoxicações.


Para Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa, a norma em vigor até esta semana acabou deixando o consumidor em desvantagem, ao tirar a chance de comparar preços e marcas.


"A disponibilidade do produto na farmácia ficou condicionada à questão comercial. Os laboratórios estavam decidindo, junto com a farmácia, o produto que iam ter. A farmácia só mantinha em estoque o que oferecesse o maior lucro, o que, para o balconista, gerava o maior ganho de comissão." Segundo ele, um estudo feito não demonstrou uma redução nos casos de intoxicação.


Entidades que reúnem farmácias e a indústria elogiaram a mudança. "Esse tipo de medicamento é uma escolha do indivíduo", diz Aurélio Saez, relações institucionais da Abimip (que reúne a indústria dessa classe de remédio).


Fonte: Folha de S. Paulo

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