Atividade promovida pelo Sindicato levou informação aos trabalhadores da saúde




O Painel "Previdência sem Dúvidas", realizado no dia 11 de dezembro, no auditório do Hospital Regional de Betim, foi uma oportunidade para os servidores da saúde do município se interarem sobre previdência.


A atividade contou a presença em peso dos trablahadores da saúde, que debateram as dúvidas com o diretor executivo do Instituto de Previdência Social do Município de Betim (Ipremb), Drº José Ivan Palma Souza e do especialista em Direito Previdenciário, Drº Wilson Teixeira.

 

 


Segundo o diretor do SINFARMIG, Farmº Rilke Novato, essa atividade é uma demanda dos trabalhadores da saúde de Betim, solicitada ao Sindicato por meio do farmacêutico Waltovânio Vasconcelos, também servidor do município, com o objetivo de sanar as principais dúvidas previdênciárias, como fator previdenciário, tempo de contribuição, aposentadoria especial, insalubridade e periculosidade e tantas outras.


O SINFARMIG agradece a presença de todos os trabalhadores presentes, em especial os farmacêuticos do município de Betim.


Os participantes que desejarem um declaração de participação na atividade devem solicitar pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone (31) 3212-1157.

A diretoria colegiada da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou, nesta quarta-feira (12), uma consulta pública para criar novos procedimentos para o registro de medicamentos.

Este ano, não apenas pela greve de servidores federais, a agência tem sido muito criticada pela demora em analisar e registrar novos produtos no país.

A proposta de novo marco, que deve entrar em consulta pública na próxima semana, tem o objetivo de acelerar etapas e modernizar o procedimento, segundo a assessoria de imprensa da Anvisa.

Fonte: Folha de S. Paulo

O substitutivo da Câmara ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 268/02, que regulamenta o exercício da medicina e estabelece quais são as atividades privativas dos médicos, obteve nesta quarta-feira (12) parecer favorável da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). O texto será ainda submetido à Comissão de Assuntos Sociais (CAS) para, em seguida, chegar finalmente ao Plenário.


A aprovação ocorreu por unanimidade, após a realização de uma audiência pública conjunta sobre o tema, promovida pela CE e pela CAS, quando foram ouvidos representantes dos Ministérios da Saúde e da Educação e do Conselho Nacional de Educação.


Antes da votação, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) sugeriu a formação de uma mesa de negociação, para buscar um consenso entre médicos e outros profissionais de saúde, que temem ver suas atividades cerceadas pelas normas contidas no projeto. A senadora Ana Amélia (PP-RS), que presidia a reunião, lembrou que o texto voltará a ser
debatido na CAS, antes da decisão final do Plenário.


As principais divergências em torno do texto referem-se ao artigo quarto, onde estão definidas as atribuições exclusivas dos médicos. Mas o projeto foi submetido à CE, antes de seguir para a CAS, por tratar do tema da formação profissional. Segundo o substitutivo, são privativos dos médicos o ensino de disciplinas especificamente médicas e a coordenação dos cursos de graduação em medicina, dos programas de residência médica e dos cursos de pós-graduação específicos para médicos.


O relator da matéria na CE, senador Cássio Cunha (PSDB-PB), optou por manter o texto já aprovado anteriormente pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Em sua opinião, a redação acatada pela CCJ é a que “melhor atende às demandas das outras categorias profissionais interessadas no projeto de regulamentação da medicina”.


Os 14 itens do artigo quarto do texto aprovado definem quais são as atividades privativas dos médicos. Entre elas, a formulação de diagnóstico nosológico e a respectiva prescrição terapêutica; a indicação e execução de intervenção cirúrgica e prescrição de cuidados médicos pré e pós-operatórios; a indicação da execução e execução de procedimentos invasivos; e a execução de sedução profunda, bloqueios anestésicos e anestesia geral.


Audiência

A última audiência sobre o projeto antes da votação ocorreu em uma reunião conjunta da CE e da CAS, encerrada minutos antes da realização da reunião da CE durante a qual a matéria foi colocada em votação.


Durante a audiência, a coordenadora geral do Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho em Saúde, do Ministério da Saúde, Miraci Mendes, elogiou o substitutivo em debate, mas observou que ainda existiam resistências a alguns pontos da proposta por parte de conselhos profissionais ligados à área da saúde. Para ela, “seria fundamental continuar o diálogo”, a fim de se alcançar um acordo entre todos os profissionais da área de saúde.


O secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Amaro Henrique Lins, considerou importante a aprovação de um projeto que defina as atribuições dos médicos, mas lembrou que cabe ao profissional médico “trabalhar de forma harmoniosa em equipe”.

Por sua vez, o representante do Conselho Nacional de Educação, Luis Roberto Liza Curi, ressaltou a necessidade de flexibilização da formação dos profissionais de saúde, levando em conta a interdisciplinaridade.


Durante o debate, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) disse que a disputa entre os diversos profissionais da área de saúde em torno do projeto era a “prova mais cabal da crise da saúde brasileira”. Vanessa Grazziotin pediu que se ampliasse o diálogo a respeito do tema, uma vez que as divergências limitavam-se a poucos pontos, como o dispositivo que considera o diagnóstico nosológico atribuição dos médicos.


O senador Cyro Miranda (PSDB-GO) recordou que o tema vem sendo debatido há mais de 10 anos no Congresso Nacional.  Da mesma forma, o senador Paulo Davim (PV-RN) considerou falsa a ideia de que existiria uma “guerra santa” entre os diversos profissionais de saúde.

O senador Waldemir Moka (PMDB-MS) pediu aos críticos da proposta para que apontassem, com objetividade, onde estaria no projeto o impedimento do exercício de outras profissões. Por sua vez, o senador João Capiberibe (PSB-AP) lembrou que existem 365 municípios no país onde não há nenhum médico. As equipes de profissionais de saúde desses municípios,
observou, dependeriam então de médicos residentes em outros municípios.


Fonte: Agência Senado


Farmº Luis Henrique Domingues (Monte Alegre de Minas), Farmª Andrea Reis (São José da Barra), Farmº Gerson Barbosa (Jequeri), Farmª Christianne Jácome (Sinfarmig)

 

Na tarde de ontem (11), o Sindicato recebeu a visita dos farmacêuticos que atuam no Programa Farmácia de Minas, que estiveram na capital para reunião com a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).


Os farmacêuticos foram recepcionados pela diretora, Farmª Christianne Jácome, que explicou o funcionamento da entidade e as ações do Sindicato junto ao Ministério Público Estadual (MPE-MG) para garantir o repasse integral aos profissionais do Programa.


Os farmacêuticos do Programa Farmácia de Minas, mobilizados pelas redes sociais, têm o intuito de formarem uma associação que represente os profissionais em todo o Estado.


Segundo Christianne, o SINFARMIG está a disposição dos profissionais, oferecendo incluive suporte jurídico para as ações futuras. (OF097/SINFARMIG).


Programa Farmácia de Minas


Nos municípios que têm o programa, o Estado repassa um incentivo de até R$ 90 mil para construção da Farmácia e aquisição de equipamentos e 13 parcelas mensais de R$ 1.200,00 para complementação salarial  do profissional farmacêutico responsável pela unidade da Rede Farmácia de Minas, mas muitos municípios não estão repassando esse valor aos profissionais.

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