COLEGAS FARMACÊUTICOS(AS),

 

 

 

 O SINFARMIG realizou em 2013 quatro assembléias referentes a campanha salarial de farmácias, drogarias e distribuidoras para o corrente ano. Uma assembleia em Betim e  três em Belo Horizonte. Estas assembleias foram  para elaborarmos a Pauta de Reivindicações e firmarmos novo instrumento normativo de trabalho. A pauta foi construída pelos farmacêuticos presentes às assembleias e revisada pela assessoria jurídica do SINFARMIG. A mesma  foi encaminhada para o Sindicato patronal (SINCOFARMA-MG) que após analisá-la, agendou reunião para dia 02 de Abril. Entre as principais reivindicações estão o reajuste com base no INPC/IBGE, piso de ingresso fixado em R$3.200,00 (carga horária de 40h/semanais) e melhorias nas cláusulas sociais.Como  estamos em processo de negociação, ainda não tivemos reajuste salarial 2013/2014, contudo quando a Convenção Coletiva de Trabalho for homologada o novo salário será retroativo a 1º de março, data base da categoria, garantindo todos direitos,  benefícios e eventuais diferenças salariais. A sua participação, nas reuniões de negociação, é fundamental para avançarmos e  garantirmos os nossos direitos. 

 

 

 

 Participem conosco!!!

 

 

 Dia: 02 de abril (terça-feira)

 

Local: Fecomércio MG -  Rua Curitiba, 561 - Centro/ BH

 

Horário: 10h 

Negociação Análises Clínicas - 2013

 

Em reunião realizada com o assessor jurídico do Sindicato dos Laboratórios de Patologia, Pesquisas e Análises Clínicas de Minas Gerais (SINDLAB), nesta segunda-feira, 25/03, na Delegacia Regional do Trabalho, ficou estabelecido:

 

1-       O compromisso da entidade patronal (SINDLAB) em apresentar contra-proposta à Pauta de Reivindicações apresentada pelo Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais (SINFARMIG);

2-       As entidades Sindicais manterão contato visando a celebração da Convenção Coletiva de Trabalho; Caso não haja entendimento entre as partes, até o dia 12/04,  haverá nova rodada de negociações, que também será mediada pela superintendência Regional do Trabalho e Emprego.

 

Os colegas farmacêuticos que atuam em Análises Clínicas podem e devem participar das reuniões.

 

Vamos fortalecer este importante setor da nossa profissão.

A Fundacentro lançou neste mês uma publicação sobre assédio moral, que reúne os anais do Seminário “Compreendendo o assédio moral no ambiente de trabalho”. Os textos foram baseados nas conferências proferidas durante o evento, realizado em 2010, após revisão dos autores. A obra pode ser acessada em:

http://www.fundacentro.gov.br/dominios/CTN/anexos/Publicacao/Assédio_Moral.pdf

“Começamos a estudar o assédio moral relacionado a trabalhadores adoentados no retorno ao trabalho entre 2008 e 2009, a partir de uma demanda pericial. Depois percebemos que se tratava de um fenômeno mais amplo. Então fomos atrás de grandes especialistas para ajudar nesse entendimento. Realizamos uma discussão ampla, que trouxe a experiência de cada um”, explica a pesquisadora da Fundacentro, Cristiane Queiroz.

Essas experiências de especialistas, que são referências no tema, estão presentes na publicação. A médica psiquiatra Edith Seligmann Silva, professora aposentada da Faculdade de Medicina da USP, por exemplo, é pioneira dos estudos sobre saúde mental e trabalho no Brasil.

Já Ângelo Soares, sociólogo, pós-Doutor e docente em Sociologia na Universidade de Quebec a Montreal (UQAM), presidiu o 6º Congresso Mundial sobre Assédio Moral. Ele traz uma discussão não muito usual no Brasil sobre o sofrimento das testemunhas.

A obra ainda conta com dois autores que realizam diversas pesquisas sobre assédio moral. Margarida Barreto, médica, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e pesquisadora do Núcleo de Estudos Psicossociais da Dialética Exclusão/Inclusão Social (NEXIN/PUC/SP); e Roberto Heloani, psicólogo e advogado, professor livre-docente da Faculdade de Educação da Unicamp.

O entendimento jurídico sobre o tema também é apresentado na publicação. A questão foi discutida pela juíza do Trabalho substituta, Candy Florêncio Thomé, mestre em Direito do Trabalho pela USP e doutoranda pela USP e pela Universidade de Castilla - La Mancha, Espanha.

Os textos mostram que nem todo conflito pode ser caracterizado como assédio moral. É preciso haver a repetição de determinadas situações de humilhação. “É uma forma extrema de violência com a finalidade de diminuir o outro, humilhar, fazer com que a pessoa desista ou então com que supere o máximo que pode dar”, explica Cristiane Queiroz, uma das organizadoras da obra.

A pesquisadora também destaca que é importante refletir sobre as práticas de gestão no trabalho. A Fundacentro pesquisa essas questões por meio do projeto “As formas de gestão e organização do trabalho e suas relações com as violências e o assédio moral no trabalho”. Este ano as pesquisadoras estão colhendo dados por meio de entrevistas.

“Temos que lembrar também os lados invisíveis do assédio moral. Não envolve apenas a questão de cobrança de metas. Precisamos entender os fatores psicossociais e as várias formas de assédio que ainda não foram reveladas”, conclui Cristiane Queiroz.

 

Fonte: Fundacentro, 20.03.2013

 

Refrigerantes e seus açúcares
   
   O consumo de refrigerantes, sucos industrializados e outras bebidas açucaradas pode estar associado a cerca de 180 mil mortes por ano no mundo, de acordo com uma pesquisa apresentada nesta semana no congresso da Associação Americana de Cardiologia. Os autores da pesquisa usaram dados do estudo "The Global Burden of Disease" (literalmente, "O Peso Global da Doença") de 2010 e relacionaram a ingestão de bebidas açucaradas a 133 mil mortes por diabetes, 44 mil mortes por doenças cardiovasculares e 6.000 mortes por câncer. Cerca de 80% dessas mortes ocorreram em países de rendas média e baixa.
   Especialistas afirmam que o consumo dessas bebidas pode gerar resistência à insulina e levar ao diabetes tipo 2, além de aumentar o risco de obesidade. Os pesquisadores calcularam as quantidades consumidas dessas bebidas por idade e sexo, os efeitos desse consumo na obesidade e no diabetes e o impacto das mortes relacionadas a essas doenças.
  A América Latina e o Caribe tiveram o maior número de mortes por diabetes relacionadas ao consumo de bebidas adoçadas em 2010. Entre os 15 países mais populosos, o México teve a maior taxa de mortes por causa da ingestão das bebidas.
   A Associação Americana de Bebidas disse à CNN que o estudo traz “mais sensacionalismo do que ciência”. A Associação Americana de Cardiologia recomenda que os adultos consumam menos de 450 calorias por semana de bebidas adoçadas.
Fonte: Fetessesc

 

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