Atenção farmacêuticos que trabalham em farmácias e laboratórios de análises clínicas de hospitais privados, clínicas e casas de saúde.

O Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais (SINFARMIG) - representante da categoria em todo o estado - convoca a todos para a reunião de negociação coletiva com o Sindicato dos Hospitais. Participem!

 

 

 

Serviço:

 

Data: 08/08/2013

 

Horário: 15h

Endereço: Rua Carangola, 225, Santo Antônio, Belo Horizonte

 

 

A Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) prepara o III Simpósio Acadêmico de Farmácia com enfoque no farmacêutico empreendedor.

 

 

 

 

 

O evento, a ser realizado nos dias 07, 08, 09 e 10 de outubro de 2013, é voltado para os profissionais farmacêuticos, graduandos em Farmácia e estudantes de outras áreas da saúde.

 

 

 

 

 

A programação completa deverá ser divulgada em breve pela organização do III Simpósio e aqui também no site do Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais que apóia o evento. Acompanhe.      

Movimento Saúde +10

A saúde poderá ser fortalecida com a proposta aprovada pelos brasileiros de destinar a ela 10% da receitas correntes brutas da União. O montante de assinaturas coletado em todos os estados, no período de um ano, ultrapassou um milhão e meio – número mínimo para que seja encaminhado ao Congresso projeto de Lei de Iniciativa Popular como previsto na Constituição Federal.

No dia 05 de agosto, lideranças ligadas às cerca de 100 entidades que apóiam o Movimento Saúde + 10, entre elas a Federação Nacional dos Farmacêuticos (FENAFAR), entregam as listas dos abaixo-assinados aos parlamentares em Brasília. Minas Gerais teve participação destacada e subscreveu a proposta com 588 assinaturas.

 

Valorizar os Profissionais de Saúde é fortalecer o SUS!


 

A Federação Nacional dos Farmacêuticos – Fenafar e o Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais - Sinfarmig, declaram seu apoio ao Programa Mais Médicos, recém-lançado pelo Governo Federal através da Medida Provisória 621/2013. O programa é uma ação de emergência para a garantia de fixação de profissionais de saúde nas grandes periferias e demais municípios do país.

 

 

Defendemos uma Carreira Única de Estado para os trabalhadores do SUS. Entendemos que a MP 621/2013 figura como uma importante busca para o avanço na fixação de profissionais de saúde em todo o território nacional, onde há carência de mão de obra qualificada.

 

 

Entretanto, a proposta limita-se apenas a uma profissão da saúde e reforça o equívoco de não reconhecer as ações multiprofissionais do setor da saúde, que vêm se consolidando na última década, além de desconhecer os avanços no Sistema Único de Saúde (SUS).

 

 

A implantação do Plano de Cargos Carreira e Salários (PCCS) é uma necessidade para o fortalecimento da política de gestão do trabalho no SUS, já reconhecidas e deliberadas inúmeras vezes nas últimas Conferências de Saúde e de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde, em todas as esferas do governo e aprovadas nas Normas Operacionais de Recursos Humanos. A instituição das Diretrizes Nacionais do PCCS já é um grande avanço para a política de Gestão do Trabalho no SUS, mas ainda não foram implantados em muitas cidades e estados brasileiros.

 

A proposta de estabelecimento de carreira única de Estado ou carreira nacional para os trabalhadores da saúde, a exemplo do existente no poder Judiciário, é um importante desafio a ser enfrentado pela sociedade brasileira como forma de garantir a fixação de trabalhadores e a assistência integral à saúde, importante diretriz do SUS.

 

 

Nesse sentido, a inclusão de todas as profissões da saúde contribuirá nas soluções para ausência de profissionais permanentes na atenção à saúde da população brasileira, e é importante a fim de garantir a integralidade e o caráter interdisciplinar no processo de atenção à saúde, necessários para a consolidação do SUS.

 

 

Ampliar o Programa para as demais categorias de saúde é garantir uma discussão democrática, equânime, justa para o trabalhador da saúde e comprometida com as diretrizes das relações de trabalho já estabelecidas no Sistema Único de Saúde.

 

 

Defendemos a manutenção dos Vetos da Presidenta Dilma ao Projeto de Lei do Ato Médico, por entender que eles representam uma vitória da saúde brasileira e a valorização dos profissionais de saúde e das ações multiprofissionais do setor. É importante que senadores e deputados apoiem esta medida como uma vitória para o Sistema Único de Saúde.

 

 

Porém, entendemos que este não é o único problema. O subfinanciamento do SUS continua a ser o grande gargalo do Sistema. Hoje, 45% do orçamento da União estão comprometidos com juros, amortizações e refinanciamento de dívidas, enquanto que a Saúde sobrevive com 4% deste orçamento.

 

 

A Fenafar tem apoiado o Movimento Nacional em Defesa da Saúde Pública – Saúde + 10, que tem por objetivo coletar assinaturas para um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que assegure o repasse efetivo e integral de 10% das receitas correntes brutas da União para a saúde pública brasileira, alterando, dessa forma, a Lei Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012.

 

 

Em 15 meses, aproximadamente 2 milhões de assinaturas foram coletadas. E, no dia 5 de agosto de 2013, milhares de lideranças marcharão à Brasília para a entrega das assinaturas à Câmara dos Deputados.

 

 

Esta pauta está em sintonia com as manifestações ocorridas no último mês de junho, no qual os manifestantes exigiam uma saúde pública de qualidade, o que hoje não é possível devido ao subfinanciamento do Sistema Único de Saúde.

 

 

Federação Nacional dos Farmacêuticos - Fenafar

 

Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais - Sinfarmig

 

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