A próxima reunião de negociação  entre o Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais (Sinfarmig) e o Sindicato dos Laboratórios de Patologia, Pesquisas e Análises Clínicas (Sindlab) está agendada para o dia 05 de setembro, quinta-feira, às 11h, na sede do Sinfarmig, localizada na  rua Tamoios, 462, sala 1205, Centro.

 

No dia 26/08, segunda-feira, às 16h, também na sede do Sinfarmig, ocorreu a quinta reunião entre as duas entidades (fotos), sendo que duas delas tiveram que ser mediadas pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, devido às dificuldades de negociação com o Sindlab.

 

Ficou definido o agendamento de um novo encontro para finalizarmos a construção da Convenção Coletiva do Trabalho do segmento de Análises Clínicas.

 

Conforme a diretoria do Sindicato dos Farmacêuticos, a expectativa é de que haja êxito no entendimento direto com o Sindlab no próximo encontro e que a data de 05 de setembro se torne histórica pela celebração da primeira Convenção Coletiva do Trabalho de Análises Clínicas.

 

É muito importante que os farmacêuticos das análises clínicas estejam presentes na próxima reunião para fortalecerem a posição da categoria. Então marque presença nesse dia 05 de setembro na sede do Sinfarmig, às 11h.

 

Compareça, sendo você sindicalizado ou não – a Convenção Coletiva abrangerá a todos os profissionais de análises clínicas.      

 

27/08/2013 - 10h57


JOHANNA NUBLAT
DE BRASÍLIA

A menos de um mês para a entrada em vigor da norma que baniu dos cigarros aditivos como mentol e cravo, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou uma lista de 121 substâncias autorizadas por um ano, até a conclusão de uma nova avaliação.

Constam na lista, por exemplo, extratos de café, ameixa seca, figo, mate, alcaçuz e mimosa; óleos de camomila, rosa, endro, patchouli e sândalo amarelo; e substâncias como maltol, ácido cítrico e benzoato de benzila.

Em março 2012, a agência vetou o uso de aditivos ao fumo de forma geral. A regra passa a valer em setembro para a indústria, mas produtos em estoque podem ser comercializados até março de 2014.

Em julho deste ano, atendendo a parte de um pedido da indústria de fumo, a Anvisa autorizou o uso temporário de uma lista de substâncias que não dão sabor característico ao cigarro --como mentol e cravo, que continuam vetados. Durante um ano, essa lista será estudada por uma comissão independente. E, ao final do prazo, a Anvisa dará novo parecer sobre as 121 substâncias.

A decisão da diretoria Anvisa não foi unânime e contrariou o parecer da área técnica da agência, que opinou pelo veto integral à lista, pois as substâncias poderiam atuar no cigarro de diferentes formas para melhorar sua palatabilidade e atratividade.

Segundo disseram dois diretores da Anvisa à Folha, as substâncias autorizadas temporariamente estavam, sim, vetadas pela decisão de março de 2012. A norma previa, no entanto, que a liberação de grupos de aditivos poderia ser analisada pela agência desde que a pedido --o que foi feito pela indústria.

O BRASIL DO DESPERDíCIO » É muito remédio que vai para o lixo

Descarte de medicamentos chega a R$ 13 bilhões, ou 20% do que é vendido no país. Falta a lei para o fracionamento

Marinella Castro e Victor Martins

Publicação: 27/08/2013 04:00

Belo Horizonte e Brasília – O Brasil do desperdício mostrado pelo Estado de Minas nos últimos dias, também chega aos hospitais e aos remédios consumidos em casa. O desleixo com medicamentos é preocupante. Todos os anos o brasileiro e o poder público juntos jogam na lixeira bilhões de reais com o descarte de produtos impróprios para o consumo. São remédios que vencem antes de serem consumidos. Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apontam que o desperdício de medicamentos, incluindo os comprados no varejo pelos hospitais e pelo poder público, gira em torno de 20%. Considerando que o setor movimenta perto de R$ 65 bilhões ao ano, R$ 13 bilhões vão para o ralo.

A questão econômica esbarra no Projeto de Lei 7.029, de autoria do governo, que desde 2006 está tramitando no Congresso Nacional, atualmente na comissão de Constituição e Justiça. A lei tornaria obrigatório o fracionamento dos remédios, viabilizando o consumo de acordo com a necessidade. Decreto presidencial de 2006 já libera a venda fracionada mas a norma não pego. “Fabricar em frações com as informações necessárias à segurança na embalagem é possível e alguns laboratórios já fazem isso. Mas no geral a regra não vingou com prejuízos para o país”, diz Rilke Novato presidente do Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais (Sinfarmig-MG). Segundo ele, é comum o consumidor levar para casa 30 comprimidos quando precisaria de 20. “O restante ele joga fora ou repassa para outro usuário, o que é um risco grande à saúde.”

O TEMPO DA EDUCAÇÃO O desperdício no Brasil não se resume a perdas vultosas de dinheiro, a exemplo dos prejuízos estimados em R$ 1 trilhão ao ano com os gargalos de logística e falhas de planejamento. O país, que aspira uma cadeira entre as nações ricas, joga fora também oportunidades. O bônus demográfico, momento na história em que a maior parte da população está em idade de trabalhar, tem sido soterrado pelas nossas ineficiências. Os especialistas são unânimes: a omissão com o ensino e a capacitação pode tirar do Brasil uma chance única.

A pirâmide social deve favorecer o Brasil até 2030. A partir daí, a força de trabalho começa a envelhecer. Em 2040, teremos idosos demais para tomar conta e, se não aproveitarmos essa janela de oportunidade para resolver problemas na previdência e formar poupança robusta para os desafios futuros, o passivo social pode se tornar insustentável. “Parte desse bônus foi desperdiçado. Temos, na melhor das hipóteses, até 2040 para tirar proveito”, avalia José Luís Oreiro, professor de economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “Este momento é decisivo, pode mudar os nossos rumos”, ressalta José Matias-Pereira, professor da Universidade de Brasília (UnB).

A maioria das populações hoje ricas, aproveitou esse período para dar um salto rumo ao desenvolvimento. Chegaram a esse período da história com as reformas necessárias para colher os frutos do bônus demográfico, situação diferente da observada no Brasil. Aqui há desperdício da força de trabalho. “A palavra chave é produtividade. Se queremos mudar o perfil desse país, o trabalhador tem de ter um nível de produtividade elevado”, diz Matias-Pereira. Simão Silber, professor de economia da Universidade de São Paulo (USP), alerta que a situação é alarmante. O país reserva as piores vagas para os jovens, que são o público que deveria construir um Brasil melhor. “Grande parcela dos brasileiros sai da escola analfabeto funcional. É um nível de desinformação básica. Uma pessoa pouco treinada tem dificuldade de ter emprego produtivo, vai varrer rua.”

Reproduzido do Jornal Estado de Minas
 

 

A coordenação de Práticas Integrativas e Complementares da Secretaria de Estado da Saúde (SES/MG) está com as inscrições abertas e gratuitas para o Curso Práticas Integrativas e Complementares.  As inscrições podem ser feitas no endereço:  http://www.canalminassaude.com.br/cursos/extensao/introducao-as-praticas-integrativas-e-complementares As aulas, virtuais, começam no dia 10 de setembro.

Conforme a farmacêutica homeopata Heloísa Monteiro, coordenadora do serviço, o objetivo do curso é levar mais conhecimento sobre os princípios básicos da homeopatia, da fitoterapia/plantas medicinais, da medicina tradicional chinesa (acupuntura, práticas corporais, meditação e orientação alimentar), da medicina antroposófica e do termalismo/crenoterapia. Os conhecimentos relativos a cada modalidade serão disponibilizados em módulos separados num total de cinco. 

Ela lembra que as práticas integrativas constam na Política Estadual de Práticas Integrativas e Complementares SUS/MG do estado de Minas Gerais e que é importante que os gestores e demais interessados tenham mais conhecimento sobre a possibilidade de sua implementação nos municípios. “Além de gestores e funcionários da saúde, será importante que usuários também se inscrevam e conheçam seus direitos de buscar as práticas alternativas no Sistema Único de Saúde”, ressalta.

O curso terá a duração de dois meses e as vídeoaulas serão transmitidas via Canal Minas Saúde para pontos de recepção do sinal do canal que hoje totalizam mais de 11.000 (onze mil) entre estabelecimentos de saúde, escolas, centros de referência de assistência social, presídios e unidades socioeducativas. Haverá distribuição de certificados para quem participar de todas as fases do curso, incluindo as respostas às avaliações propostas em cada um dos cinco módulos.

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