Salários variam de R$ R$ 1.237,73 a R$ 5.945,86

 

As inscrições para o concurso público para a Fundação Ezequiel Dias (Funed) estão abertas a partir de hoje, 27 de janeiro. Aberto por meio de edital da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e Funed, o concurso vai ofertar 159 vagas em cinco carreiras. Os salários variam de R$ 1.237,73 a R$ 5.945,86
 

 

As vagas são para atuar na sede da Funed, em Belo Horizonte, e também na Fazenda Experimental São Judas Tadeu, em Betim. As inscrições, que têm término previsto para o dia 25 de fevereiro, deverão ser feitas via internet, no site da executora do concurso, Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), no endereço  www.ibfc.org.br. A realização das provas está prevista para o dia 30 de março.
 

 

Das 159 vagas ofertadas, 40 são para nível médio, 52 para o nível médio com formação de curso técnico, 61 para o nível superior, duas para o nível superior cumulado com pós-graduação lato sensu e quatro para o nível superior cumulado com pós-graduação (stricto sensu – mestrado).
 

 

Importante ressaltar que a remuneração inicial é composta por Vencimento Básico acrescido de Gratificação complementar e de Gratificação de Incentivo e Eficientização dos Serviços – GIEFS.
 

 

Em 25/01/2014 foi publicado, no Diário Oficial dos Poderes do Estado, Aviso nº 06 esclarecendo aos candidatos as novas regras referentes à remuneração e às gratificações aplicáveis. O conteúdo está disponível também no site do IBFC www.ibfc.org.br, para consulta dos interessados.
 

Violência de gênero e intrafamiliar, sofrimento por perdas de pessoas referenciais e da função tradicional, como esposa e mãe, e depressão são os principais fatores associados ao suicídio de idosas no Brasil. Esses são os resultados apontados pelo Estudo compreensivo sobre suicídio de mulheres idosas de sete cidades brasileiras, publicado na última edição da revista Cadernos de Saúde Pública. O artigo, desenvolvido pela coordenadora do Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli da Escola Nacional de Saúde Pública (Claves/Ensp/Fiocruz), Cecília Minayo, e pela professora da Universidade Veiga de Almeida (UVA), Fatima Gonçalves Cavalcante, faz parte de uma pesquisa multicêntrica realizada no Brasil, que analisou 51 casos de suicídio de idosos. Nela, buscou-se aprofundar 11 casos relativos às mulheres.

De acordo com as autoras da pesquisa, o suicídio é um ato deliberado de infligir a morte a si próprio. Os riscos para esse tipo de óbito incluem fatores biológicos, psicológicos, médicos e sociais, segundo a Organização Mundial da Saúde. O estudo em questão trata, especificamente, e do ponto de vista qualitativo, do suicídio consumado de mulheres idosas. Os dados foram recolhidos por meio de autópsias psicossociais, um tipo de estudo retrospectivo que reconstitui o status da saúde física e mental e as circunstanciais sociais das pessoas que se suicidaram, a partir de entrevistas com familiares e informantes próximos às vítimas.

A pesquisa partiu do princípio que os motivos utilizados pelas mulheres para dar fim a sua vida são, em parte, diferentes dos apresentados pelos homens. Pesam sobre essas diferenças questões culturais de gênero, que se expressam no que se costuma chamar "condição feminina". Segundo as autoras, a violência na infância, intrafamiliar e de gênero deixam marcas, e há estudos que demonstram a associação entre esse tipo de violência e suicídio. "Internalizada, a violência mina forças psíquicas como pulsão, e sem mediação interfere nas relações interpessoais e sociais e realimenta traumas. As marcas dessas vivências podem suscitar ideias e consumação de suicídios", explicaram.


Cultura patriarcal é fator determinante para o suicídio de idosas

Os resultados da pesquisa apontaram que em 9 dos 11 casos estudados, as mulheres idosas se suicidaram após terem vivido a condição feminina ditada pela cultura patriarcal. Ao dar cabo à própria vida, várias mulheres pareciam ter cumprido o destino e optaram pela morte autoinfligida após terem a certeza de que o haviam executado rigorosamente, sugere o estudo. “A frase: ‘Agora que meu caçula se casou posso morrer feliz’, dita por uma senhora que meses depois tirou a própria vida, soa como testemunho desse rígido desempenho da função da mulher na relação conjugal e familiar tradicional”, consideraram Cecília e Simone.

Doenças degenerativas e comorbidades, violência de gênero e intrafamiliar, engessamento do papel de gênero e perdas referenciais, são processos que estão associados, sobretudo, com depressão como reação ou quadro mórbido, em um efeito cumulativo de danos e vulnerabilidades. Segundo o estudo, ao contrário de um tipo de literatura que considera as mulheres ineptas a executarem um plano suicida, os resultados do Estudo compreensivo sobre suicídio de mulheres idosas de sete cidades brasileiras mostram que elas testam métodos e, até clinicamente debilitadas, conseguem ser exitosas em antecipar seu fim.

Para Cecília e Simone, a questão de gênero é um elemento preditivo das mortes autoinfligidas na velhice. Sua importância não se deve apenas ao fato das maiores taxas de suicídio corresponderem ao grupo masculino no caso brasileiro e mundial. Deve-se também a existência de características que são, em parte, semelhantes e em parte diferentes entre homens e mulheres, já que o peso da socialização se manifesta tanto na vida quanto na morte.

Para os homens os fatores econômicos, principalmente o momento da aposentadoria, a mudança de status de poder fora e dentro da família, e a viuvez, constituem as bases dos sentimentos de perda e do movimento de dar cabo à vida. Para as mulheres, são as perdas afetivas e ambientais e as doenças que as impedem de exercer cuidados para com a família, aquilo que mais está associado às características de suas mortes autoinfligidas.

“As diferenças de gênero têm implicações nas estratégias de prevenção, no caso das mulheres, ajudá-las a desenvolver a autodeterminação e talentos pessoais e derivá-los para fora da família, além de incentivar sua inserção em diversas atividades comunitárias, constitui as bases da prevenção primária. É fundamental também uma atitude compreensiva e retributiva dos familiares, cuidando delas quando doentes ou dependentes com o mesmo carinho com que os trataram, para que não se sintam um peso para filhos e parentes”, destacaram.

Para elas, o médico é uma figura chave, sobretudo, quando os idosos sofrem de doenças degenerativas ou estão deprimidos. “Dado o avanço do envelhecimento populacional, é importante educar o médico e os outros profissionais de saúde para que reconheçam os sinais de ideação e planos de suicídio pensado pelos idosos, capacitando-os a indicar fontes de apoio ou a oferecer ajuda adequada”, concluíram as autoras.



Fonte: Agência Fiocruz de Notícias

Desde 2002, mais de 280 mil toneladas de embalagens de agrotóxicos usadas nas propriedades rurais brasileiras foram recolhidas e encaminhadas para destino ambientalmente correto. O dado foi divulgado hoje, 27, pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), que representa os fabricantes desses produtos. A prática, conhecida como logística reversa, tornou-se obrigatória para o setor em 2002.

 

Apenas no ano passado, o volume de embalagens recolhidas e corretamente destinadas por agricultores, comerciantes e fabricantes passou de 40,4 mil toneladas. O balanço mostra aumento de 8% em relação ao registrado em 2012.  “Em 2014, nossa expectativa é que esse crescimento se acentue e que práticas mais conscientes se espalhem por toda a atividade agrícola”, disse o diretor-presidente do inpEV,  João Cesar Rando.

 

Mato Grosso foi o estado que mais recolheu embalagens no ano passado – 9.564 toneladas, que representam crescimento de 10% em relação a 2012. Em seguida, vieram os estados do Paraná (5.003 toneladas), de São Paulo (4.769), de Goiás (4.499) e do Rio Grande do Sul (3.753). Juntos, eles responderam por cerca de 70% do total recolhido no país.

 

Maranhão, Rondônia e Piauí foram os estados com maior crescimento percentual. O total de embalagens que tiveram destino correto no Maranhão passou de 741 toneladas, em 2012, para 996 no ano passado, com incremento de 35% no descarte adequado. Em Rondônia, houve crescimento de 30%, tendo passado de 189 toneladas para 246. No Piauí, a coleta aumentou 26%, totalizando 509 toneladas.

 

Fonte: Agência Brasil

O Hospital Odilon Behrens está com inscrições abertas ao Programa de Residência Multiprofissional na área da Saúde. O período de inscrições será de 28 de janeiro a 07 de fevereiro.

 

São oferecidas 45 vagas distribuídas em 06 áreas de ênfase para profissionais de: Farmácia, Nutrição, Fisioterapia, Enfermagem, Odontologia, Psicologia, Terapia Ocupacional,   Fonoaudiologia, Educação Física e Serviço Social.

 

A duração do programa é de 24 meses e o valor da Bolsa é de R$2.976,26. As inscrições deverão ser feitas no site da organizadora: www.escolideres.com.br
O valor da inscrição é R$ 130,00.

 

Informações: Escolíderes - Escola de Formação de Líderes
Telefone: (31) 3383-1551 / (31) 8834-9636
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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