A Associação Mineira de Farmacêuticos (AMF) está com inscrições abertas para o Curso de Atenção Farmacêutica e Farmácia Clínica. Farmacêuticos sindicalizados têm desconto na matrícula que é maior para os inscritos até 17/02: R$ 350.  

 

O curso tem como objetivo capacitar profissionais farmacêuticos para o exercício da prática clínica em seus diversos ambientes de trabalho fundamentado em conhecimentos e habilidades clínicas que contemplam boas práticas de prescrição, fisiopatologia, semiologia, comunicação interpessoal, farmacologia clínica e terapêutica conforme diretrizes da Resolução 585/2013 e 586/2013 do CFF.

 

Para mais informações e inscrições, clique aqui

O Conselho Nacional de Saúde aprovou o calendário para a realização das etapas estaduais e regionais que antecedem à plenária nacional da 4º Conferência de Saúde do Trabalhador. A Conferência tem como tema central Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, Direito de Todos e Todas e Dever do Estado.

 

A Fenafar considera que a mobilização dos farmacêuticos e farmacêuticas para este debate é fundamental e fortalece a luta da categoria pela sua valorização.

Veja o calendário:
- 28.02 - data limite para envio das datas das etapas macrorregionais e estadual - para a comissão organizadora da 4ª CNST

Março
* 10 e 11 -macro TO
* 11 e 12 - 1º macro SP
* 17 e 18 - macro Augustinópolis (TO)
* 19 e 20 - macro Araquaina (TO)
* 20 e 21 - 2º macro SP
* 21 e 22 - macro serra Caxias do Sul (RS)
* 25 e 26 - macro Guaraí (TO)
* 28 e 29- macro sul Pelotas (RS)

Abril
* 01º e 2 - 3º macro SP
* 01º e 2 - macro Dianópolis (TO)
* 02 - macro norte (ES)
- macro central (ES)
- macro metropolitana (ES)
- macro sul (ES)
* 03 e 04 - macro Gurupi (TO)
* 08 e 09- 4º macro (SP)
* 11 e 12 - macro centro oeste Santa Maria (RS)
* 14 e 15 - macro Paraíso (TO)
* 15 e 16 - 5º macro (SP)
* 22 e 23 - 6º macro SP
* 22, 23 e 24 - estadual ES
* 23 e 24 - macro Palmas (TO)
* 25 e 26 - macro metropolitana Porto Alegre (RS)

Maio
* 08,09 e 10 - estadual SP
* 9 e 10 - macro vales Santa Cruz do Sul (RS)
* 16 e 17 - macro Missioneira Santa Rosa (RS)
* 23 e 24 - macro norte Passo Fundo (RS)
* 27 e 28 - estadual TO

Junho
* 05,06 e 07 - estadual (RS)
* 10 e 11 - estadual MS

Novembro
* 11, 12 e 13 de novembro - etapa nacional - BSB (DF)

 

Fonte: Fenafar
Publicado em 10/02/2014

As farmacêuticas Maria Helena Barcellos e Gisele Regina Santos foram as ganhadoras do KIT IPOG. O sorteio foi realizado no dia 07/02, sexta-feira.

 

A diretoria do Sinfarmig parabeniza as colegas e informa que elas devem retirar o prêmio na sede do Sindicato, na rua dos Tamoios, 462, sala 1205, Centro, BH.

Palestrantes de destaque foram convidados para participar da Reunião Nacional de Luta pela Valorização da Profissão Farmacêutica, realizada na quarta e quinta-feira (05 e 06) em Brasília. Um deles foi a socióloga Maria Helena Machado. Pesquisadora titular da Escola de Saúde Pública Sérgio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz, ela abordou o tema “Fenômeno da profissão: o desafio de ser uma profissão”.



Autora do livro “Profissões de saúde: uma abordagem sociológica”, Maria Helena Machado destacou os aspectos sociológicos da profissão. Durante sua fala, colocou como principal desafio para os profissionais e entidades representativas da categoria, a conquista do reconhecimento do farmacêutico como profissional essencial para a saúde. “Hoje o farmacêutico é reconhecido, mas não é tido como essencial. Uma mostra disso é número de profissionais nos postos de trabalho do Sistema Único de Saúde (SUS).”



Conforme Maria Helena Machado, os farmacêuticos ocupam o quinto lugar no ranking de categorias profissionais mais frequentes no SUS. “Em primeiro lugar vêm os médicos, em segundo, os enfermeiros, em terceiro, os cirurgiões-dentistas e em quarto, os fisioterapeutas”, cita a pesquisadora. “Entre 1990 e 2000, os farmacêuticos estavam em terceira colocação.” Os cirurgiões-dentistas e fisioterapeutas ganharam terreno com o Brasil Sorridente, programa de saúde bucal do Governo Federal, e com a Estratégia de Saúde da Família, diz ela.


Maria Helena Machado observa que essa classificação se torna ainda mais perversa porque há um enorme fosso entre os médicos e os enfermeiros, que vem em segundo lugar. “Ou seja, a distância entre o número de farmacêuticos e os primeiros colocados, que são os médicos, é maior ainda do que deveria ser.” A pesquisadora deixa claro que nada tem contra as demais profissões, mas defende que é necessária a ampliação do quadro de farmacêuticos para que eles sejam de fato, profissionais essenciais à saúde.

Na opinião de Maria Helena Machado é necessário, ainda, que as farmácias sejam classificadas por lei como estabelecimentos de saúde. “Hoje, pela legislação existente, as farmácias são estabelecimentos comerciais”, comenta a palestrante, citando a Lei nº 5991/73. “A alteração legal é importante para que haja mais controle, fiscalização e aproveitamento de mão de obra, mas principalmente para promover a mudança da visão que a população tem da farmácia. Ela precisa enxergar o estabelecimento farmacêutico como local onde ela pode obter atendimentos de saúde.”




A pesquisadora, que também é coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Recursos Humanos em Saúde e do ObservaRH-ENSP, da Rede de Observatórios de RH-MS/Opas, disse que o farmacêutico deve estar onde a população está. E assinalou que as formas de buscar isso devem ser pensadas pelas entidades, conjuntamente, e pela categoria. “Não tenham medo de enfrentar esse desafio no Congresso, no Ministério da Saúde e em todas as instâncias decisórias. A Farmácia é uma profissão milenar, fundamental à saúde.”


Fonte: Comunicação CFF

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