Fenafar e Escola promovem oficinas para discutir os 10 anos da Política Nacional de Assistência Farmacêutica.

Há 10 anos, ao criar a Política Nacional de Assistência Farmacêutica (PNAF) o Brasil dava um passo importante para robustecer as ações de Saúde no Brasil, de acordo com um dos três princípios que regem o Sistema Único de Saúde: a integralidade.

O conceito de integralidade pressupõe que um sistema de saúde precisa ser composto de um amplo leque de ações – e, portanto, de políticas –, para que a promoção da saúde abranja a “prevenção de riscos e agravos, assistência e recuperação”. É ai que se enquadra a Assistência Farmacêutica adotada como política estruturada e coordenada com outras.

A Fenafar ao longo de sua história, que completa 40 anos, deu contribuição fundamental para a elaboração desta política, criada em 2004, através da sua participação nas Conferências Nacionais de Saúde, do seu protagonismo na organização e condução da 1ª Conferência Nacional de Assistência Farmacêutica e, posteriormente, com lideranças oriundas da Fenafar que assumiram posições de destaque no governo para a implantação dessa política.

Objetivo das Oficinas

Por isso, com o objetivo de fortalecer a Política Nacional de Assistência Farmacêutica - PNAF, a Escola Nacional dos Farmacêuticos e a Fenafar irão promover uma série de oficinas que irão fazer um balanço destes 10 anos para, a partir da realidade atual e das necessidades do País, apontar os desafios que estão colocados para avançar no desenvolvimento desta política que é estratégica para a Saúde e, também, para a atuação e valorização dos profissionais farmacêuticos.

As oficinas sobre os "10 anos da Política Nacional de Assistência Farmacêutica: avanços e desafios" acontecerão nas cinco regiões do país. Veja programação completa ao final.

Todo o material produzido pelas oficinas será distribuído para os Conselhos de Saúde e Entidades Farmacêuticas e Públicas como forma de subsidiar o fortalecimento da área e impulsionar o debate do tema na 15ª Conferência Nacional de Saúde.

Para a presidente da Escola Nacional dos Farmacêuticos, Silvana Nair Leite as oficinas além de fazerem um balanço e apontarem as perspectivas para a PNAF, também produzirão uma importante reflexão sobre o papel do farmacêutico, o modelo de atenção à saúde e, consequentemente, nos trarão mais elementos para pensarmos qual o papel que os farmacêuticos, mas não só, que os profissionais de saúde, devem ter para estarem em sintonia com esta política que tem no cuidado à saúde a sua centralidade.

Para participar

Quinze cidades vão sediar as oficinas: São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, Rio Branco, Aracaju, Salvador, São Luiz, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis, Cuiabá, João Pessoa, Manaus e Fortaleza.

Para se inscrever clique aqui

Região SUL

1. Porto Alegre (RS) – 14 e 15 de agosto de 2014

2. Florianópolis (SC) – 22 e 23 de agosto de 2014

3. Curitiba (PR) – 28 e 29 de agosto de 2014

Região Centro Oeste

4. Brasília (DF) – 21 e22 de agosto de 2014

5. Cuiabá (MT) – 21 e 22 de agosto de 2014

Região Sudeste

6. São Paulo (S) – 29 e 30 de agosto de 2014

7. Belo Horizonte (MG) – 12 e 13 de setembro de 2014

8. Rio de Janeiro (RJ) – 18 e 19 de setembro de 2014

Região Nordeste 1

9. João Pessoa (PB) – 10 e 11 de outubro de 2014

10. Fortaleza (CE) – 31 de outubro e 1º de novembro de 2014

Região Nordeste 2

11. Salvador (BA) – 7 e 8 de novembro de 2014

12. São Luiz (MA) – 13 e 14 de novembro de 2014

13. Aracaju (SE) – 27 e 28 de novembro de 2014

Região Norte

14. Manaus (AM) – 13 e 14 de novembro de 2014

15. Rio Branco (AC) – 21 e 22 de novembro de 2014

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou, nesta segunda-feira (21), uma atualização da lista com os preços máximos de venda dos medicamentos no país. Segundo o Ministério da Saúde, a nova lista já inclui uma redução aproximada de 12% nos preços limites pela liberação da cobrança de dois tributos

A lista completa com o teto para todos os medicamentos vendidos no país está no site da Anvisa. 

São afetadas, nessa redução, 174 substâncias usadas na fabricação de medicamentos e outros produtos de saúde, envolvendo 351 diferentes formas de apresentação que podem incluir a mesma substância, mas com concentração ou quantidade de comprimidos diferentes. 

Segundo o governo, a lista oficializa algo que vale desde o final do mês passado, quando foi publicada a lista das 174 substâncias que passavam a estar liberadas da cobrança do PIS/Cofins. 

O desconto, de acordo com a Anvisa, incide sobre o preço limite para venda ao consumidor. Na prática, porém, os preços na farmácia costumam ser mais baixos que o limite, por conta da concorrência entre os laboratórios. 

Entidades da indústria farmacêutica garantem, no entanto, que os descontos são integralmente repassados às farmácias. 

Boa parte das substâncias da lista de 174 é de produtos usados pelos hospitais e tem peso significativo nas compras públicas.

 

Escrito por Jornal Hoje em Dia

A Anvisa determinou nesta segunda-feira (21/7) três interdições e uma suspensão do medicamentoGluconato de Cálcio 10%, do fabricante Isofarma Industrial Farmacêutica Ltda. A suspensão  se refere ao lote 33444401do Gluconato de Cálcio 10% Solução Injetável, com validade até 09/2015. De acordo com o laudo emitido pelo Laboratório Central de Goiás, o produto apresentou aspecto insatisfatório, com a presença de material estranho com flocos escuros. A medida é definitiva e por isso o medicamento deve ser recolhido pela fabricante.

 

 
As interdições se referem aos lotes 33336101 (val 07/2015), 33181101 (val 04/2015) e 33304601(val 06/2015) também do Gluconato de Cálcio 10% injetável. Neste caso a medida foi motivada pela análise do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) que identificou um resultado insatisfatório no ensaio de esterelidade do produto. As suspensões são preventivas e valem por 90 dias.
 
Em qualquer caso, nenhum dos quatro lotes deve ser distribuído, comercializado ou utilizado. As medidas estão nas resoluções da Anvisa 2.650/14 e 2.651/14, publicada no Diário Oficial da União (DOU).
 
 

 

 

Imprensa/ Anvisa

 

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) vem a público externar sua solidariedade ao povo palestino diante das atrocidades cometidas por Israel desde o dia 8 de julho, quando teve início a operação Margem Protetora, que usou como pretexto para a carnificina o sequestro e morte de três colonos israelenses, residentes ilegalmente em terras palestinas. 

 

Até o momento mais de 240 palestinos foram mortos - a maioria civis, incluindo mulheres, crianças e idosos. O número de feridos e mutilados ultrapassa 1.500. Após dez dias de bombardeios (com uma trégua humanitária de apenas cinco horas) o Exército israelense -  o mais moderno e sofisticado do mundo - iniciou uma ofensiva terrestre na Faixa de Gaza.

 

A CTB expressa seu veemente repúdio contra estes crimes que Israel pratica com a finalidade de expandir suas colônias e expulsar os palestinos de suas terras.É inadmissível que ações terroristas como esta continuem sendo praticadas e sigam impunes.  Não podemos aceitar que estas atrocidades continuem.

 

A CTB defende a soberania dos países e povos e exige o fim da ofensiva israelense em Gaza, que também foi condenada pela presidenta brasileira Dilma Rousseff.

 

É preciso denunciar a cínica cumplicidade dos Estados Unidos com os sionistas e a paralisia da ONU e seu Conselho de Segurança, que parecem ao mesmo tempo indiferentes e impotentes diante desses trágicos acontecimentos. Os movimentos sociais e as forças progressistas devem se unir no repúdio ao genocídio palestino e em apoio à criação do Estado da Palestina.

 

*Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
*Divanilton Pereira – secretário de Relações Internacionais da CTB

 

Fonte: CTB
Publicado em 21/07/2014

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