O Ministério da Saúde e o Instituto Nacional do Câncer (INCA) anunciaram a realização de concurso no dia 22 de julho passado. 
 
 
Entre as vagas anunciadas há algumas específicas para farmacêuticos. Confira:
 
 
Políticas de Assistência Farmacêutica e Planos de Ação do Ministério da Saúde;
 
 
Gestão da Qualidade na Área Farmacêutica; Planejamento e Orçamento na Área Farmacêutica;
 
Medicamentos e Insumos: Controle ou Gestão da Qualidade Farmacêutica.  
 
Os aprovados trabalharão nas cidades de Brasília ou Rio de Janeiro; as provas também serão realizadas nessas cidades. 
 
 
O cronograma com as etapas do concurso ainda não foi divulgado pelas entidades responsáveis. 
 
 
Leia edital completo em:
http://ww4.funcab.org/arquivos/INCA2014/Edital%20n%C2%B001.2014.pdf

Entre os dias 22 de setembro e 26 de outubro, a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) abre concurso para vários cargos. 
 
 
Os farmacêuticos podem se candidatar em pelo menos quatro áreas: Assistência Farmacêutica, Vigilância em Saúde, Políticas públicas de Saúde e Auditor Assistencial Estadual do SUS. Todos os cargos de nível superior oferecem remuneração de R$ 2.292,10 mais gratificação por atividade em saúde. 
 
 
Já o cargo de Auditor Assistencial Estadual do SUS oferece remuneração de R$ 3.500 mais gratificação por cumprimento de metas que pode chegar a R$ 1.500.  O valor das inscrições é de R$ 53 para todos os cargos.  
 
 
Confira os editais em:  
 
http://www.pciconcursos.com.br/noticias/ses-mg-abre-concursos-com-mais-de-1700-vagas
 
 
Com informações do site PCI Concursos
 

MOÇÃO Nº 009, 17 DE JULHO DE 2014. 
 
O Plenário do Conselho Nacional de Saúde, em sua Ducentésima Quinquagésima Nona Reunião Ordinária, realizada nos dias 16 e 17 de julho de 2014, no uso de suas competências regimentais e atribuições conferidas pela Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, pela Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990 e pelo Decreto nº 5.839, de 11 de julho de 2006, e, considerando que desde 8 de julho, o mundo assiste à escalada da violência militar de Israel contra o povo palestino, resultando em centenas de mortes de civis, grande parte delas de crianças, além da destruição das cidades, da disseminação do medo e do grave comprometimento das condições de vida de todos. 
 
Diante desse cenário, o Conselho Nacional de Saúde manifesta-se pelo fim imediato dos ataques ao povo árabe, instando o governo brasileiro, em geral, e o Ministério da Saúde, em particular, a intervir nos fóruns internacionais no sentido de: 
 
 
1) expressar o apoio e a solidariedade ao povo palestino, reconhecendo o Estado Palestino como a maneira de honrar os direitos dos povos. 
 
2) solicitar ao Conselho de Segurança da ONU que adote providências contra a agressão israelense; e 
 
3) apoiar o chamado da Sociedade de Ajuda Médica Palestina, associando-se ao fundo de ajuda e ao envio de força de trabalho e de saúde para a Faixa de Gaza tão logo seja possível. 
 
 
Plenário do Conselho Nacional de Saúde, em sua Ducentésima Quinquagésima Nona Reunião Ordinária.

Objetivo é criar um programa para o intercâmbio de estudantes e professores, com foco em doenças negligenciadas, saúde mental, sistemas de saúde, neurociência, etc

undefined 

 

O presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, e o reitor da Universidade de Yale (Estados Unidos), Peter Salovey, assinaram nesta última terça-feira (29) um acordo de cooperação para a criação de uma Aliança para a Saúde Global, que terá como objetivo a promoção da saúde e da equidade nas Américas e em outras regiões por meio da educação. A iniciativa irá desenvolver soluções inovadoras por meio de programas multidisciplinares e educar a próxima geração de líderes em Saúde Global. “Estamos muito orgulhosos desse programa, pois ele vai permitir ações importantes como o intercâmbio entre professores das duas instituições, para que possam, juntos, ensinar, pesquisar e desenvolver programas acadêmicos prioritários para a saúde”, declarou Salovey, durante a reunião do Conselho Deliberativo da Fiocruz.

A ideia é criar e desenvolver um programa para o intercâmbio de estudantes e professores, com foco em áreas como doenças negligenciadas, saúde mental, sistemas de saúde e história da ciência e da medicina. Segundo Salovey, além desses campos, o programa pode gerar outras oportunidades de ações conjuntas. “Poderemos ainda desenvolver colaborações em doenças microbianas, prevenção do câncer e do HIV, descoberta de medicamentos, neurociências e saúde da criança”, disse. Em novembro, será realizado, na Universidade de Yale, um workshop entre as duas instituições, onde serão definidos os campos de colaboração e detalhados os programas de trabalho.

O diretor da Escola de Saúde Pública da Universidade de Yale e coordenador da parceria, Paul Cleary, afirmou que a instituição acadêmica valoriza muito as cooperações com a Fiocruz e deseja expandi-las não somente através da troca de conhecimento, mas também por meio da construção de parcerias estratégicas que permitam a contribuição e aprendizagem mútua. “As doenças infecciosas e crônicas não reconhecem os limites nacionais. O papel dos cientistas é reconhecer essas fronteiras. E eles podem fazer isso através da construção de redes, como as ações conjuntas que desenvolvemos com a Fiocruz”, destacou. 

O presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, lembrou que as duas instituições desenvolvem ações de cooperação há 20 anos e ressaltou que esse trabalho em conjunto tem tido resultados muito importantes, principalmente na Bahia, onde Yale desenvolve parcerias com o Centro de Pesquisas Gonçalo Muniz (CPqGM/Fiocruz Bahia). “Por muitos anos, temos tentado atingir um novo estado de colaborações que sejam fortes, desenvolvidas a partir de experiências como essas e estrategicamente pensadas em novas áreas. Essa é uma possibilidade especial de celebrarmos isso”, afirmou.

Resultados da parceria Fiocruz-Yale

Apesar de já desenvolverem ações de colaboração há 20 anos, o primeiro convênio entre a Fiocruz e a Universidade de Yale só foi assinado em 2011, por meio do Centro de Pesquisas Gonçalo Muniz (CPqGM/Fiocruz Bahia) e da Escola de Saúde Pública da universidade. Um dos resultados da parceria foi o curso colaborativo em Determinantes Sociais e Ecológicos da Saúde, promovido juntamente com a Universidade de Berkeley (Estados Unidos), em 2012, em Salvador. O encontro reuniu estudantes das instituições promotoras com o intuito de discutir a interferência de fatores ambientais e socioeconômicos na distribuição de doenças pelo território brasileiro.

O evento vai permitir a formação de futuras cooperações em projetos de pesquisa voltados ao tratamento de doenças que assolam o país, sobretudo a Bahia, entre elas Aids, hepatite C, doença de Chagas, esquistossomose e leptospirose. Além das aulas expositivas, os alunos fizeram visita de campo em uma área endêmica para doenças infecciosas no estado, o bairro do Pau da Lima, em Salvador. Com a atividade, os estudantes puderam identificar na prática os fatores sociais e ambientais relacionados à leptospirose, um dos maiores problemas da região.

 

 

Autor: Saúde Business 365 
Fonte: Agência FiocruzPublicado em 31 de Julho de 2014

Mais Artigos...