Ações cooperativas sobre a Farmacopeia brasileira e a japonesa, troca de informações sobre rotinas de trabalho para agilizar o trâmite do registro de medicamentos e de produtos para a saúde, intercâmbio de técnicos entre os dois países e a realização de conferências sobre tendências tecnológicas são algumas das ações que poderão ser feitas em parceria entre o Brasil e o Japão.
 
 
O esboço do plano de trabalho foi definido nesta segunda-feira (04/08) no 1º Seminário sobre Regulação de Produtos Farmacêuticos e Equipamentos Médicos, aberto no sábado (02/08), em São Paulo, com o objetivo de compartilhar experiências e conhecimento sobre as normas de regulação do Brasil e do Japão na área de vigilância sanitária. 
 
 
A abertura do Seminário contou com a presença do Primeiro Ministro do Japão, Shinzo Abe, e dos presidentes das agências reguladoras do Brasil, a Anvisa, Dirceu Barbano, e do Japão, a PMDA, Tatsuya Kondo. Também participaram do Seminário os diretores da Anvisa Jaime Oliveira, Renato Porto e José Moutinho, além de especialistas das duas agências.
 
 
O diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, destacou o reconhecimento da eficácia das ações da Agência no cenário internacional e a importância da parceria entre o Brasil e o Japão, que já tem mais de trinta acordos bilaterais firmados na área da regulação em vigilância sanitária. Por sua vez, o presidente da agência japonesa, Tatsuya Kondo, salientou a eficiência da Anvisa na organização do Seminário e a rapidez com que evoluiu a relação Brasil/Japão no campo da regulação, tendo sido assinado o primeiro entendimento entre as partes em 2012, durante evento internacional realizado em Manaus (AM). 
 
 
Temas debatidos
Os principais temas debatidos entre as partes foram: Regulação de Medicamentos, Dispositivos e Equipamentos Médicos, Farmacovigilância e Tecnovigilância, Boas Práticas de Fabricação, Farmacopeia, Produtos Biológicos, Iniciativas Público/Privado, Ciência da Regulação e Fiscalização de Portos, Aeroportos e Fronteiras.
 
 
Participaram da abertura do evento no sábado, 2, como palestrantes: Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa; Tatsuya Kondo, presidente da Agência de Produtos Farmacêuticos e Equipamentos Médicos do Japão (PMDA); representantes da Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Equipamentos, Produtos e Suprimentos Médico-Hospitalares (Abimed); Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma) e Farma Brasil; e representantes do Japão de entidades reguladoras e de indústrias de equipamentos médicos, como a Federação das Associações de Equipamentos Médicos do Japão (JFMDA) e a Federação dos Fabricantes de Produtos Farmacêuticos do Japão (FPMAJ).
 
 
A organização do Seminário ficou a cargo da Anvisa, da agência reguladora do Japão- a PMDA, a Beneficência Nipo-Brasileira de São Paulo (ENKYO) e do escritório no Brasil da Japan External Trade Organization (JETRO).
 
 
Fonte: Imprensa Anvisa

Segundo Arthur Chioro, agentes em portos, aeroportos e fronteiras estão treinados para identificar suspeita de contágio pelo vírus ebola no Brasil. 
 
 
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, disse na última sexta-feira (1º) que os fiscais de vigilância sanitária nos portos, aeroportos e fronteiras estão treinados para identificar, caso chegue ao país, qualquer pessoa com suspeita de contágio pelo vírus ebola. Segundo ele, no entanto, não há recomendação específica nem risco de transmissão global do vírus.
 
 
“Queremos insistir: não há recomendação e não há risco de transmissão global, segundo a Organização Mundial da Saúde [OMS]. Por enquanto, não há recomendação de restrição de viagens. Os casos, em sua maioria, se localizam em pequenas localidades rurais”, disse o ministro, ressaltando que os profissionais da área de saúde recebem diariamente os informes com recomendações da OMS, que acompanha não apenas o ebola, mas todas as doenças transmissíveis coletivamente.
 
 
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, disse que o surto do vírus ebola está se expandindo mais rapidamente do que os esforços para controlá-lo e que, se a situação piorar, as consequências “podem ser catastróficas”, com risco de propagação para outros países. A diretora adiantou que alguns países terão que impor restrições de locomoção e para reuniões públicas, dependendo da situação epidemiológica.
 
 
Chioro explicou que a epidemia de ebola na Libéria, em Serra Leoa e na Guiné tem relação com as situações de conflito nesses países, com dificuldade das equipes chegarem aos pacientes e até com tradições culturais desses países, como os rituais fúnebres e outras crenças, como a recusa em lacrar os caixões, o que propicia o contato com secreções de cadáveres.
 
 
O ministro disse que os brasileiros que viajam para os países afetados pela epidemia devem seguir todas as recomendações das autoridades locais, mas que não há, por enquanto, nenhuma orientação para a interrupção de viagens ou voos. “É importante que tomem os cuidados que chamamos de biossegurança: não entrar em contato com secreção, com vômito”, explicou.
 
 
Ontem, a OMS anunciou a criação de um fundo de US$ 100 milhões para combater o surto do vírus ebola na Libéria, em Serra Leoa e na Guiné, que já matou 729 pessoas. Até ontem, a Guiné já havia registrado 460 casos (336 confirmados, 109 prováveis, 15 suspeitos) e 339 mortes; e a Libéria, 329 casos (100 confirmados, 128 prováveis, 101 suspeitos) e 156 mortes. A Nigéria teve somente um registro (caso de provável morte pela doença, ainda por confirmar). Em Serra Leoa, de 533 casos notificados, 473 foram confirmados, 38 considerados prováveis e 22 suspeitos. Houve 233 mortes. 
 
 
Suspeita
O Ministério da Saúde descartou a possibilidade de uma paciente do Hospital de Doenças Tropicais (HDT) de Goiânia estar com o vírus ebola. A mulher de 23 anos procurou atendimento no hospital especializado por ter apresentado febre e tosse depois de uma estadia de dez dias em missão religiosa no Moçambique.
 
 
O país africano não é foco de surto da doença, mas, segundo assessoria do HDT, como fica no mesmo continente de países em que está havendo surto da doença, ela foi encaminhada para o serviço especializado. Apesar de a hipótese de ebola ter sido descartada, a paciente continua internada para descobrir o que provocou os sintomas.
 
 
De acordo com o hospital, a paciente, que não teve o nome divulgado, está passando por exames e apresenta quadro geral bom e estável, sem risco de morte. 
 
Fonte: Agência Brasil

O Ministério da Saúde e o Instituto Nacional do Câncer (INCA) anunciaram a realização de concurso no dia 22 de julho passado. 
 
 
Entre as vagas anunciadas há algumas específicas para farmacêuticos. Confira:
 
 
Políticas de Assistência Farmacêutica e Planos de Ação do Ministério da Saúde;
 
 
Gestão da Qualidade na Área Farmacêutica; Planejamento e Orçamento na Área Farmacêutica;
 
Medicamentos e Insumos: Controle ou Gestão da Qualidade Farmacêutica.  
 
Os aprovados trabalharão nas cidades de Brasília ou Rio de Janeiro; as provas também serão realizadas nessas cidades. 
 
 
O cronograma com as etapas do concurso ainda não foi divulgado pelas entidades responsáveis. 
 
 
Leia edital completo em:
http://ww4.funcab.org/arquivos/INCA2014/Edital%20n%C2%B001.2014.pdf

Entre os dias 22 de setembro e 26 de outubro, a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) abre concurso para vários cargos. 
 
 
Os farmacêuticos podem se candidatar em pelo menos quatro áreas: Assistência Farmacêutica, Vigilância em Saúde, Políticas públicas de Saúde e Auditor Assistencial Estadual do SUS. Todos os cargos de nível superior oferecem remuneração de R$ 2.292,10 mais gratificação por atividade em saúde. 
 
 
Já o cargo de Auditor Assistencial Estadual do SUS oferece remuneração de R$ 3.500 mais gratificação por cumprimento de metas que pode chegar a R$ 1.500.  O valor das inscrições é de R$ 53 para todos os cargos.  
 
 
Confira os editais em:  
 
http://www.pciconcursos.com.br/noticias/ses-mg-abre-concursos-com-mais-de-1700-vagas
 
 
Com informações do site PCI Concursos
 

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