Foi realizada na terça-feira, 19/08, a segunda reunião entre Sinfarmig e Sindicato dos Hospitais, intermediada pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) com o objetivo de avançar nas negociações do setor de Farmácia Hospitalar que tem data-base em junho. 
 
A intermediação do Ministério do Trabalho foi solicitada pelo Sinfarmig  visando agilizar as negociações que, pela experiência de anos sucessivos, não ocorre de modo espontâneo por parte do sindicato patronal. Por isso, esse ano, o Sindicato dos Farmacêuticos acionou o MTE e já no dia 24 de julho houve a primeira rodada de negociações em que os hospitais ofereceram aumento de 5%.  A proposta foi recusada pelo Sinfarmig visto que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do período relativo à data-base (junho) chegou a 6,05%. 
 
Não aceita a proposta dos hospitais, o mediador da SRTE sugeriu que as duas entidades podiam negociar diretamente uma nova alternativa de recomposição das perdas salariais. O sindicato patronal marcou o dia 05 de agosto para uma reunião direta entre as entidades, mas seguindo a prática já conhecida, de se negar ao diálogo direto e franco com o Sinfarmig, a reunião foi desmarcada pelos empregadores.
 
A nova reunião, já prevista em 24/07 pela SRTE, aconteceu nesta terça-feira, 19/08, e como era de se esperar – outra vez seguindo uma prática incompreensível e antidemocrática dos empregadores hospitalares-, sem a presença de sequer um diretor do Sindicato dos Hospitais, que enviou apenas o advogado para anunciar a proposta.  
 
Nesta segunda rodada, intermediada pelo Ministério do Trabalho, a proposta anterior foi elevada em 1%, chegando aos 6% e retroagindo a 1º de junho. Segundo o assessor jurídico do patronal, esse índice seria aplicado aos salários fixados em outubro de 2013. As diferenças referentes aos meses de junho e julho a serem pagas juntamente com o salário corrigido de setembro, assim como as diferenças relativas a agosto que seriam incorporadas aos salários de outubro, também corrigido em 6%.
 
A proposta oferecida pelos patrões está sendo avaliada pelo Sinfarmig, sendo que a próxima reunião com os empregadores ficou agendada para a última semana de agosto.  
 
Imprensa Sinfarmig
 

Secretaria de Saúde confirma morte por gripe A no Rio de Janeiro

A Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro confirmou hoje (20) a primeira morte por gripe A (conhecida também como gripe suína), no estado, este ano. A vítima é um paciente do município de Araruama, na Região dos Lagos fluminense, cuja morte foi confirmada na sexta-feira (15).

 

De acordo com dados da Superintendência Estadual de Vigilância Epidemiológica, este ano, foram registrados mais quatro casos de síndrome respiratória aguda decorrentes da gripe A. No ano passado, foram 42 casos, que resultaram em nove mortes.

 

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, a gripe A não é mais grave do que outros tipos de gripe causadas pelo vírus Influenza. Apesar disso, ao perceber sintomas como febre alta, coriza, tosse e dor no corpo, os pacientes devem procurar atendimento médico.

 

Fonte: Agência Brasil

A Anvisa determinou, nesta quarta-feira (20), a suspensão de lotes de seis medicamentos e de uma compressa de gaze. As resoluções constam na edição nº 159/2014 do Diário Oficial da União. Todos os lotes dos produtos suspensos serão recolhidos pelos laboratórios fabricantes.



Após essas suspensões, a Agência irá investigar as queixas técnicas e avaliar eventuais penalidades a serem aplicadas. Tais punições variam desde a advertência até o cancelamento da autorização de funcionamento da empresa ou do registro do produto. Estão previstas ainda a aplicação de multas que podem oscilar entre R$ 2 mil e R$ 1,5 milhão.

 

Clique aqui para ler a matéria na íntegra

Aos colegas farmacêuticos,

Considerando a publicação da Lei nº 13.021/14 e da Medida Provisória nº 653/14 no último dia 11/08/2014, os representantes do Fórum Nacional de Luta pela Valorização da Profissão Farmacêutica (CFF, Feifar, Fenafar, Enefar, ABEF) e os componentes da Comissão Parlamentar do CFF têm a informar que estão reunidos, permanentemente, para proceder aos desdobramentos que o tema requer.

Nesse sentido, foram elaboradas e encaminhadas propostas ao Congresso Nacional, visando alterar a Medida Provisória 653/14, haja vista que, em não sendo definitiva, a sua publicação não esgota as possibilidades de mudanças, vez que o Poder Legislativo ainda a analisará, podendo rejeitar ou modificar o texto presidencial.

Ao tempo em que agradecem pela confiança depositada, esses representantes da categoria farmacêutica reiteram o sagrado compromisso de continuar lutando pela defesa intransigente da saúde do povo brasileiro.


Fórum Nacional de Luta pela Valorização da Profissão Farmacêutica
Comissão Parlamentar do CFF

Mais Artigos...