As revistas Pharmacia Brasileira e Infarma, e o boletim Farmacoterapêutica, publicações do Conselho Federal de Farmácia (CFF/Cebrim), estão disponíveis no portal “Saúde baseada em evidências”. O portal é uma iniciativa da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES/MS), do Ministério da Saúde e possibilita o acesso gratuito às publicações científicas, em revistas, periódicos e livros organizados pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior/MEC).


Todo o material de pesquisa está disponível para profissionais de Biologia, Biomedicina, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia e Serviço Social, vinculados ao respectivo Conselho Profissional.

Acesse o Portal Saúde Baseada em Evidências pelo link abaixo:
http://aplicacao.periodicos.saude.gov.br

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Suporte:
Os profissionais podem solicitar informações pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo Disque Saúde 136 (ligação gratuita).


SAÚDE BASEADA EM EVIDÊNCIAS - Criado pelo Ministério da Saúde em parceria com a Capes/MEC, o Portal Saúde Baseada em Evidências reitera o compromisso do governo brasileiro de aprimorar o exercício dos trabalhadores da saúde democratizando as condições de acesso, nas suas áreas de atuação, a conteúdos cientificamente fundamentados na perspectiva de melhor atender à população.


Fonte: CFF    
Autor: Comunicação - 16/09

A Anvisa lança, nesta quinta-feira (18), dois programas de monitoramento da qualidade de medicamentos e produtos para saúde no Brasil.

 

O Programa Nacional de Verificação da Qualidade de Medicamentos (Proveme) vai analisar, inicialmente, amostras mensais dos medicamentos do Aqui Tem Farmácia Popular e Farmácia Popular. Já o Projeto Monitoramento de Materiais de Uso em Saúde Comercializados no Brasil irá monitorar produtos para saúde disponíveis no mercado, tais como implantes ortopédicos, implantes de mama e equipamentos.


As informações geradas no âmbito dos dois projetos serão registradas no sistema SGAWeb, que também será lançado nesta quinta-feira.  Nele, os laboratórios poderão registrar as amostras recebidas, os resultados de análises e laudos analíticos emitidos.

 

O sistema começou a ser desenvolvido em 2011 pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), em parceria com a Anvisa. O objetivo é que o SGAWeb seja utilizado por  todos os laboratórios que compõem a rede de laboratórios de vigilância sanitária, abrangendo os laboratórios centrais, regionais, municipais, além da rede credenciada.

Outro lançamento previsto para esta quinta é o Centro de Gerenciamento de Informações sobre Emergências em Vigilância Sanitária (eVISA). Este centro é uma nova unidade na Anvisa,  que organizará o processo de captação, monitoramento e resposta a emergências em vigilância sanitária. O eVISA  foi inspirado na concepção da Rede Global de Alerta e Resposta para Emergências em Saúde Pública, constituída por centros instalados em vários países e na sede da Organização Mundial de Saúde (OMS), em Genebra, e que tiveram impulso com a implementação do Regulamento Sanitário Internacional.


Fonte: Imprensa Anvisa

“Já me senti culpada por achar que meus filhos mamaram pouco”. A frase, da administradora de empresas e mãe de cinco crianças, Tainah Nóbrega, reflete o resultado de uma pesquisa divulgada esta semana, que aponta que as mães brasileiras são as que se sentiriam mais culpadas caso não amamentassem seus bebês.

 

Realizada com mais de 13 mil mães e gestantes, em nove países (Brasil, China, França, Alemanha, Hungria, México, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos), a Pesquisa Global Lansinoh Sobre Amamentação 2014 fornece um olhar sobre as atitudes em torno do aleitamento materno, assim como o comportamento de amamentação entre as mães atuais.

 

Apesar de descortinar algumas diferenças culturais – como a forma de encarar a amamentação em público – no geral, há uma conformidade de atitudes em torno do aleitamento materno. “Ao mesmo tempo em que essa pesquisa destaca o que é diferente no mundo, ela também aponta o que é igual, demonstrando que a amamentação realmente é uma experiência universal”, opina Kevin Vyse-Peacock, CEO da Lansinoh Laboratories, Inc.
A culpa materna, de acordo com a pesquisa, não é exclusividade das brasileiras.

 

Apesar de terem ficado no topo da lista, com 93% das entrevistadas respondendo que sentiriam culpa caso não pudessem amamentar, a maioria das mães de 8 entre os 9 países também disseram que sim. Apenas na Alemanha, a maioria das mães afirmou que não se sentiria culpada (61%). No caso de Tainah, o tempo foi um ótimo aliado para minimizar o sentimento de culpa. “Achava que eu poderia ter insistido mais, apesar de todos terem mamado cerca de 10 meses. Mas hoje vejo claramente que cada um mamou o quanto quis, com livre demanda. E todos pararam do seu jeitinho, no seu tempo”.

 

Confira outros dados revelados pela pesquisa:

 

- A grande maioria das mães, em todos os países pesquisados, afirmaram que os benefícios da amamentação na saúde da criança são o principal motivo para que elas amamentem. No Brasil, 97% das entrevistadas escolheram esta opção e, apenas 4%, enxergam como mais importante a amamentação como uma forma de criar um laço especial com seus bebês.  

 

- No Brasil, não há porcentagem de mães que acreditam que a amamentação deva ser deixada de lado. Porém, 2% das mulheres afirmaram não ter amamentado nunca seus bebês. A maioria das brasileiras (41%) acreditam que um bebê deva ser amamentado por um período de 6 a 12 meses e 33% amamentaram por esse período.

 

- Acordar à noite para amamentar está entre as três principais dificuldades relatadas pelas entrevistadas dos nove países. Este é um problema para 44% das brasileiras entrevistadas. A dor associada com a amamentação (47%) e aprender a amamentar no início (33%) também são grandes desafios para as mães brasileiras.

 

- Para 20% das mães da Turquia, amamentar em público é errado, enquanto apenas 2% das brasileiras pensam da mesma maneira. Por outro lado, a amamentação em público é algo mais natural nos Estados Unidos, no Reino Unido e no Brasil. Por aqui, 55% das mães acham que a amamentação em público é algo perfeitamente natural.

 

Fonte: Portal EBC – Autor: Bruna Ramos - 18.09.2014

“A farmácia como unidade de prestação de assistência farmacêutica e à saúde” é o tema da edição de 2014 do Prêmio Jayme Torres de Farmácia, realizado pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). O prazo para envio de trabalho começa no dia 15 de setembro e segue até o dia 14 de novembro. O resultado será divulgado até o dia 5 de dezembro.
 
 
O Prêmio é concedido, anualmente, pelo CFF e foi criado como forma de incentivar a produção intelectual, no setor, por meio de artigos assinados por profissionais e estudantes de Farmácia de todo o país. O Jayme Torres contempla as categorias Profissional (para farmacêuticos), e Jovem Farmacêutico (para acadêmicos de Farmácia), e tem o objetivo de identificar, reconhecer e difundir experiências que melhorem as condições de saúde da comunidade.
 
 
A premiação será concedida aos dois primeiros classificados da categoria Farmacêutico e ao primeiro classificado da categoria Estudante de Farmácia. O primeiro classificado, da Categoria Farmacêutico, receberá R$ 6.000,00 (Seis mil reais), Certificado e Troféu; O segundo classificado receberá R$ 4.000,00 (Quatro mil reais), Certificado e Troféu; e o primeiro classificado da Categoria Estudante de Farmácia receberá R$ 4.000,00 (Quatro mil reais), Certificado e Troféu.
 
 
Acesse o edital completo em: 
http://www.cff.org.br/userfiles/file/noticias/PR%C3%8AMIO%20JAYME%20TORRES%202014%20-Edital,Regulamento%20-%20Modificado%202014.pdf 
 
 
Fonte: Comunicação CFF
 

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