A Anvisa determinou, nesta sexta-feira (19/09), a interdição cautelar do lote L6 do produto Extrato de Tomate, marca Knorr – Elefante, fabricado pela empresa Cargill Agrícola S.A. O lote, que possui validade até 21/05/2015, obteve resultados insatisfatórios nas análises de rotulagem e de matéria estranha macroscópica e microscópica, onde se constatou fragmentos de pelo de roedor acima do limite de tolerância estabelecida (1 em 100g).
Também foi interditado cautelarmente o lote L04501 do alimento Suspiro Duplo, marca Doces Arapongas Prodasa, fabricado por Produtos Alimentícios Arapongas S.A – Prodasa. O lote citado, que possui validade até 28/11/2014, também obteve resultados insatisfatórios nas análises de rotulagem e de matéria estranha macroscópica e microscópica, onde foi constatado a presença de fragmentos de vidro no produto.
Ambas as determinações foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) e vigoram pelo prazo de 90 dias.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Anvisa
18/09: SANEANTE SEM REGISTRO É SUSPENSO PELA ANVISA
A Anvisa determinou, nesta quinta-feira (18), a suspensão da fabricação, divulgação, comercialização, distribuição e uso, em todo o país, do saneante Big Bão-Limpador para Uso, produzido pela empresa Goiás Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
A medida foi tomada por conta da constatação de que o produto estava sendo comercializado sem possuir registro na Agência.
Fonte: Imprensa Anvisa
18/09: ESTUDOS RESSALTAM IMPORTÂNCIA DA VACINA CONTRA O HPV
O papilomavírus humano (HPV) tem mais de 100 tipos que podem infectar a pele e as mucosas de homens e mulheres, dos quais 40 estão relacionados às infecções genitais e anais. Sua principal forma de transmissão é pela via sexual, havendo ou não penetração. Algumas tipos do vírus provocam verrugas, sendo 90% dos casos provocados pelos tipos 6 e 11, ou lesões que tendem à regressão. Pelo menos outros 13 tipos podem produzir lesões com potencial de progressão para o câncer, tendo os tipos 16 e 18 presentes em cerca de 70% dos casos de câncer de colo de útero no mundo.
Estudos apontam que quase 80% das mulheres sexualmente ativas terão contato com o vírus em algum momento de suas vidas, frequentemente logo após o início da atividade sexual. A maioria das mulheres que tem contato com o HPV nunca apresentará doença, cerca de 5% das mulheres poderá apresentar alguma alteração no preventivo e 1% apresentará uma lesão com potencial de progressão para o câncer em alguns anos se deixada sem tratamento.
Com a intenção de diminuir o contágio por esse vírus, o Ministério da Saúde iniciou, este ano, a vacinação contra o HPV, que passou a ser oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de 11 a 13 anos, idade em que se acredita que a maioria das meninas ainda não iniciou a atividade sexual e, portanto, ainda não teve contato com o HPV. “A imunização de mulheres mais maduras é menos eficaz porque muitas dessas mulheres já terão tido contato com o HPV e a vacina não é capaz de impedir que infecções já presentes acarretem numa lesão”, explica o responsável pelo setor de doenças do colo do útero do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, Fábio Russomano.
Para o médico, o principal ganho da campanha será percebido em longo prazo. “Com essa geração de meninas protegidas, o risco de lesões precursoras do câncer do colo do útero será muito reduzido, assim como o número de mulheres com preventivos alterados e a necessidade de exames diagnósticos e tratamento. Todavia, como a vacina não protege contra todos os tipos de HPV o exame Papanicolau deverá ser realizado mesmo em mulheres vacinadas conforme a recomendação do Ministério da Saúde, isto é, a partir dos 25 anos e a cada três anos depois de dois exames normais com intervalo de um ano. Este é um avanço em saúde pública, completamente impensado há poucos anos atrás”, explica ele.
Russomano enfatiza que ainda não há comprovação científica para reações adversas graves que a vacina possa causar. Em julho deste ano, a OMS emitiu um comunicado reafirmando a importância e a segurança da vacina. “Já existem mais 175 milhões de doses aplicadas e não há nenhuma evidência ou relatos de que essa vacina tenha causado algum evento grave associado à ela. Os efeitos colaterais mais comuns são dor de cabeça, náusea, febre branda e reação no local da aplicação”, diz.
Fonte: Agência Fiocruz de Notícias – Autor: Juliana Martins
18/09: PUBLICAÇÕES DO CFF ESTÃO DISPONÍVEIS NO PORTAL SAÚDE BASEADA EM EVIDÊNCIAS
As revistas Pharmacia Brasileira e Infarma, e o boletim Farmacoterapêutica, publicações do Conselho Federal de Farmácia (CFF/Cebrim), estão disponíveis no portal “Saúde baseada em evidências”. O portal é uma iniciativa da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES/MS), do Ministério da Saúde e possibilita o acesso gratuito às publicações científicas, em revistas, periódicos e livros organizados pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior/MEC).
Todo o material de pesquisa está disponível para profissionais de Biologia, Biomedicina, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia e Serviço Social, vinculados ao respectivo Conselho Profissional.
Acesse o Portal Saúde Baseada em Evidências pelo link abaixo:
http://aplicacao.periodicos.saude.gov.br
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- Caso seja o primeiro acesso utilize o link Cadastro de novo usuário
- Após o cadastro, para acessar as informações do Portal, basta escolher a sigla do Conselho Profissional ( CFF, CFM,CFO), o número do registro profissional, a unidade da federação e senha cadastradas.
Suporte:
Os profissionais podem solicitar informações pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo Disque Saúde 136 (ligação gratuita).
SAÚDE BASEADA EM EVIDÊNCIAS - Criado pelo Ministério da Saúde em parceria com a Capes/MEC, o Portal Saúde Baseada em Evidências reitera o compromisso do governo brasileiro de aprimorar o exercício dos trabalhadores da saúde democratizando as condições de acesso, nas suas áreas de atuação, a conteúdos cientificamente fundamentados na perspectiva de melhor atender à população.
Fonte: CFF
Autor: Comunicação - 16/09