O manual “Segurança contra Incêndio em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde” já está disponível para consulta. A publicação é direcionada a gestores e profissionais envolvidos com projetos e obras em estabelecimentos de saúde.


A obra tem por objetivo fornecer orientações sobre prevenção e combate a incêndios nos Serviços de Saúde, em complementação às regulamentações contidas na Resolução nº 50/2002, norma que trata de projetos de arquitetura para prédios destinados a esses serviços.


“Além de estarem em constante transformação espacial, os equipamentos existentes nos serviços de saúde exigem instalações bastante complexas. O risco de incêndio num estabelecimento desses é tão presente ou maior que em outros, evidenciando, assim, a necessidade de medidas de controle rígidas e atualizadas”, afirma a Gerente de Tecnologia em Serviços de Saúde da Anvisa, Diana Carmem Almeida.


O lançamento da obra se insere nos esforços da Anvisa para colaborar com a diretriz da Organização Mundial da Saúde (OMS) que preconiza segurança máxima no atendimento aos pacientes. “Num estabelecimento de saúde em chamas, problemas de mobilidade podem dificultar grandemente o resgate ou abandono do local por pacientes já muitas vezes prejudicados em sua locomoção. Por  isso a importância do treinamento de funcionários e da presença de equipamentos e planos de contingência específicos para situações críticas como um incêndio”, explica Diana.


Segundo ela, todas essas providências, baseadas no tripé Segurança da Vida, Proteção do Patrimônio e Continuidade das Operações, estão listadas passo a passo na publicação produzida pela Agência.


O manual tem 142 páginas, divididas em quatro capítulos. Dispõe ainda de um anexo, que pode ser utilizado como um check-listnos estabelecimentos de saúde para verificar risco de incêndio e ações preventivas.


O guia foi escrito pelo engenheiro elétrico e especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho, Marcos Linkowski Kahn, sob supervisão de técnicos da Gerência Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde por meio de cooperação com a Organização Panamericana da Saúde (OPAS).  A obra tem tiragem inicial de três mil exemplares e será distribuído às vigilâncias sanitárias, hospitais e profissionais de saúde.


Acesse o manual em:

 

Fonte: Assessoria de Imprensa da Anvisa

http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/0dd9e20045888ef5bf79ffe5a01512bb/Manual_de_Seguranca.pdf?MOD=AJPERES

A Agência publicou, nesta quinta-feira (02/10), a Nota Técnica Nº 006/2014, que trata de Esclarecimentos sobre estudos de biodisponibilidade relativa para demonstração de interação farmacocinética para fins de registro de Associações em Dose Fixa.

 

 

Também foi republicada a Nota Técnica Nº 004/2014, que trata sobre orientações a respeito do artigo 7º, da Resolução RDC nº 27, de 17 de maio de 2012 , após contribuições, na página da Coordenação de Equivalência Terapêutica – CETER.

 

Confira AQUI ambas as notas técnicas

 

O Ministério da Saúde informou que foi descartada a possibilidade de ebola em um paciente atendido na madrugada de hoje (2) no Porto de Vitória. De acordo com a pasta, um navio vindo de Cabo Verde, na África Ocidental, fez uma parada de emergência no porto capixaba depois que um dos tripulantes passou mal. O homem, de 47 anos, estava a bordo do navio Peter Faber, de bandeira francesa, e apresentava quadro diarréico há cinco dias, sem relato de febre e com dores abdominais.

 

“A tripulação foi orientada a desembarcar no Porto de Vitória para que o paciente recebesse atendimento médico", informou em nota o ministério. De acordo com a nota, o paciente desembarcou às 4h da madrugada e foi atendido pela equipe da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lotada no porto. "De imediato, e com bases nos sintomas, foi descartada a possibilidade de contaminação pelo vírus ebola”, diz a nota.

 

Ainda segundo o ministério, o homem foi encaminhado para uma unidade hospitalar, onde foram feitos todos os exames necessários, está hidratado, medicado e fora da crise. Toda a operação foi acompanhada pelo Ministério da Defesa, e a situação do paciente foi monitorada pela equipe de vigilância epidemiológica do estado.

 

O Ministério da Saúde lembrou que Cabo Verde não apresenta casos identificados de ebola e ressaltou que, até o momento, o Brasil não registra casos suspeitos ou confirmados da doença. O risco de transmissão para o país, de acordo com o ministério, é considerado baixo.

 

Fonte: Agência Brasil – Autor: Paula Laboissière

A falta de apoio dos partidos políticos é o principal motivo para mulheres não se candidatarem a cargos políticos, conforme constatação de uma pesquisa divulgada hoje (2) pelo DataSenado. Os dados revelam que 41% dos entrevistados deram essa justificativa para a pouca participação feminina no processo eleitoral. De acordo com o resultado, 25% dos pesquisados apontaram a falta de interesse por política, 19% indicaram a dificuldade de concorrer com homem, 7% reclamaram da falta de apoio familiar e 5% prefrerem dedicar o tempo às tarefas domésticas.

“A grande barreira para a participação das mulheres é a própria estrutura partidária. Os partidos não garantem condições para as mulheres concorrerem em pé de igualdade com os homens”, destacou o assessor especial da Secretaria de Transparência do Senado, Thiago Cortez.

A consulta revelou, ainda, que, para 83% dos pesquisados, o candidato ser homem ou mulher não faz qualquer diferença na hora de votar. O mesmo levantamento sinalizou que 79% disseram já ter votado em alguma mulher para ocupar cargo político, 20% nunca votaram e 1% não sabem ou não responderam.

“O eleitorado está disposto a votar em mais mulheres e não considera o sexo do candidato na hora de optar pelo voto. Muito pelo contrário. Alguns indícios que, quando há predileção, é justamente por mulheres”, acrescentou Cortez.

O pesquisador reconheceu que, apesar da Lei Eleitoral destinar 30% das vagas às mulheres, o fato de não haver sanção para as legendas que descumprem a norma é um grande problema. Segundo ele, propostas políticas prevendo iguldade entre os sexos tem apoio da maioria dos entrevistados.

De acordo com o DataSenado, o fato dos brasileiros já terem eleito uma mulher para Presidência da República fortaleceu a participação feminina na política nacional. Para 65% dos eleitores ouvidos , a eleição de uma presidenta influencia o eleitorado a escolher mais mulheres.

O interesse das mulheres é grande. A pesquisa constatou que 62%  se candidatariam se acreditassem em alguma chance de vitória.

Mesmo com as dificuldades apontadas, pela primeira vez uma eleição nacional terá o número de candidatas superior aos 30% exigidos pela lei na disputa proporcional. No próximo domingo (5), das 7.139 candidaturas à Câmara dos Deputados, apenas 2.272 são de mulheres, contra 4.867 de homens. Comparada à  masculina, a participação feminina cresceu 11% nos últimos 15 anos. Em 1998, nas eleições para deputado federal, o número de mulheres na disputa era de 10%. No pleito de 2010, atingiram 19%. Hoje, alcançam 31%.

O DataSenado ouviu, por telefone, 1.091 pessoas em todos os estados brasileiros. As entrevistas foram feitas entre os dias 12 de agosto e 3 de setembro. A sondagem tem margem de erro de 03 pontos percentuais e confiabilidade de 95%.

Fonte: Agência Brasil – Autor:  Karine Melo

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