Assim como muitos municípios brasileiros, a capital mineira sofre as consequências do excesso de propaganda eleitoral nas ruas. Segundo o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), desembargador Geraldo Augusto de Almeida, são recebidas mais de 100 reclamações por dia, desde pessoas que escorregam e caem ao pisar na infinidade de folhetos espalhados pelas calçadas e ruas da cidade até brigas de cabos eleitorais e de torcidas, em dias de jogos, que usam como armas os cavaletes, que se multiplicam por todos os cantos com imagens de candidatos.


"Há também o problema, que tememos, da possibilidade de chuva a partir deste fim de semana, com essa papelada toda e esse entulho todo entrando pelos bueiros e inundando bairros e ruas" , acrescentou o desembargador, que lamenta o fato de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter proibido os cavaletes somente a partir das eleições de 2016. O meu entendimento é inteiramente contrário, não se pode esperar dois anos para resolver essa situação", comentou.

Para o coordenador das Promotorias Eleitorais do Ministério Público de Minas Gerais, promotor Edson Resende, o problema dos cavaletes é realmente tormentoso . A legislação eleitoral, lamentavelmente, ainda permite a colocação dos cavaletes nas vias públicas, mas estabelece a condição de que não atrapalhem o andamento do trânsito de pedestres e de veículos. Infelizmente, não é isso que vemos em todos os lugares , disse.

Com o aumento da intensidade do trabalho na véspera das eleições, o promotor explica que a Justiça Eleitoral se concentra na retirada dos cavaletes e no oferecimento das condições ideais para o cidadão. As denúncias e multas para as propagandas irregulares em bens públicos, que preveem pagamento de R$ 2 mil a R$ 8 mil, devem ser analisadas, se for o caso, só depois das votações. Somente em Belo Horizonte, cerca de 2.500 cavaletes foram recolhidos, a maioria no horário das 22h às 6h, quando estão proibidos em qualquer espaço público. Temos uma montanha recolhida nos pátios da Justiça Eleitoral , informou Resende.

Para tentar reduzir os danos ao cidadão e ao meio ambiente pelo excesso de propaganda eleitoral nas ruas, o TRE-MG, por meio de seu presidente, encaminhou, nessa quinta-feira (2), ofício aos partidos e candidatos informando sobre a campanha "Sujeira não é legal" e pedindo que entreguem, a partir deste sábado, até as 18h de domingo, o material de campanha que não foi usado, para que tenha uma destinação ambientalmente correta.

A campanha também busca evitar a distribuição irregular de propaganda no dia das eleições, que pode levar à detenção de quem estiver distribuindo. Pedimos a colaboração da prefeitura e do Corpo de Bombeiros para recolher esse material a partir de sábado, a fim de que a cidade não fique suja e toda entulhada de propaganda, o que é proibido no dia das eleições. Pedimos aos partidos e aos candidatos que colaborem conosco e que, espontaneamente, levem todo esse material inservível ao Corpo de Bombeiros, disse o presidente do TRE-MG.


A iniciativa, que ocorre pela primeira vez em Belo Horizonte e se estende a todo o estado de Minas Gerais, foi experimentada pela primeira vez no segundo turno das eleições municipais de 2012, nas cidades de Contagem, Juiz de Fora, Montes Claros e Uberaba. De acordo com o TRE-MG, mais de 8 toneladas de material gráfico foram entregues pelos candidatos na véspera das eleições.

Fonte:  Agência Brasil – Autor: Danilo Macedo

O manual “Segurança contra Incêndio em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde” já está disponível para consulta. A publicação é direcionada a gestores e profissionais envolvidos com projetos e obras em estabelecimentos de saúde.


A obra tem por objetivo fornecer orientações sobre prevenção e combate a incêndios nos Serviços de Saúde, em complementação às regulamentações contidas na Resolução nº 50/2002, norma que trata de projetos de arquitetura para prédios destinados a esses serviços.


“Além de estarem em constante transformação espacial, os equipamentos existentes nos serviços de saúde exigem instalações bastante complexas. O risco de incêndio num estabelecimento desses é tão presente ou maior que em outros, evidenciando, assim, a necessidade de medidas de controle rígidas e atualizadas”, afirma a Gerente de Tecnologia em Serviços de Saúde da Anvisa, Diana Carmem Almeida.


O lançamento da obra se insere nos esforços da Anvisa para colaborar com a diretriz da Organização Mundial da Saúde (OMS) que preconiza segurança máxima no atendimento aos pacientes. “Num estabelecimento de saúde em chamas, problemas de mobilidade podem dificultar grandemente o resgate ou abandono do local por pacientes já muitas vezes prejudicados em sua locomoção. Por  isso a importância do treinamento de funcionários e da presença de equipamentos e planos de contingência específicos para situações críticas como um incêndio”, explica Diana.


Segundo ela, todas essas providências, baseadas no tripé Segurança da Vida, Proteção do Patrimônio e Continuidade das Operações, estão listadas passo a passo na publicação produzida pela Agência.


O manual tem 142 páginas, divididas em quatro capítulos. Dispõe ainda de um anexo, que pode ser utilizado como um check-listnos estabelecimentos de saúde para verificar risco de incêndio e ações preventivas.


O guia foi escrito pelo engenheiro elétrico e especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho, Marcos Linkowski Kahn, sob supervisão de técnicos da Gerência Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde por meio de cooperação com a Organização Panamericana da Saúde (OPAS).  A obra tem tiragem inicial de três mil exemplares e será distribuído às vigilâncias sanitárias, hospitais e profissionais de saúde.


Acesse o manual em:

 

Fonte: Assessoria de Imprensa da Anvisa

http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/0dd9e20045888ef5bf79ffe5a01512bb/Manual_de_Seguranca.pdf?MOD=AJPERES

A Agência publicou, nesta quinta-feira (02/10), a Nota Técnica Nº 006/2014, que trata de Esclarecimentos sobre estudos de biodisponibilidade relativa para demonstração de interação farmacocinética para fins de registro de Associações em Dose Fixa.

 

 

Também foi republicada a Nota Técnica Nº 004/2014, que trata sobre orientações a respeito do artigo 7º, da Resolução RDC nº 27, de 17 de maio de 2012 , após contribuições, na página da Coordenação de Equivalência Terapêutica – CETER.

 

Confira AQUI ambas as notas técnicas

 

O Ministério da Saúde informou que foi descartada a possibilidade de ebola em um paciente atendido na madrugada de hoje (2) no Porto de Vitória. De acordo com a pasta, um navio vindo de Cabo Verde, na África Ocidental, fez uma parada de emergência no porto capixaba depois que um dos tripulantes passou mal. O homem, de 47 anos, estava a bordo do navio Peter Faber, de bandeira francesa, e apresentava quadro diarréico há cinco dias, sem relato de febre e com dores abdominais.

 

“A tripulação foi orientada a desembarcar no Porto de Vitória para que o paciente recebesse atendimento médico", informou em nota o ministério. De acordo com a nota, o paciente desembarcou às 4h da madrugada e foi atendido pela equipe da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lotada no porto. "De imediato, e com bases nos sintomas, foi descartada a possibilidade de contaminação pelo vírus ebola”, diz a nota.

 

Ainda segundo o ministério, o homem foi encaminhado para uma unidade hospitalar, onde foram feitos todos os exames necessários, está hidratado, medicado e fora da crise. Toda a operação foi acompanhada pelo Ministério da Defesa, e a situação do paciente foi monitorada pela equipe de vigilância epidemiológica do estado.

 

O Ministério da Saúde lembrou que Cabo Verde não apresenta casos identificados de ebola e ressaltou que, até o momento, o Brasil não registra casos suspeitos ou confirmados da doença. O risco de transmissão para o país, de acordo com o ministério, é considerado baixo.

 

Fonte: Agência Brasil – Autor: Paula Laboissière

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