O Comando da Aeronáutica, vinculado ao Ministério da Defesa, anunciou a abertura da Seleção de Médicos, Farmacêuticos e Dentistas (MFD - 2015), para atuação no Terceiro Comando Aéreo Regional (III Comar).

 

Podem concorrer,  profissionais com formação (concluída ou em curso) na área da vaga pretendida, obtidas em instituições de ensino reconhecidas pelo MEC, que preencherem os demais requisitos elencados no edital.

 

A remuneração varia entre R$ 5.400,00 e R$ 6.300,00, considerando os valores atuais, conforme o posto preenchido.

 

As inscrições devem ser realizadas de 17 a 24 de novembro de 2014, no III Comar no Rio de Janeiro, Parque de Material de Aeronáutica de Lagoa Santa - MG (PAMA LS) ou na Escola Preparatória de Cadetes do Ar (Epcar) em Barbacena - MG. Os endereços podem ser conferidos no documento localizado logo abaixo da notícia.

 

Os inscritos serão submetidos à Avaliação Curricular e Inspeção de Saúde Inicial, para posterior incorporação à Força Aérea, como Aspirante a Oficial MFD. A primeira fase do Estágio de Adaptação e Serviço (EAS) ocorre durante aproximadamente 60 dias, já a segunda e terceira, serão realizadas quando os profissionais estiverem atuando em uma das OM do III Comar.

 

Leia o edital aqui

 

Fonte: PCI Concursos

Pesquisa da organização não governamental (ONG) WWF-Brasil  (sigla em inglês para Fundo Mundial para a Natureza) mostra que 82% da população brasileira acreditam que a natureza do país não está protegida de forma adequada. O levantamento, apresentado hoje (18) em Sydney (Austrália), no Congresso Mundial de Parques, foi feito pelo Ibope.

 

Apenas 11% da população acreditam que a natureza está sendo protegida corretamente, enquanto 7% não souberam responder. A pesquisa mostra ainda que 74% dos entrevistados atribuem ao governo a responsabilidade por cuidar das unidades de conservação; 46% aos cidadãos e 20% às ONGs (6% não souberam responder).

 

“Muitas vezes, as pessoas entendem que, por elas pagarem impostos, quem tem de cuidar é o governo. Mas quem polui rio, quem não liga o esgoto no sistema de esgoto, quem joga óleo na rua, o posto de gasolina, também está afetando o meio ambiente”, diz a secretária-geral da WWF-Brasil, Maria Cecília Wey de Brito.

 

“Pensando exclusivamente nas áreas protegidas, dos parques de fato, os governos têm um potencial de responsabilidade maior, embora se a população cobrar, ele pode ter mais recursos para que essas áreas funcionem”, ressalva Maria Cecília.

 

Os dados mostram que 58% dos entrevistados consideram o meio ambiente e as riquezas naturais motivo de orgulho para o país. O resultado supera a diversidade de opinião da população sobre cultura (37%), esporte (30%), qualidade de vida (28%) e a característica pacífica do país (19%). Para a secretária-geral, o resultado mostra que, apesar do meio ambiente ser considerado importante para a população, o tema não tem recebido a mesma atenção nas discussões políticas.

 

“As nossas discussões políticas têm sido pobres e não têm tratado de temas de interesse da sociedade, seja em áreas protegidas, seja a falta de água em São Paulo, seja poluição de rios. Acredito que os governantes têm relegado há muito tempo essa discussão e, pior do que isso, eles não têm deixado que as pessoas entendam que essa discussão diz respeito ao dia a dia delas”.

 

A pesquisa mostra ainda que a população sabe que preservar o meio ambiente significa garantir a proteção das nascentes, represas e rios (55%) e proteger a diversidade de plantas e animais (65%). “O que a pesquisa deixa claro é que há um descompasso entre as políticas públicas de meio ambiente no Brasil e os anseios da população. Apesar do apreço que o brasileiro tem pelas áreas naturais, da importância delas na vida cotidiana das pessoas, esse tema não é uma prioridade nacional do ponto de vista dos governos”, destaca Maria Cecília.

 

A pesquisa foi feita durante a segunda quinzena de outubro com cerca de 2 mil pessoas em todas as regiões do país.

 

Fonte: Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aos consumidores sobre a constatação da presença de medicamentos em um suplemento alimentar chamado Mayhem. O produto não está regularizado no Brasil, mas eventualmente, pode ter sido importado para uso pessoal.

 

A Gerência-Geral de Alimentos da Anvisa recebeu uma notificação emitida pelo órgão norte americano de alimentos e medicamentos (Food and Drugs Administration – FDA) sobre o recall do suplemento dietético Mayhem, fabricado pela empresa norte-americana Chaotic Labz.

 

O motivo do recall foi a detecção, pelo laboratório de análises do FDA, das substâncias medicamentosas Dexametasona e Ciproeptadina, não declaradas no rótulo do produto. O Dexametasona é um corticosteroide usado no tratamento de condições inflamatórias, e o seu uso pode levar à dificuldade do organismo em combater infecções e causar aumento do nível da glicemia, danos musculares e distúrbios psiquiátricos. Quando usado por longos períodos ou altas doses, pode ocasionar problemas na glândula adrenal e causar sintomas de abstinência com a interrupção abrupta.

 

A Ciproeptadina consiste em um anti-histamínico que pode provocar sonolência e afetar a agilidade mental. Além disso, estes medicamentos presentes no produto Mayhem podem causar sérios efeitos colaterais quando combinados com outros medicamentos. Até o momento, segundo informações do FDA, a empresa não recebeu nenhuma notificação de efeitos adversos relacionados ao produto.

 

De acordo com o Decreto-Lei n 986/69, que dispõe sobre Normas Básicas em Alimentos, no Brasil, estão excluídos da categoria de alimentos os produtos com finalidade medicamentosa ou terapêutica, qualquer que seja a forma como se apresentem ou o modo como são administrados. Desta forma, o suplemento dietético Mayhem não é enquadrado na categoria de alimentos, no Brasil. Além disso, o produto em questão contém em sua lista de ingredientes extratos vegetais, cuja segurança não foi avaliada pela Anvisa, sendo considerado, portanto, irregular de acordo com a legislação sanitária brasileira.

 

Por se tratar de um produto comercializado internacionalmente por meio de uma ampla gama de canais de distribuição, a Anvisa recomenda aos consumidores brasileiros que não façam o uso do produto em questão. O produto não atende à legislação brasileira, particularmente sobre a avaliação de segurança, mas é comercializado na internet e também pode ser adquirido por meio da importação direta por consumidores.

 

Fonte: Imprensa Anvisa

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