A Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) realizou, na última quinta-feira (20/11), a primeira operação de envio de bolsas de plasma armazenadas em sua fábrica, no município de Goiana-PE, para a França. Durante três dias, cerca de 25 pessoas envolvidas no processo fizeram a preparação e acondicionamento dos páletes no Bloco B-01, onde fica estocado o produto, além do carregamento de todos os volumes em caminhão refrigerado especial. Nessa primeira remessa foram organizados 20 páletes, contendo mais de 33 mil bolsas do produto. Todo o plasma será fracionado em medicamentos, como albumina e imunoglobulina, que retornarão ao Brasil e serão distribuídos gratuitamente ao Sistema Único de Saúde (SUS).

O primeiro envio foi coordenado pela Gerência de Plasma e Hemoderivados (GPH) e acompanhado pelo presidente da Hemobrás, Romulo Maciel Filho, e por profissionais do Laboratório Francês de Biotecnologia (LFB), com quem a estatal vinculada ao Ministério da Saúde possui contrato de transferência de tecnologia. Isso significa que enquanto a unidade fabril da empresa está sendo construída, o laboratório é o responsável pela produção dos hemoderivados com o plasma brasileiro.

De Pernambuco, o carregamento terá como último ponto de parada no Brasil o Porto de Santos (SP), de onde seguirá para o laboratório europeu. “Foram mais de cinco meses trabalhando na parte logística dessa operação, porque ainda é difícil encontrar empresas nacionais que realizem o transporte da maneira adequada. Tudo foi bastante estudado, planejado e pensado para evitar qualquer perda ou prejuízo ao plasma, que é um produto extremamente sensível e valioso”, revelou a analista de Logística do LFB, Natalia Valles.

Para Eleonora Pires, farmacêutica e especialista em Produção de Hemoderivados e Biotecnologia da Hemobrás, a operação foi a conclusão de uma etapa muito aguardada. “Nossa atuação envolve o recebimento, triagem e formação dos lotes de plasma para exportação. Faltava esta última etapa para fechar o ciclo de B-01. Agora que concretizamos, tenho a certeza de dever cumprido. Fiquei muito emocionada com mais essa conquista”, comemorou.

Após a chegada dos paletes em São Paulo, serão agendadas as próximas coletas do material em Goiana. A previsão é que até o final deste ano ocorram mais duas remessas de plasma ao exterior.
 

Fonte: Hemobrás

A Comissão da Farmacopeia Brasileira e a Superintendência de Medicamentos da Anvisa por meio da Coordenação da Farmacopeia Brasileira (Cofar/Sumed) convidam os interessados para participar do 8º Encontro Anual da Farmacopeia Brasileira, que acontecerá nos próximos dias 3 e 4 de dezembro, no auditório da Anvisa.

As inscrições para o 8º Encontro Anual da Farmacopeia Brasileira devem ser feitas até a próxima terça-feira (25/11) pelo e-mail,Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. As vagas são limitadas e serão preenchidas por ordem de chegada.

A iniciativa do 8º Encontro Anual tem por objetivo promover palestras e debates sobre assuntos relacionados à Farmacopeia Brasileira. O evento contará com palestrantes colaboradores da Farmacopeia Brasileira e servidores da Anvisa.

A expectativa é reunir cerca de 100 profissionais da área farmacêutica, membros da academia, representantes do setor regulado e servidores da Anvisa, no auditório da Agência, que fica no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Trecho 5, Área Especial 57.

Confira o programa do 8° Encontro Anual da Farmacopeia Brasileira


http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/3474c300465235c3bfc3ff419d65ea09/PROGRAMA%C3%87%C3%83O%2B8sem%2Bmoderador.pdf?MOD=AJPERES

Fonte: Imprensa Anvisa

A campanha de vacinação contra o sarampo e a poliomielite acaba na próxima sexta-feira (28). A imunização começou no dia 8 de novembro em todo o país.


Dados do Ministério da Saúde mostram que, até o momento, 6,4 milhões de crianças receberam a dose contra a pólio, o que representa 50,4% da meta estabelecida. No caso do sarampo, 5,1 milhões de crianças foram vacinadas – cerca de 48,1% do público-alvo.

A meta do governo é imunizar 12,7 milhões de crianças contra a pólio e 10,6 milhões contra o sarampo. Devem tomar a vacina contra a pólio crianças entre 6 meses e 5 anos incompletos. A recomendação é que todas as crianças nessa faixa etária sejam imunizadas, já que a dose vale tanto para colocar em dia a vacinação atrasada quanto para reforçar a de quem está com o calendário em dia.

No caso do sarampo, a vacinação será feita em crianças entre 1 e 5 anos incompletos. Cerca de 10 milhões de crianças devem ser imunizadas com a tríplice viral, que também protege contra a rubéola e a caxumba. Para crianças com alergia ao leite de vaca, a vacinação será feita posteriormente.

A campanha conta com a participação de mais de 350 mil profissionais de saúde e de 42 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais, para garantir a vacinação em locais de difícil acesso. “Vale ressaltar que, para garantir que o esquema básico seja cumprido, as vacinas contra a poliomielite, o sarampo, a rubéola e a caxumba continuam disponíveis durante todo o ano nos postos do Sistema Único de Saúde”, informou o ministério.

A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave e a única forma de prevenção é por meio da vacina. Na maioria dos casos, a criança não morre quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada pelo poliovírus e a infecção se dá, principalmente, por via oral.

Já o sarampo é uma doença viral aguda grave e altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse, manchas avermelhadas, coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, por meio de secreções expelidas ao tossir, falar ou respirar. As complicações infecciosas contribuem para a gravidade do sarampo, particularmente em crianças desnutridas e menores de 1 ano. A única forma de prevenção também é por meio da vacina.

Fonte: Agência Brasil  - Paula Laboissière


A campanha de vacinação contra o sarampo e a poliomielite acaba na próxima sexta-feira (28). A imunização começou no dia 8 de novembro em todo o país.


Dados do Ministério da Saúde mostram que, até o momento, 6,4 milhões de crianças receberam a dose contra a pólio, o que representa 50,4% da meta estabelecida. No caso do sarampo, 5,1 milhões de crianças foram vacinadas – cerca de 48,1% do público-alvo.


A meta do governo é imunizar 12,7 milhões de crianças contra a pólio e 10,6 milhões contra o sarampo. Devem tomar a vacina contra a pólio crianças entre 6 meses e 5 anos incompletos. A recomendação é que todas as crianças nessa faixa etária sejam imunizadas, já que a dose vale tanto para colocar em dia a vacinação atrasada quanto para reforçar a de quem está com o calendário em dia.


No caso do sarampo, a vacinação será feita em crianças entre 1 e 5 anos incompletos. Cerca de 10 milhões de crianças devem ser imunizadas com a tríplice viral, que também protege contra a rubéola e a caxumba. Para crianças com alergia ao leite de vaca, a vacinação será feita posteriormente.


A campanha conta com a participação de mais de 350 mil profissionais de saúde e de 42 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais, para garantir a vacinação em locais de difícil acesso. “Vale ressaltar que, para garantir que o esquema básico seja cumprido, as vacinas contra a poliomielite, o sarampo, a rubéola e a caxumba continuam disponíveis durante todo o ano nos postos do Sistema Único de Saúde”, informou o ministério.

A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave e a única forma de prevenção é por meio da vacina. Na maioria dos casos, a criança não morre quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada pelo poliovírus e a infecção se dá, principalmente, por via oral.


Já o sarampo é uma doença viral aguda grave e altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse, manchas avermelhadas, coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, por meio de secreções expelidas ao tossir, falar ou respirar. As complicações infecciosas contribuem para a gravidade do sarampo, particularmente em crianças desnutridas e menores de 1 ano. A única forma de prevenção também é por meio da vacina.


Fonte: Agência Brasil  - Paula Laboissière

A Anvisa alerta os consumidores sobre a constatação da presença do fungo Rhizopus oryzaeno probiótico ABC Dophilus Powder, fabricado pela empresa norte-americana Solgar Inc. O produto não apresenta registro sanitário no Brasil, mas, eventualmente, pode ter sido importado para uso pessoal.


A Gerência-Geral de Alimentos da Anvisa recebeu uma notificação emitida pela Autoridade de Segurança Alimentar da Irlanda (FSA) sobre recall do produto ABC Dophilus Powder 49,6g, fabricado pela empresa norte-americana Solgar Inc. de Leonia, New Jersey.

O motivo do recall foi a detecção do fungo Rhizopus oryzae nos lotes 074024-01R1, 074024-01 e 074024-02 do produto, todos com data de validade referente a julho/2015. A situação dos outros lotes é desconhecida. O fungo Rhizopus oryzae pode provocar uma rara infecção, principalmente em crianças prematuras ou que apresentem o sistema imunológico debilitado. Esta rara infecção também pode ocorrer em pessoas que apresentam diabetes não controlado, câncer, problemas cutâneos, entre outros. Nos EUA, houve um caso de óbito de criança prematura que fazia o uso do referido produto como parte do tratamento.

O produto ABC Dophilus Powder é um probiótico formulado com B Lactis, S thermophilus e L rhamnosus, e não se encontra registrado no Brasil.

Apesar de ter sido distribuído somente para os EUA, Reino Unido e Israel, o produto estava disponível para compra pela internet. Por se tratar de um produto comercializado internacionalmente por meio de uma ampla gama de canais de distribuição, a Anvisa recomenda aos consumidores brasileiros que não façam o uso do produto Solgar ABC Dophilus Powder 49,6g.

Fonte: Imprensa Anvisa

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