Na edição desta semana, o Brasil de Fato MG traz matéria sobre o relatório final da Comissão da Verdade, com informações sobre os crimes cometidos na ditadura militar. Leia também entrevista com a coordenadora da Comissão Estadual da Verdade, Maria Celina Pinto Albano. A socióloga afirma que ainda há muito para se alcançar a “democracia plena”.



Leia na página 7 sobre a polêmica nova lei da Anatel, que permite que operadoras possam cortar o serviço de internet de celular quando acabar pacote de dados contratado. Especialistas afirmam que ação fere direitos do consumidor.


Na página 5, dados sobre o casamento gay no Brasil demonstram que Minas Gerais com 209 registros, fica atrás apenas de São Paulo e Rio.

Essas e outras matérias aqui.

O Hospital Municipal Odilon Behrens vai oferecer vagas para farmacêuticos – em cadastro de reserva – no concurso da entidade a ser realizado no ano que vem.  


A remuneração oferecida é de R$ 2.810 para 30 horas semanais e a taxa de inscrição será de R$ 90.

Os interessados poderão se inscrever de 26 de janeiro de 2015 a 19 de fevereiro de 2015, no site www.consulplan.net , onde também pode ser acessado o edital do concurso.

O Hospital Municipal Odilon Behrens vai oferecer vagas para farmacêuticos – em cadastro de reserva – no concurso da entidade a ser realizado no ano que vem.  

 

A remuneração oferecida é de R$ 2.810 para 30 horas semanais e a taxa de inscrição será de R$ 90.

 

Os interessados poderão se inscrever de 26 de janeiro de 2015 a 19 de fevereiro de 2015, no site da organizadora, onde também pode ser acessado o edital do concurso.

Meninos negros são as principais vítimas do trabalho infantil: 5,8% dessa população, de 5 a 15 anos, desenvolvem algum tipo de trabalho no Brasil, de acordo com a primeira publicação do Sistema Nacional de Indicadores em Direitos Humanos, divulgada ontem (11) pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR). Entre meninos brancos, a taxa de ocupação da mesma faixa etária é 3,7%. Entre as mulheres, a taxa é 2,9% entre as negras e 2% entre as brancas.

 

Pela Constituição Federal, é proibido o trabalho de crianças e adolescentes. O trabalho, em geral, é admitido a partir dos 16 anos, exceto nos casos de trabalho noturno, perigoso ou insalubre, nos quais a idade mínima é 18 anos. A partir dos 14 anos é permitido trabalhar somente na condição de aprendiz.

 

Esta é a primeira vez que o trabalho infantil é mapeado conforme parâmetros da 19ª Conferência Internacional de Estatísticos do Trabalho, o que permitirá a comparação a situação em com outros países. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e foram organizados para criar indicadores que contribuam para a efetividade de políticas públicas destinadas à garantia dos direitos humanos.

 

Os dados gerais mostram que a taxa de trabalho infantil no Brasil caiu de 7,5%, em 2004, para 3,8%, em 2013. Em relação a 2012, houve redução de 0,3%. As regiões Norte e Nordeste lideram o ranking com 5,3% e 4,9% de crianças e jovens ocupados, respectivamente. A taxa de ocupação entre a população negra é 5,6% no Norte e 5,3% no Nordeste. Entre os brancos, a taxa é 3,8% no Nordeste e 3,5% no Norte. A Região Sul apresenta taxa total de 4,1%, o Centro-Oeste, de 3,8% e o Sudeste, de 2,4%.

 

Entre os estados, o Maranhão aparece em primeiro lugar em exploração do trabalho infantil, com percentual de ocupação de 7,4% de crianças e adolescentes. Na outra ponta, o Distrito Federal tem o menor índice: 0,7%.

 

Os dados fazem parte do Sistema Nacional de Indicadores em Direitos Humanos, cujo objetivo é monitorar e mensurar a realização progressiva dos direitos humanos no Brasil. Para os próximos meses, está prevista a divulgação de estudos referentes a alimentação, educação e participação em assuntos públicos.

 

"É absolutamente impossível fazer qualquer tipo de política pública correta, adequada, se não se tem a dimensão do que se deve atingir, qual o problema que se deve superar, onde está localizado e em qual dimensão", explica a ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti. Segundo ela, "é impossível atuar e ter condição de medir o que se está fazendo e se o que se está fazendo está dando os resultados que se deseja sem os indicadores confiáveis".

 

Perguntada sobre a garantia de direitos humanos ser mais importante que o crescimento econônimo do país, a ministra diz que o Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) é absolutamente necessário. "Precisamos saber como o país se desenvolve, mas nem sempre um PIB elevado significa boas condições para a população", ressaltou.

 

Fonte: Agência Brasil - Mariana Tokarnia

Mais Artigos...