O Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais (Sinfarmig), em parceria com o CRF/MG e sua Comissão Assessora de Farmácia Hospitalar realiza o II Seminário de Farmácia Hospitalar de Minas Gerais, voltado para os profissionais atuantes na área. O evento, de tema “Lei 13.021/2014 – Responsabilidade Técnica e Atuação Profissional”, acontece no dia 29 de janeiro, de 17h às 20h, em Belo Horizonte.


O curso, que terá como palestrantes membros da Comissão Assessora de Farmácia Hospitalar,  Diretoria do Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais e da Diretoria do Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais, terá como objetivo debater as perspectivas e desafios da atuação do farmacêutico hospitalar perante a lei.


Para participar, os farmacêuticos devem acessar a Área Restrita do Farmacêutico do CRF-MG e selecionar a opção "Eventos". As vagas são limitadas e os certificados são atribuídos online, também através da área restrita.


Confira  o edital aqui  

 

EVENTO: II Seminário de Farmácia Hospitalar de Minas Gerais


Data: 29 de janeiro de 2015.


Cidade: Belo Horizonte.


Duração: 3 horas


Horário: 17:00 às 20:00 horas


Local: Conselho Regional de Farmácia do Estado de Minas Gerais


Endereço: Rua Urucuia, Nº 48, Bairro Floresta – Belo Horizonte/MG


DOAÇÕES: 01 lata de leite em pó.

A má qualidade da educação no Brasil é um obstáculo para que o país avance em indicadores de competitividade na comparação com outros países. A análise faz parte de um estudo divulgado hoje (14) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com o levantamento da CNI, o Brasil aparece em penúltimo lugar no ranking de competitividade formado por 15 países.


Conforme o estudo Competitividade Brasil, comparada aos 15 países analisados, a produtividade do trabalhador brasileiro supera apenas a de profissionais indianos e chineses. Para Renato da Fonseca, gerente-executivo da Pesquisa e Competitividade da CNI, isto ocorre, principalmente, por causa da má formação educacional dos brasileiros.


“Um dos grandes problemas é a produtividade do trabalho muito baixa e sem crescer há dez anos. Isto tem envolvimento direto com a educação. A dificuldade de capacitar trabalhadores e ensinar novas tecnologias geram o baixo crescimento de produtividade, que é um dos grandes fatores de redução da competitividade do Brasil”, disse Fonseca.


Ele explicou que dois fatores contribuem para o crescimento da produtividade: investimento em novas tecnologias – com pesquisa e lançamento de novos produtos - e a capacitação dos trabalhadores. “A capacitação depende da educação que o trabalhador recebeu, especialmente a educação básica, matemática e o português. Na medida em que essa educação é deficiente, fica difícil ensinar ao trabalhador novas tecnologias na velocidade que o mundo de hoje necessita”, acrescentou.


De acordo com a CNI, no ranking geral o Canadá aparece na primeira colocação, seguido, respectivamente, da Coréia do Sul, Austrália, China, Espanha, Chile, África do Sul, Rússia, Polônia, Índia, Turquia, México, Colômbia, Brasil e Argentina. Em apenas dois dos oito quesitos avaliados o Brasil não figura no terço inferior do ranking, ou seja, entre as décima primeira e décima quinta posições.


O estudo mostra o ranking de competitividade dos países a partir dos indicadores de Disponibilidade e Custo de Mão de Obra, Disponibilidade de Capital, Infraestrutura e Logística, Peso dos Tributos, Ambiente Macro e Microeconômico, Educação e Tecnologia e Inovação. Desde 2012, o Brasil aparece na penúltima colocação.


Segundo Fonseca, para melhorar e se tornar mais competitivo em 2015, o Brasil precisa, além de políticas que melhorem a formação educacional, reduzir a burocracia, ampliar a participação privada nas obras de infraestrutura e simplificar a cobrança de impostos.


Fonte: Agência Brasil

 

 

Os convites para a confraternização em comemoração ao Dia do Farmacêutico, a ser realizada no dia 24/01, a partir das 20h no Salão Nobre do Crea-MG, já podem ser retirados na sede do Sinfarmig.


Farmacêuticos sindicalizados podem retirar até 02 convites e não sindicalizados têm direito a 01 convite.


Venha buscar o seu e participe conosco dessa bonita festa. O Sinfarmig fica na Rua dos Tamoios, 462, sala 1205, Centro de BH.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na quarta-feira (14), por unanimidade, a reclassificação do canabidiol como medicamento de uso controlado e não mais como substância proibida. A decisão foi tomada durante reunião da diretoria colegiada na sede da agência, em Brasília.

 

A maior parte dos diretores da agência ressaltou que não há relatos de dependência relacionada ao uso de canabidiol, enquanto há diversos indícios registrados na literatura científica de que a substância auxilia no tratamento de enfermidades como a epilepsia grave.

 

Os diretores também ressaltaram que a reclassificação abre caminho para que as famílias que fazem uso do canabidiol não continuem a agir na ilegalidade ou por fazer uso de uma substância proibida, além de abrir caminho para mais pesquisas.

 

A Anvisa iniciou a discussão sobre a possibilidade da reclassificação da substância em maio de 2014. Na época, não houve decisão terminativa sobre a questão. Desde então, a agência vem autorizando a liberação de importação do canabidiol em caráter excepcional.

 

Até o momento, o governo federal recebeu 374 pedidos de importação para uso pessoal. Desses, 336 foram autorizados, 20 aguardam o cumprimento de exigência pelos interessados e 11 estão em análise pela área técnica. Há ainda sete arquivamentos, sendo três mandados judiciais cumpridos, duas desistências e três falecimentos de pacientes após a entrada do pedido.

 

Fonte: Agência Brasil

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