A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu hoje (15) a distribuição e comercialização em todo o território nacional do cosmético gel antisséptico Premisse, fabricado pela empresa Proline Indústria e Comércio Ltda. A restrição é para os lotes 000564, com validade até março de 2016, e 000585, válido até abril do ano que vem.

De acordo com a Anvisa, laudos de análise fiscal, emitidos pela Diretoria do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal, apresentaram resultados insatisfatórios nos ensaios de rotulagem primária e teor de álcool etílico do produto. A suspensão foi determinada porque a empresa responsável pelo cosmético não apresentou recurso solicitado na perícia de contraprova.

Em resolução publicada hoje (15) no Diário Oficial da União, a Anvisa determina ainda que a empresa recolha todo o estoque existente no mercado relativo aos lotes do produto descrito.

Fonte: Agência Brasil

Os projetos selecionados para o Programa Nacional de Bolsas para Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde foram divulgados nesta quinta-feira (15) no Diário Oficial da União. A portaria conjunta dos Ministérios da Saúde e Educação contempla tanto a ampliação de projetos quanto os novos programas de residência.

 

De acordo com o texto, os residentes precisam ser cadastrados no Sistema de Informações Gerenciais das Residências do Ministério da Saúde (SigResidências) até o dia 25 de fevereiro. A portaria informa também que os interessados devem estar, obrigatoriamente cadastrados no Sistema de Informação da Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde (SisCNRMS - MEC). O cadastro pode ser feito aqui

 

Além dessas informações, a portaria traz em um anexo as instituições contempladas, as áreas de concentração do projeto e também a quantidade de bolsas.

 

Fonte: Agência Brasil

O Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais (Sinfarmig), em parceria com o CRF/MG e sua Comissão Assessora de Farmácia Hospitalar realiza o II Seminário de Farmácia Hospitalar de Minas Gerais, voltado para os profissionais atuantes na área. O evento, de tema “Lei 13.021/2014 – Responsabilidade Técnica e Atuação Profissional”, acontece no dia 29 de janeiro, de 17h às 20h, em Belo Horizonte.


O curso, que terá como palestrantes membros da Comissão Assessora de Farmácia Hospitalar,  Diretoria do Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais e da Diretoria do Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais, terá como objetivo debater as perspectivas e desafios da atuação do farmacêutico hospitalar perante a lei.


Para participar, os farmacêuticos devem acessar a Área Restrita do Farmacêutico do CRF-MG e selecionar a opção "Eventos". As vagas são limitadas e os certificados são atribuídos online, também através da área restrita.


Confira  o edital aqui  

 

EVENTO: II Seminário de Farmácia Hospitalar de Minas Gerais


Data: 29 de janeiro de 2015.


Cidade: Belo Horizonte.


Duração: 3 horas


Horário: 17:00 às 20:00 horas


Local: Conselho Regional de Farmácia do Estado de Minas Gerais


Endereço: Rua Urucuia, Nº 48, Bairro Floresta – Belo Horizonte/MG


DOAÇÕES: 01 lata de leite em pó.

A má qualidade da educação no Brasil é um obstáculo para que o país avance em indicadores de competitividade na comparação com outros países. A análise faz parte de um estudo divulgado hoje (14) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com o levantamento da CNI, o Brasil aparece em penúltimo lugar no ranking de competitividade formado por 15 países.


Conforme o estudo Competitividade Brasil, comparada aos 15 países analisados, a produtividade do trabalhador brasileiro supera apenas a de profissionais indianos e chineses. Para Renato da Fonseca, gerente-executivo da Pesquisa e Competitividade da CNI, isto ocorre, principalmente, por causa da má formação educacional dos brasileiros.


“Um dos grandes problemas é a produtividade do trabalho muito baixa e sem crescer há dez anos. Isto tem envolvimento direto com a educação. A dificuldade de capacitar trabalhadores e ensinar novas tecnologias geram o baixo crescimento de produtividade, que é um dos grandes fatores de redução da competitividade do Brasil”, disse Fonseca.


Ele explicou que dois fatores contribuem para o crescimento da produtividade: investimento em novas tecnologias – com pesquisa e lançamento de novos produtos - e a capacitação dos trabalhadores. “A capacitação depende da educação que o trabalhador recebeu, especialmente a educação básica, matemática e o português. Na medida em que essa educação é deficiente, fica difícil ensinar ao trabalhador novas tecnologias na velocidade que o mundo de hoje necessita”, acrescentou.


De acordo com a CNI, no ranking geral o Canadá aparece na primeira colocação, seguido, respectivamente, da Coréia do Sul, Austrália, China, Espanha, Chile, África do Sul, Rússia, Polônia, Índia, Turquia, México, Colômbia, Brasil e Argentina. Em apenas dois dos oito quesitos avaliados o Brasil não figura no terço inferior do ranking, ou seja, entre as décima primeira e décima quinta posições.


O estudo mostra o ranking de competitividade dos países a partir dos indicadores de Disponibilidade e Custo de Mão de Obra, Disponibilidade de Capital, Infraestrutura e Logística, Peso dos Tributos, Ambiente Macro e Microeconômico, Educação e Tecnologia e Inovação. Desde 2012, o Brasil aparece na penúltima colocação.


Segundo Fonseca, para melhorar e se tornar mais competitivo em 2015, o Brasil precisa, além de políticas que melhorem a formação educacional, reduzir a burocracia, ampliar a participação privada nas obras de infraestrutura e simplificar a cobrança de impostos.


Fonte: Agência Brasil

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