Estudantes e profissionais da área da saúde podem se inscrever para o curso de atualização em Psicossomática - As doenças de fundo emocional até 17 de março, por meio do site da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep) ou no posto de atendimento localizado na Avenida Antônio Carlos, 6.627, campus Pampulha ou aqui

 

O curso tem o objetivo de ampliar e aprofundar conhecimentos na área de psicossomática e será realizado às terças-feiras, entre os dias 17 de março e 30 de junho, totalizando 30 horas-aula.

 

Valores e programa podem ser conferidos aqui

 

Mais informações podem ser obtidas no Centro de Extensão da Faculdade de Medicina da UFMG, sala 121, ou pelos telefones (31) 3409-9645 e (31) 3409-9644.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação da UFMG

O Centro de Estudos e Desenvolvimento Analítico Farmacêutico – Cedafar, vinculado ao Laboratório de Controle de Qualidade de Medicamentos e Cosméticos da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), realiza análises físico-químicas e microbiológicas de insumos farmacêuticos ativos, excipientes, medicamentos e cosméticos. Desde 2001 são realizados estudos de equivalência farmacêutica e análises de controle de qualidade para indústrias farmacêuticas e de cosméticos.

 

Atualmente, a entidade está realizando uma pesquisa para conhecer a demanda analítica das farmácias magistrais de Belo Horizonte e está convidando os farmacêuticos para participarem do estudo, preenchendo o formulário eletrônico, cujo acesso é realizado pelo link a seguir: http://goo.gl/forms/4OBNTolqGv

 

Segundo o Cedafar,  a pesquisa fornecerá informações para que  a entidade possa oferecer serviços de qualidade a um custo acessível para as farmácias de manipulação.

 

Para quem desejar mais informações, os contatos com o Cedafar podem ser feitos pelos telefones: (31) 3409-6975 | 3409-6976, nos e-mails:  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. | http://www.cedafar.com  ou na Avenida  Pres. Antônio Carlos, 6627 - Campus Pampulha 31270-901, Belo Horizonte, Minas Gerais.

 

Fonte: Cedafar UFMG

Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada hoje (21) no Diário Oficial da União, suspende a fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e o uso do produto Rematrós – composto de ervas naturais à base de sementes de sucupira, garra do diabo, unha de gato e vinho tinto, fabricado por empresa desconhecida.

 


De acordo com o texto, foi comprovada a divulgação e a comercialização do produto, que não tem registro na Anvisa, por meio de dois endereços eletrônicos: http://www.rematros.net.br e http://www.remedioparadornojoelho.com.br.

 

A agência determinou ainda a apreensão e a inutilização das unidades do produto encontradas no mercado. A resolução entra em vigor hoje.

 

Na internet, o produto é comercializado como “remédio para dores no joelho” e também para o “tratamento” de dores causadas por artrose, artrite, reumatismo, gota, bursite, tendinite, hérnia de disco, bico de papagaio, omalgia (dor no ombro) e lombalgia.

 

O Rematrós é oferecido por R$ 38 mais o valor do frete na internet. Na página virtual, onde não é informado a procedência nem os responsáveis pelo produto, há orientações sobre o consumo e contra-indicações.

 

Fonte: Agência Brasil

Os estados de Mato Grosso, do Pará, Maranhão, Tocantins, de Rondônia e Goiás são os que concentram áreas de maior risco para a transmissão da hanseníase, de acordo com dados divulgados hoje (21) pelo Ministério da Saúde.


Em 2013, ocorreram 31.044 novos casos da doença, no país. Entre menores de 15 anos, ocorreram cinco casos para cada grupo de 100 mil habitantes. A medição, neste caso, é considerada estratégica porque uma criança doente sinaliza que há um adulto não tratado transmitindo hanseníase.


Dados preliminares de 2014 indicam que a taxa de detecção da doença no país foi 12,14 para cada 100 mil habitantes, o que corresponde a 24.612 novos casos no Brasil. Na população menor de 15 anos, foram identificados 1.793 novos casos. Ao todo, 31.568 pacientes estavam em tratamento no mesmo período.


O ministro da Saúde, Arthur Chioro, avaliou como desafio permanente lidar com as chamadas doenças negligenciadas, que incluem a hanseníase e que, muitas vezes, estão vinculadas a situações de pobreza.

"A hanseníase, historicamente, vem sendo marcada pelo estigma e também por esse padrão de distribuição, que tem a ver com a desigualdade profunda que ainda existe no seio da sociedade", disse o ministro.

A hanseníase é uma doença crônica, infectocontagiosa, transmitida por pessoas doentes que não estão em tratamento. A doença tem cura, mas pode causar incapacidades físicas se o diagnóstico for tardio ou se o tratamento não for feito de forma adequada.

O ministério recomenda que as pessoas procurem um serviço de saúde, no caso de aparecimento de manchas de qualquer cor, em qualquer parte do corpo, sobretudo, se a mancha apresentar diminuição de sensibilidade ao calor e ao toque. Após iniciado o tratamento, o paciente para de transmitir a doença quase que imediatamente.

Fonte: Agência Brasil

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