A Anvisa suspende fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e uso do produto Mureré Extra da empresa Ervas Amazonas.


A empresa divulgava e comercializava o produto sem possuir registro ou notificação da Anvisa e por não possuir Autorização de Funcionamento da Agência. Além disso, o produto possuía CNPJ inválido, portanto, trata-se de um produto clandestino.


A medida está na Resolução nº 779, publicada nesta sexta-feira (13/3) no Diário Oficial da União (DOU).


Fonte: Imprensa Anvisa

Em reunião de sua diretoria, na última terça-feira, 10/03, a Federação Nacional dos Farmacêuticos reafirmou a agenda estratégica de valorização da categoria elencando como prioritárias as lutas pelo piso salarial nacional, pela jornada de trabalho de 30 horas semanais, pela regulamentação da farmácia estabelecimento de saúde e pela inserção do farmacêutico no SUS.

 


 

 

Para alcançar estes objetivos, a Fenafar vai intensificar sua atuação no Congresso Nacional, dialogando com os parlamentares sobre os projetos de lei de interesse dos farmacêuticos, ampliar o trabalho de orientação aos sindicatos sobre como atuar para obter convenções coletivas que signifiquem avanço real nos pisos salariais estaduais, e como fortalecer as articulações dos sindicatos junto às delegacias regionais de trabalho, para cobrar a implementação das convenções.

 

Para Ronald Ferreira dos Santos, presidente da Fenafar, “construir a unidade da categoria em torno dessas propostas é essencial para a obtenção de vitórias. E este é o compromisso da nossa diretoria, ter sinergia de ação em todos os estados para alavancar a luta da categoria em torno de algumas bandeiras que nos são fundamentais. Por exemplo, uma luta histórica dos farmacêuticos é estabelecer nacionalmente um piso salarial nacional que seja equivalente a 10 salários mínimos. Consideramos que esta é a remuneração mínima para o desenvolvimento adequado das atividades do farmacêutico, que envolvem o cuidado com a saúde da população”.

 

Outro eixo fundamental aprovado na reunião da diretoria é manter a ação da Federação em conjunto com outras entidades de representação da categoria, para que esta pauta também seja assumida como prioridade na atuação destas organizações.

 

Calendário de 2015 para construir essa luta

A diretoria da Fenafar discutiu que, para concretizar a pauta de luta, a atuação em alguns espaços políticos ao longo do ano será estratégica. Como, por exemplo, garantir uma forte presença dos farmacêuticos durante todas as etapas da 15ª Conferência Nacional de Saúde. “Desde as reuniões preparatórias até a plenária final, este é um espaço fundamental para dialogar com outros setores sobre a importância do papel do farmacêutico no processo da saúde”, ressaltou Ronald.


 
Outra agenda que contará com o acompanhamento e intervenção direta da Fenafar é o processo de discussão das diretrizes curriculares para a formação dos farmacêuticos. A reunião da diretoria apontou como importante introduzir na formação questões sobre o mundo do trabalho do farmacêutico e sua valorização profissional. Um espaço privilegiado para essa discussão será o Congresso de Educação Farmacêutica, que acontecerá entre os dias 6 a 8 de junho, em Salvador.

 

Nessa agenda, a diretoria deu destaque para o processo de mobilização da categoria em torno do 8º Congresso da Fenafar. “Será um momento de diálogo com a categoria, de revisitarmos nosso programa de ação, já aprovado em congressos anteriores e atualizá-lo. Um momento para nos defrontarmos com os desafios que estão colocados para os farmacêuticos, diante de um cenário de crise econômica. O Congresso também será um espaço para refletirmos sobre a conjuntura política no Brasil e reafirmarmos o compromisso que esta diretoria assumiu em se posicionar veementemente em defesa dos direitos dos trabalhadores e contra todas as medidas que ataquem direitos trabalhistas, como o projeto de terceirização de serviços. Em sua história, a Fenafar sempre esteve alinhada com a luta em defesa do Brasil, da soberania nacional e da democracia. Nos manteremos firmes nesta trincheira, para garantir que a vontade popular que emergiu das urnas, em 2014, seja respeitada”, completou o presidente.

 

Fonte: Imprensa Fenafar
 

Com uma palestra sobre Ayurveda, a medicina tradicional indiana, ministrada pela médica Ana Maria Rodrigues, o Centro de Estudos Indianos (CEI) da UFMG abrirá, no dia 19 de março, sua série de eventos em 2015. A atividade será no auditório 1 da Faculdade de Ciências Econômicas (Face), campus Pampulha.


Formada pela Faculdade de Medicina da UFMG, Ana Maria Rodrigues é especialista em Antroposofia Médica e dedica-se ao estudo do Yoga e das antigas escrituras indianas. Trabalhou como médica voluntária no interior da Índia, com extenso trabalho de ensino e atendimentos clínicos nas áreas de Antroposofia e Ayurveda. É pesquisadora pelo CNPq sobre novos medicamentos para doenças crônico-degenerativas em mulheres.


Mais informações podem ser obtidas por meio do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone 3409-3258.


Fonte: Assessoria de imprensa da UFMG

Recursos serão utilizados na compra de mais de 6 mil computadores e impressoras. Medida beneficiará 485 municípios do Brasil Sem Miséria com objetivo de melhorar a qualidade do serviço



O Ministério da Saúde iniciou a distribuição de 5.112 computadores para informatizar os serviços farmacêuticos dos municípios brasileiros. Também serão entregues posteriormente 1.704 impressoras. A iniciativa faz parte do Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) – QUALIFAR-SUS e vai beneficiar 485 cidades do país, além do Distrito Federal. Para isso, serão investidos R$ 14 milhões. Só nesta semana, os novos equipamentos já seguiram para os municípios do Grande ABC paulista, e as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Esse reforço representa mais agilidade no atendimento à população e uma melhor organização dos estoques de medicamentos.


A estratégia de modernizar os estabelecimentos farmacêuticos integra o Projeto de Formação e Melhoria da Qualidade de Rede de Atenção à Saúde - QualiSUS-Rede, que prevê ainda a realização de cursos de capacitação, com 4.860 vagas, para profissionais e gestores que desenvolvem serviços farmacêuticos no Sistema Único de Saúde (SUS). Também está em andamento uma pesquisa para avaliar a qualidade dos serviços farmacêuticos ofertados no SUS, desde a Atenção Básica até os serviços hospitalares, nas unidades próprias do Programa Farmácia Popular do Brasil, no sistema prisional e na saúde indígena.


“O objetivo geral do projeto é qualificar a gestão da Assistência Farmacêutica por meio da formação profissional e informatização dos serviços farmacêuticos e, assim, ampliar o acesso e a qualidade dos serviços de saúde prestados à população brasileira”, explica o Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa.


Nesta primeira fase, serão contempladas as Centrais de Abastecimento Farmacêutico e Almoxarifados, as farmácias das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), além das Farmácias do Componente Especializado, que distribuem medicamentos indicados para o tratamento de doenças crônicas e/ou raras. Na fase seguinte, os equipamentos chegarão aos serviços farmacêuticos do Subsistema da Saúde Indígena, que atende os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIS) e demais polos indígenas.


Os municípios que receberão os equipamentos fazem parte das 15 regiões do Projeto QualiSUS- Rede nos seguintes estados: Tocantins, Pará, Maranhão, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Piauí, Bahia, Pernambuco, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Amazonas, Ceará, Goiás e Distrito Federal. Para ver a lista completa de municípios contemplados clique aqui.


MELHORIA DO ACESSO - O Projeto QualiSUS-Rede faz parte da estratégia de fortalecer o Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica (QUALIFAR-SUS), criado, em 2012, para melhorar a qualidade do acesso a medicamentos no Brasil. Organizado em quatro eixos (estrutura, educação, informação e cuidado), o programa engloba desde investimentos na estruturação dos serviços farmacêuticos até ações de cuidado ao usuário.


Para participar do QUALIFAR-SUS, o município deve estar na lista do Brasil Sem Miséria (Plano interministerial voltado para a população mais pobre) e fazer parte de outros programas da Atenção Básica, como o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ), Programa de Requalificação das Unidades Básicas de Saúde (Requalifica UBS) e o Hórus, sistema de Assistência Farmacêutica que permite o controle da compra, armazenamento, distribuição e dispensação dos medicamentos.


Nos três anos de criação do programa, o Ministério da Saúde já destinou R$ 92 milhões para 1.582 municípios, 70% dos incluídos na lista do Brasil sem Miséria até 100.000 habitantes. O QualiSUS- Rede conta com financiamento do Banco Mundial.

 
Fonte: Agência Saúde - Fabiane Schmidt

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