Jogo de memória e quebra-cabeça com imagens da flora  brasileira  integram série de ações que têm o objetivo de divulgar o trabalho dos naturalistas do passado. Para jogar, é necessário instalação do plugin UnityWebPlayer. Acesse jogo de Memória e quebra-cabeças aui 

Coordenado pela professora Maria das Graças Lins Brandão, o Ceplamt, que ocupa espaço no Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG, dedica-se a estudos de recuperação e de divulgação de informações históricas e técnico-científicas sobre as plantas úteis nativas do Brasil, especialmente as medicinais.

 

Entre as iniciativas desenvolvidas pelo Centro está o Dataplamt, banco de dados com informações históricas sobre plantas, o trabalho de resgate de conhecimentos históricos com raizeiros e comunidades rurais e a publicação, em língua portuguesa, de obras como Plantas usuais dos brasileiros, do naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire, que percorreu o Brasil entre 1816 e 1822. Em suas viagens, o botânico coletou milhares de plantas e registrou o uso de várias delas.

 

Publicada originalmente em francês em 1824, a obra traz informações botânicas, bem como os usos de 70 espécies nativas do Brasil. A primeira edição, inédita em língua portuguesa, foi publicada de forma independente pela equipe do Ceplamt, em comemoração ao Ano da França no Brasil, em outubro de 2009. A segunda edição foi feita em colaboração com a Editora Fino Traço, onde é possível adquirir o exemplar.

 

As informações históricas sobre as plantas estudadas pelo Ceplamt são disponibilizadas no banco de dados Dataplamt.  As espécies são localizadas e coletadas em seus habitats, e as drogas vegetais (partes que contêm os princípios ativos, devidamente secas) são guardadas no banco de amostras credenciado como fiel depositário no Ministério do Meio Ambiente. O Ceplamt conta também com horta de plantas medicinais, onde espécies exóticas e nativas são cultivadas.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa da UFMG

O mundo precisa investir um total de US$ 53 bilhões por ano, durante cinco anos, para universalizar o acesso à água tratada e a saneamento, segundo o Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento de Recursos Hídricos 2015 – Água para um Mundo Sustentável da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O investimento equivale a 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) global em 2010. Em países em desenvolvimento, o investimento pode trazer um retorno estimado entre US$ 5 e US$ 28 por dólar.

"Investir na melhoria da gestão da água e serviços de seneamento é um pré-requisito para a redução da pobreza e para o crescimento econômico sustentável. As pessoas pobres são beneficiadas diretamente com a melhoria dos serviços de água e esgoto, têm melhorias na saúde, redução das despesas com doenças, aumentam a produtividade e economizam tempo", diz o texto.

No mundo, 748 milhões de pessoas não têm acesso à água potável, e os principais afetados pela falta de abastecimento são pobres e mulheres. O relatório mostra ainda que 2,5 bilhões não tem acesso a sistema de saneamento.


Sem serviço de abastecimento, de acordo com a Unesco, as mulheres e as meninas são frequentemente as responsáveis por buscar água. Na África Subsaariana, muitas passam pelo menos meia hora para cumprir a tarefa e, como fazem várias viagens, gastam até quatro horas por dia, o que faz com que elas sejam mais prejudicadas que os meninos na educação.

O Brasil é citado pela organização como um dos países que têm o desafio de superar a desigualdade na oferta desses serviços, assim como a Índia e a China. "A pobreza ainda existe em níveis inaceitáveis nesses três países, assim como em outros", diz o relatório, que reconhece que os três avançaram nos últimos anos.

Segundo a oficial de Ciências Naturais da Unesco na Itália, Angela Ortigara, integrante do Programa Mundial de Avaliação da Água, cuja sigla em inglês é WWAP, que participou da elaboração do relatório, nos últimos anos houve avanço, o que mostra que a questão da água e do saneamento tem tido destaque nos países. Nos últimos 20 anos, 2,3 bilhões passaram a ter acesso à água potável e 1,9 bilhões a saneamento básico. "Precisamos começar a agir hoje para poder atingir um mundo sustentável."

O relatório será mundialmente lançado hoje (20), em Nova Délhi, na Índia, dias antes do Dia Mundial da Água, dia 22. O relatório foi produzido pelo WWAP, em colaboração com as 31 agências do sistema das Nações Unidas e 37 parceiros internacionais da ONU-Água. A intenção é que a questão hídrica seja um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que vêm sido discutidos desde 2013, seguindo mandato da Conferência Rio+20 e deverão orientar as atividades de cooperação internacional nos próximos 15 anos.

Fonte: Agência Brasil

A empresa Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda notificou à Anvisa a descontinuação temporária de fabricação dos medicamentos Urbanil (clobazam) e Frisium (clobazam) em 14/11/2014 e 13/11/2014, respectivamente, nos termos da Resolução RDC nº 18, de 04 de abril de 2014. Em 10/02/2015 a empresa notificou a reativação de fabricação dos dois medicamentos, conforme a referida norma.

 

Diante de denúncias de desabastecimento de mercado dos produtos, esta Agência acionou a empresa a esclarecer acerca da atual situação de fabricação dos medicamentos, apresentando esclarecimentos sobre o atual estoque dos produtos na empresa e sobre o mapa de distribuição (quantitativo fabricado e distribuído no mês).A empresa informou, em 04/03/2015, que fabricou em fevereiro os lotes 512212 e 512302 do Urbanil 10mg e os lotes 512271 e 512428 do Urbanil 20mg. Em relação ao Frisium, a empresa informou que fabricou nesse mesmo mês os lotes 5V1417 e 5V2152 do produto na concentração de 10mg e os lotes 511406, 512434 e 511413 na concentração de 20mg. Tanto os lotes do Urbanil quanto do Frisium já foram colocados para distribuição.

 

Desta maneira, sugere-se entrar em contato com SAC do laboratório para saber mais sobre a distribuição dos medicamentos e onde adquiri-los na sua região. No caso de suspeitas de desabastecimento irregular de medicamentos do mercado, recomenda-formalizar a denúncia por meio da Ouvidoria da Anvisa (Ouvidoria Atende, disponível no Portal da Agência na internet). A Agência avaliará a denúncia dentro dos prazos regulamentares, com base em critérios de eficiência, eficácia e efetividade, e responderá à demanda de maneira oportuna.

 

Ressalta-se que não há previsão legal para que a Anvisa impeça o laboratório de parar a fabricação do medicamento, porém o Decreto nº 8.077, de 2013, dispõe que a intenção da empresa de descontinuar temporária ou definitivamente a fabricação ou importação de medicamento registrado para fornecimento ao mercado interno deverá ser comunicada à Anvisa com antecedência mínima de 180 dias. Ainda, de acordo com a RDC nº 18/2014, nos casos em que a descontinuação possa causar desabastecimento de mercado, a comunicação à Anvisa deverá ocorrer com 12 (doze) meses de antecedência. Além disso, conforme essa norma, a empresa detentora do registro do medicamento deverá garantir o fornecimento regular do seu produto durante esses prazos.

 

Fonte: Imprensa Anvisa

A agente de trânsito de Brasília que pediu para não se identificar é fumante e usa anticoncepcional. Há quase um ano, ela sofreu um derrame mas não teve sequelas. "Na verdade eu não falei para o médico que eu fumava. Eu só fumo quando estou bebendo, mas eu não falei para o médico que eu fumava. Eu não falei nada. Posso até na próxima consulta informar né. Você quer saber a verdade mesmo? Eu não penso em falar porque eu não penso em parar, então ele vai me mandar parar. Por isso que eu não penso em falar."

 

O médico pneumologista da Divisão de Controle do Tabagismo do INCA, Instituto Nacional do Câncer, Ricardo Meirelles, explica que o derrame sofrido pela agente de trânsito pode ter sido provocado pela combinação do cigarro com anticoncepcional."Mulheres que fumam e usam pílula anticoncepcional elas têm um risco maior de ter problemas vasculares e ter até trombose, então, tem que ter muito cuidado e ser sempre avaliada pelo seu médico. Então, a associação do anticoncepcional com o tabagismo, propicia um aumento muito grande dessa possibilidade de ter um derrame cerebral, da mulher ter um infarto agudo do miocárdio. Então, se a mulher é fumante e usa o anticoncepcional, ela tem que parar um dos dois. De preferencia o cigarro. Mas ela não pode fumar e usar o anticoncepcional porque ela está usando uma bomba relógio que pode explodir a qualquer momento e ela ter um problema sério de saúde."

 

O Sistema Único de Saúde acolhe as mulheres que usam anticoncepcional e não conseguem parar de fumar. O pneumologista do INCA, Ricardo Meirelles, conta que existem mais de três mil Unidades Básicas de Saúde que oferecem tratamento de graça para quem quer interromper o vício."Tabagismo é uma doença existe um tratamento. Esse tratamento já está colocado na rede SUS há mais de dez anos. Então, existe várias unidades de saúde públicas no seu município que tem profissionais capacitados a prestar o tratamento do tabagismo, através de orientações, através de tratamento individual em grupos de apoio com tratamento específico e com medicamentos que vão diminuir os sintomas da falta de nicotina no cérebro, através de orientações e os medicamentos fazendo com que o fumante entenda como parar de fumar, como resistir à vontade de fumar e principalmente, como viver sem cigarro."
 

 

O trabalho do Brasil no controle do tabagismo recebeu reconhecimento internacional. O prêmio que atesta a eficiência no Controle Global do Tabaco foi entregue nesta semana durante a 16ª Conferência Mundial Sobre Tabaco ou Saúde em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos. Para saber mais sobre o tratamento gratuito para combater o vício do cigarro, acesse www.inca.gov.br/tabagismo.

 

Fonte:  Agência Saúde / Diane Lourenço

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