A Anvisa determinou a interdição cautelar de lotes 14F0901, 14H13 e 14E1901  da fórmula infantil para lactentes e de seguimento para lactentes e crianças de primeira infância destinado a necessidades dietoterápicas específicas com restrição de lactose à base de aminoácidos da marca Amix,  fabricado pela Pronutrition do Brasil Indústria e Comércio de Suplementos Alimentares Ltda.

 

A Agência recebeu denúncias de reações adversas em crianças alérgicas a leite de vaca após o consumo destes lotes.  As reclamações foram feitas à Vigilância Sanitária do DF e à Secretaria Municipal de Saúde de Salvador.

 

A medida está na Resolução nº 887, publicada nesta segunda-feira (23/3) no Diário Oficial da União (DOU).

 

Fonte: Imprensa Anvisa

Viver, reviver ou ressignificar a experiência do parto e refletir sobre o ato inaugural da vida humana são experiências que a exposição Sentidos de nascerpretende proporcionar. A mostra foi aberta hoje, 20, às 11h, ao lado do Restaurante Setorial 1, campus Pampulha da UFMG, e pode ser visitada até a próxima sexta-feira, 27.

 

Instalada em três contêineres e cinco ambientes, a exposição de caráter interativo e sensorial tem o objetivo de estimular a reflexão sobre a gravidez, o nascimento e o modelo de assistência ao parto no Brasil. O país é campeão mundial de cesarianas: 52% dos bebês nascem dessa forma (a recomendação da Organização Mundial de Saúde é de que esse procedimento seja utilizado em não mais que 15% dos partos).

 

O projeto foi idealizado pela pediatra, epidemiologista e coordenadora da Comissão Perinatal da Secretaria de Saúde de Belo Horizonte, Sônia Lansky, e pelo professor da Faculdade de Educação da UFMG Bernardo Jefferson de Oliveira.

 

Juntamente com a exposição, que envolve professores e alunos bolsistas de diversos cursos da Universidade, está sendo realizada pesquisa para analisar os efeitos da mostra e avaliar as mudanças na percepção do público visitante sobre o parto e o nascimento.

 

Mudança de cultura
Sônia Lansky diz que o principal objetivo é promover a mudança no modelo de assistência ao parto no Brasil. Para ela, é a transformação pelo viés cultural que porá fim aos maus-tratos às gestantes, à violação de direitos das mulheres e da criança e aos efeitos adversos do excesso de cesarianas, que também não são reconhecidos socialmente.

 

“São efeitos graves para a saúde dos bebês, interferências na vinculação efetiva entre mãe e filho e intervenções desnecessárias no corpo da mulher e no processo natural do parto que deixam uma carga negativa para um momento tão importante. Devemos mudar mais rapidamente a forma como se nasce no Brasil, envolvendo profissionais da saúde e hospitais. Precisamos empoderar a sociedade sobre o que deve ser feito para a proteção da infância, da saúde e dos direitos das mulheres”, afirma Sônia Lansky.

 

No campus Pampulha, Sentidos do nascer poderá ser visitada das 11h às 19h, na segunda, terça e quarta-feira, e das 11h às 21h, na quinta e sexta. A inauguração oficial está prevista para 7 de abril, no Parque Municipal. Em maio, a mostra vai para o Boulevard Shopping e depois seguirá para Rio de Janeiro, Niterói e Brasília.

 

A iniciativa tem financiamento e apoio do CNPq, do Ministério da Saúde, da Fundação Bill & Mellinda Gates e do Unicef.

 

Mais informações sobre a exposição estão disponíveis aqui

 

Fonte: Assessoria de Imprensa da UFMG

O crescimento exponencial de equipamentos conectados à internet levou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a adotar uma medida similar à feita em linhas telefônicas. Assim como foi necessário acrescentar um dígito nos números de telefone para atender ao crescimento da demanda, os endereços de protocolo chamados IPv4 – número de identificação que permite a conexão dos equipamentos à internet – já estão dando lugar a uma nova versão com capacidade “quase infinitamente maior”: o IPv6.

 

“É uma quantidade tão absurda de IPs possíveis, que daria para colocar um endereço em cada grão de areia existente na Terra”, explica o superintendente de Planejamento e Regulamentação da Anatel, José Alexandre Bicalho.

 

Responsável pela coordenação da transição das tecnologias, o superintendente explica que os 340 undecilhões (o equivalente a 36 zeros após o 340) de endereços possíveis a partir do novo protocolo vai permitir que cada habitante do planeta tenha 48x10 elevado a 18ª potência de equipamentos conectados. "É muito improvável que, algum dia, esse número se esgote", disse ele. A solução para a ampliação dos IPs é semelhante à adotada para aumentar o número de linhas telefônicas, com o acréscimo de um dígito ao prefixo da linha. Só que, no caso da internet, são vários números a mais.

 

“A diferença é que, no caso da transição desses IPs, isso não é feito de forma tão simples – e não pode ser feito de forma abrupta – por causa da complexidade das redes e da quantidade de dados colocada nela”, disse Bicalho. Segundo ele, as mudanças vão passar praticamente imperceptíveis para os usuários, com apenas algumas atualizações de softwares. “Não é necessário fazer absolutamente nada, até porque essa alteração já vem sendo feita, uma vez que o IPv4 já se esgotou e só funciona por meio de soluções paliativas.”

 

Há pelo menos dois anos, novos equipamentos já são vendidos com a tecnologia atualizada. Além disso, novos usuários também acessam a rede com IPv6. De acordo com a Anatel, haverá um período de convivência entre os dois protocolos e ainda não está definido quando o IPv4 deixará de ser usado.

 

“A migração será completa, mas provavelmente o IPv4 permanecerá por vários anos convivendo simultaneamente. Falamos em um prazo de quatro anos, mas ele certamente será estendido. As operadoras, inclusive, já solicitaram prazos maiores para localidades com menos usuários, principalmente no interior do país”, disse o superintendente da Anatel.

 


Fonte: Agência Brasil

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o leite materno é capaz de reduzir em 13% mortes por causas evitáveis em crianças menores de cinco anos. O simples ato de amamentar oferece aos bebês proteção contra diarreia, infecções respiratórias e alergias.

 

O coordenador de saúde da criança e aleitamento materno do Ministério da Saúde, Paulo Bonilha, destaca que o leite materno estimula as defesas do corpo humano:"O aleitamento materno diminui a chance de um bebê morrer pelas vantagens que traz do ponto de vista de imunidade, de proteção às defesas naturais do bebê que vai ter, portanto, menor chance de ter diarreia, de ter doenças respiratórias, de ter alergias. Então são essas doenças que mais matam bebês no mundo. Do ponto de vista do futuro, bebês amamentados ao peito têm menor chance, no futuro, de serem acometidos por doenças crônicas, tais como obesidade, hipertensão, diabetes."

 

O filho da gerente administrativa Paula Barbosa foi amamentado até os três anos de idade. Paula conta que hoje ele é um adolescente saudável."Desde quando ele nasceu até os cinco anos de idade, nunca teve infecção intestinal, nem com a dentição ele sofreu, com o nascimento dos dentes. Eu o levava ao médico por rotina e ele tem o peso ideal para pessoa da idade dele. Com 14 anos, ele também nunca apresentou alergia, quando ele gripa é coisa de dois, três dias, só água, suco, o tipo de alimentação curam a gripe dele."

 

O coordenador de saúde da criança e aleitamento materno, Paulo Bonilha, orienta que o bebê deve ser alimentado exclusivamente com leite materno até os seis meses de vida."Quando a gente fala exclusivo, é exclusivo mesmo, não há necessidade de se dar água pra um bebê que está mamando no peito pelo fato da composição do leite materno, tem menos sais minerais e vai dar menos sede no bebê do que se ele estivesse mamando leite de vaca, por exemplo. Depois dos seis meses, a orientação da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde é de que a mãe continue amamentando o seu bebê, pelo menos, até dois anos de idade de forma complementada com alimentos saudáveis."

 

Em 2012, o Brasil reduziu em 77% a mortalidade de crianças menores de cinco anos. Entre as ações que contribuíram para essa redução estão as relacionadas ao aleitamento materno, como a Campanha Nacional de Amamentação; a Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil; e o Apoio à Mulher Trabalhadora que Amamenta.

 

Fonte: Agência Saúde / Ana Cláudia Amorim

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