Empresa promete acabar com as quedas de sinal


Por Felipe Marra Mendonça — Carta Capital -publicado 28/04/2015

 

O Google anunciou, na quarta-feira 22, a entrada no mercado de operadoras de telefonia celular. O Project Fi funciona no modelo Operadora Móvel com Rede Virtual (MVNO em inglês) , que significa que o Google passou a comprar o uso da rede de duas operadoras americanas  tradicionais, a Sprint e a T-Mobile. Os que escolherem a operadora virtual da empresa também poderão conectar-se às redes Wi-Fi que serão espalhadas pelos Estados Unidos.

O simples detalhe de mesclar acesso que reúne o sinal de operadoras diferentes aos pontos de Wi-Fi pode desde já garantir o fim de um dos problemas mais corriqueiros da telefonia móvel, a queda frequente de sinal. A promessa aos consumidores é que a tecnologia empregada pelo Google vai conseguir fazer a conexão entre os diferentes pontos de acesso sem que haja qualquer tipo de queda ou falha tanto no sinal de voz quanto na conexão de dados. Se der certo, a presença de uma conexão estável e garantida será um chamativo enorme.

O Project Fi tem uma estrutura de tarifas interessante, que espelha a tática do Google de entrar em mercados estabelecidos com um novo esquema de preços que força a concorrência a melhorar suas condições. A tarifa inicial é de 20 dólares por um plano com minutos e mensagens de texto ilimitados, além de 10 dólares por GB de dados usados. Um cliente do Project Fi que usa 3 GB por mês teria uma conta mensal de 50 dólares. Mas o interessante é que o Google devolve o dinheiro que o consumidor não gastar em dados. Esse mesmo cliente que pagou por 3 GB de dados pode ter um desconto de 6 dólares na próxima conta se tiver gasto 2,4 GB no mês da cobrança.

Mesmo com todas as vantagens, é importante lembrar que o Google passa a triangular a posição dos seus consumidores de telefonia celular pelas torres de sinal, tirando ainda mais a privacidade dos usuários. E o principal ganha-pão da empresa é a venda de anúncios personalizados. Um serviço de telefonia móvel superior vale a perda de privacidade? A ver.

Fonte: Agência Brasil

Em virtude da não-realização da reunião de negociação coletiva agendada com o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de Minas Gerais – Sincofarma-MG – na última sexta-feira, 24/04, a mesma foi transferida para amanhã, terça-feira. A mudança de data foi pedida pelo sindicato patronal.

 

As negociações serão retomadas às 10h de amanhã, 28 de abril, na sede da Federação do Comércio: rua Curitiba, 561, 13º andar. Reforçamos o convite para que os colegas farmacêuticos compareçam e fortaleçam nossa categoria. Juntos somos mais fortes!

 

Serviço:
Reunião SINFARMIG - CCT 2015 (3ª reunião) de Farmácias, Drogarias e Distribuidoras
Data: 28/04/15 (terça-feira)
Horário: 10h
Local: Fecomércio MG - Rua Curitiba, 561 - 13º andar - Centro - BH/MG

Click Saudável já está funcionando por meio de parceria entre  Anvisa e MercadoLivre

 

Um instrumento de potencial incomensurável. Estes foram os termos usados pelo Ministro da Saúde, Arthur Chioro, para definir o Click Saudável. O projeto é resultado de uma parceria firmada entre a Anvisa e o site MercadoLivre para auxiliar o internauta a encontrar informações mais confiáveis sobre alguns dos produtos que consome. A plataforma virtual foi lançada nesta sexta-feira (24/04), em Brasília.

 

A fase inicial conta com uma página na internet (www.clicksaudavel.gov.br), que contém diversas informações para orientar a população na compra de produtos de saúde em sites de comércio eletrônico. Dentre os assuntos abordados, estão alimentação, medicamentos, tabaco, produtos químicos, saúde e beleza. O site também possibilita a realização de enquetes sobre o perfil de comportamento e consumo dos usuários da internet.

 

Durante a cerimônia de lançamento do projeto, o Diretor-Presidente da Agência ressaltou que as informações contidas no Click Saudável são instrumentos relevantes do cidadão, já que internauta poderá conhecer eventuais riscos relacionados ao uso de um produto. “Não dá para achar que o poder público vai proteger o indivíduo dele mesmo. O cidadão tem que saber dos riscos que corre e precisa contar com informações corretas para a tomada de decisão”, explicou.

 

A Secretaria Nacional do Consumidor, Juliana Pereira, também destacou esses aspectos. De acordo com ela, “a educação para o consumo é uma forma de empoderar o cidadão”. No lançamento, Juliana parabenizou a Anvisa e acrescentou que a iniciativa da Agência criou uma ferramenta inovadora para o Estado. “Ferramentas como essa incluem a administração pública em uma linguagem 2.0”, argumentou.

 

Já o Diretor da Anvisa José Carlos Moutinho ressaltou que o Click Saudável irá auxiliar as ações fiscalizatórias de todo o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. “Vai ajudar na identificação precoce de ilegalidades e favorecer a rapidez das ações”, concluiu.

 

Projeto
A parceria da Anvisa com o MercadoLivre prevê a inserção de 12 milhões de anúncios publicitários com informações de utilidade pública do Click Saudável. O objetivo é orientar os consumidores que procuram por produtos de saúde no site. Além disso, a empresa vai fornecer à Anvisa os dados dos responsáveis por publicidades irregulares e uma ferramenta de busca e remoção desses anúncios.

 

As propagandas institucionais terão mensagens chamando a atenção do internauta para que ele se proteja de produtos irregulares e publicidades enganosas. São frases como “Comprando cosméticos pela internet? Saiba como proteger sua saúde”; “Vai fazer tatuagem ou maquiagem definitiva? Confira algumas dicas”, entre outras. Todos os anúncios terão um link para o portal, onde serão publicados conteúdos adequados, estimulando decisões de consumo mais conscientes.

 

Pelo acordo de cooperação, a Anvisa fará um acompanhamento direto dos anúncios relacionados à saúde no MercadoLivre para poder solicitar de forma imediata a remoção de um anúncio veiculado por vendedor que não cumpra com as regras da Agência.

 

A próxima etapa do projeto prevê a publicação de um edital de chamamento para outras empresas de comércio eletrônico que desejem aderir à iniciativa. A Agência pretende adequar a estratégia do Click Saudável a diferentes empresas que atuam no comércio eletrônico. No processo de chamamento, serão priorizados os sites com maior número de acesso e tipos de produtos divulgados ou comercializados. O edital será publicado nos próximos dias e vai permitir uma mudança na forma de fiscalizar a publicidade e o comércio de produtos relacionados à saúde pela internet.

 

Comércio eletrônico
A parceria entre a Anvisa e o MercadoLivre é inédita no país. O site de comércio virtual foi escolhido para iniciar o projeto por ser a maior plataforma de compra e venda online do Brasil. São mais de 120 milhões de usuários.

 

As plataformas de comércio eletrônico provocaram uma verdadeira revolução no comércio de produtos em todo o mundo nos últimos anos, mas tornou necessária a observação de possíveis anúncios de produtos que podem afetar a saúde do consumidor.

 

Esta nova fase marca o início de uma ação que será mais eficiente do que solicitações pontuais de remoção de anúncios, já que o esforço de articulação com o conjunto de empresas que dominam o comércio eletrônico no Brasil é mais eficaz e fácil do que a fiscalização de milhares de páginas individualmente.

 

Regras
No Brasil, a venda de cosméticos, alimentos, produtos de limpeza e produtos para saúde pode ser feita pela internet. Entretanto, é necessário que estes produtos estejam regularizados na Anvisa e atendam os requisitos de segurança e eficácia específicos de cada categoria.

 

Já os medicamentos só podem ser vendidos pela internet por farmácias ou drogarias fisicamente estabelecidas. Ainda assim, não é possível a venda pela internet de medicamentos controlados, ou seja, os de tarja preta e os de tarja vermelha que requerem retenção de receita.

 

Além disso, as eventuais propriedades terapêuticas de um medicamento só podem ser associadas se as alegações forem comprovadas perante a Anvisa.

 

Fonte: Imprensa Anvisa

A Anvisa aprovou o primeiro medicamento biológico pela via de desenvolvimento por comparabilidade. O registro do biotecnológico Remsima (infliximabe) foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (27/04).

 

O exercício de comparabilidade foi avaliado para demonstrar a similaridade entre o Remsima e o produto biológico comparador, o Remicade. Esse processo foi necessário porque, de acordo com as regras previstas na RDC 55/2010, o produto biológico que se pretende registrar por essa via de desenvolvimento deve ser analisado tendo por base o produto biológico comparador (produto biológico novo).

 

Durante a avaliação, todas as etapas para o registro – como análise da tecnologia farmacêutica, eficácia e segurança – foram cuidadosamente mantidas.

 

O Remsima foi aprovado para as seguintes indicações terapêuticas:

- Artrite reumatoide;
- Espondilite anquilosante;
- Psoríase;
- Artrite psoriásica;
- Doença de Crohn em adultos;
- Doença de Crohn pediátrica;
- Doença de Crohn Fistulizante,
- Colite e Retocolite ulcerativa.

 

Fonte: Imprensa Anvisa

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