A taxa de maio foi superior à registrada em abril, de 0,71%

 

A inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi 0,74% em maio deste ano, taxa superior a observada em abril (0,71%) e em maio do ano passado (0,46%). O dado foi divulgado hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A inflação acumulada em 12 meses ficou em 8,47%, a maior desde dezembro de 2003, quando registrou 9,3%.

 

No ano, o IPCA acumula taxa de 5,34%, o maior percentual desde maio de 2003 (6,8%). A inflação acumulada em 12 meses ficou em 8,47%, acima do teto da meta do governo, que é 6,5%. O IPCA é considerado a inflação oficial e mede a variação de preços da cesta de compras de famílias com renda entre um e 40 salários mínimos, em dez regiões metropolitanas e três capitais brasileiras.

 

Fonte: Agência Brasil

Mais 2 milhões de brasileiros entraram para a lista de inadimplentes, entre dezembro de 2014 e maio deste ano, de acordo com dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) divulgados hoje (10). A alta nos cinco meses do ano chegou a 4,63%. A estimativa é que ao final de maio havia cerca de 56,5 milhões de brasileiros com o CPF negativado no Brasil.

 

De acordo com o SPC Brasil, os brasileiros estão com dificuldades para fazer o pagamento até mesmo de contas básicas. O maior avanço no número de dívidas foi causado por atrasos com empresas concessionárias de água e luz, aumento de 13,31%, na comparação anual. Em segundo lugar, estão as dívidas com telefonia, internet e TV por assinatura, com crescimento de 12,02%.

 

A alta no segmento de bancos – com dívidas no cartão de crédito, empréstimos e seguros – chegou a 10,1%. Os bancos são os principais credores dos brasileiros, respondendo por 48,56% do toral de dívidas em atraso.

 

A pesquisa do SPC Brasil é feita em parceria com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

 

Fonte: Agência Brasil

Ação da Fenafar conquistou mudanças na Portaria do Registro Sindical, garantindo mais autonomia para sindicatos, o que vai permitir a regularização de várias entidades.

 

Em reunião realizada nesta segunda-feira, 8, a Fenafar solicitou ao Secretário de Relações do Trabalho, Manoel Messias, que fossem feitas alterações na Portaria do Ministério do Trabalho que trata do registro das diretorias dos sindicados.

 

Isso porque, segundo a Portaria em vigor, entre os critérios para o registro das diretorias sindicais era exigido que os integrantes das diretorias deveriam ter carteira de trabalho assinada. “Essa exigência não condiz com a realidade do mundo do trabalho e, em particular, para a categoria dos farmacêuticos, que é composta por servidores públicos e profissionais liberais que não possuem registro em carteria de trabalho. Ou seja, é uma burocracia que interfere na autonomia do movimento sindical e vinha causando transtornos para a atividade dos sindicatos, que não estavam conseguindo registrar suas diretorias”, explicou o presidente da Fenafar, Ronald Ferreira dos Santos.

 

Participaram da reunião, além do Secretário, Manoel Messias, e do presidente da Fenafar, o vice-presidente da Federação, Rilke Novato e o diretor Fábio Basílio.

 

A reunião não foi o início dessa discussão entre a Fenafar e o Ministério. Já tinham sido encaminhados, anteriormente, alguns documentos alertando para esta questão e, também, diálogos com integrantes do ministério propondo alterações na portaria que estava em vigor.

 

Fábio Basílio contou que houve receptividade do Secretário Manoel Messias a estas questões. “Eles entendem a dificuldade de cada sindicato, e se comprometaram a reduzir as exigências. A ideia é que o Estado faça menos gestão neste sentido, o que fortalece a autonomia do movimento sindical e diminuiu a interferência do Estado. Cabe aos sindicatos definir quais são os documentos que comprovam que seus diretores pertencem à categoria que representam”, disse o diretor da Fenafar.

 

Fruto deste trabalho da Fenafar, uma nova portaria foi redigida e publicada pelo Ministério do Trabalho. “Saímos da reunião satisfeitos com o resultado do debate, que garante a autonomia do movimento sindical e vai permitir a regularização de várias diretorias de sindicatos, que estavam encontrando dificuldades para serem registradas”, avaliou o vice-presidente da Fenafar, Rilke Novato.

 

A nova portaria 671, publicada em 20 de maio no Diário Oficial, permite que outros documentos sejam anexados para comprovar que o dirigente sindical é membro da categoria. Veja aqui, na íntegra, a nova Portaria.

 

Os representantes da Fenafar aproveitaram a oportunidade para apresentar so Secretário, Manoel Messias, o caderno de debates do 8º Congresso da Fenafar, onde estão colocados vários aspectos de luta pela valorização profissional da catetoria e desafios no campo do trabalho do profissional farmacêutico.

 

Da redação da Fenafar

 

Publicada em 10/06/2015

A Anvisa determinou a suspensão, comercialização e uso do medicamento Dexadoze (acetato de dexametasona + cianocobalamina + tiamina + piroxidina) do  Laboratório Teuto Brasileiro S/A. O produto é indicado como anti-inflamatório, antiálgico e antineurítico.

 

Uma auditoria constatou que a pirodixina contida no medicamento era fornecida por um fabricante não autorizado pela Anvisa. Também ficou comprovado que o medicamento não mantinha o padrão de qualidade durante o prazo de validade aprovado na Agência. De acordo com o teste de estabilidade do produto, o teor do acetato de dexametasona ficou abaixo do especificado.

 

A medida está na Resolução nº 1697/2015, publicada nesta quarta-feira (10/06) no Diário Oficial da União (DOU).

 

Fonte: Imprensa Anvisa

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