Em virtude da pandemia do NOVO CORONAVÍRUS, COVID-19, que vem afetando todo o planeta, causando impacto de proporções gigantescas na vida das pessoas, o Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais – Sinfarmig, representante legal e legítimo, em toda Minas Gerais, dos farmacêuticos e farmacêuticas diante da gravidade desta pandemia causada pelo novo Coronavírus (Covid-19) e que coloca o trabalho farmacêutico em destaque em todas suas áreas de atuação, bem como, o importante papel social do farmacêutico, profissional de saúde, que na maioria das vezes está neste “Front da batalha” com exposição máxima,  pela prevenção da doença e promoção da saúde, aponta a necessidade de que este profissional esteja minimamente protegido para melhor orientar a população atendida por ele.

 

Neste sentido, há necessidade urgente de que as empresas cumpram todas as medidas de proteção aos seus empregados como preconiza a da Nota Técnica Conjunta Nº 02/2020 - PGT/CODEMAT/CONAP do Ministério Público do Trabalho para impedir a propagação do vírus no ambiente de trabalho e da maior importância neste momento, a aplicação integral da NR 6, que dispõe sobre o fornecimento de equipamentos de proteção individual, dentre outras proteções aos farmacêuticos e farmacêuticas.

 

Importante ratificar que todos os empregadores, sejam públicos ou privados, são obrigados a cumprirem a lei quanto ao fornecimento gratuito dos equipamentos de proteção individual aos farmacêuticos e farmacêuticas. Neste momento, o fornecimento de máscaras de proteção facial, do álcool em gel, luvas e aventais descartáveis em quantidade suficiente são primordiais à segurança mínima destes profissionais e por consequência, daqueles que estão no ambiente de trabalho.  

 

A NR 6 estabelece que o material deve ser fornecido em perfeito estado de conservação e funcionamento, quando observadas as seguintes circunstâncias:

a) Sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes de trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho;
b) Enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas e,
c) Para atender situações de emergência.

 

Cabe aos farmacêuticos cobrarem dos seus empregadores, o fornecimento de todos os Equipamentos de Proteção Individual – EPI’s, buscando o cumprimento da lei seus objetivos quanto a se evitar a contaminação pelo vírus.

Para os colegas que atuam em farmácias e drogarias, a Convenção Coletiva de Trabalho 2019/2010 – Celebrada entre o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais - Sincofarma e o Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais – Sinfarmig prevê nas clausulas 7 e 8 que:

Clausula 7ª – Fornecimento de Equipamentos

As empresas se obrigam a fornecer aos farmacêuticos (grifo nosso), no exercício de suas funções, os equipamentos necessários ao perfeito desempenho da função.

Clausula 8ª – Material de Trabalho/Uniformes

As empresas fornecerão aos empregados farmacêuticos os uniformes diferenciados necessários, em quantidades suficientes. A reposição dos mesmos deverá ser feita sempre que necessária.

Entendemos que neste momento difícil que atravessamos, é imperativo que busquemos as devidas proteções individuais e coletivas para evitarmos a expansão deste vírus, buscando a preservação da vida dos farmacêuticos e farmacêuticas e da população.

Farmacêuticos e farmacêuticas, cuidando da vida da população

Sinfarmig e Fenafar – Cuidando de quem cuida!

EDITAL DE CONVOCAÇÃOO SINDICATO DOS FARMACÊUTICOS DO ESTADO DE MINAS GERAIS, na forma estatutária, CONVOCA todos os farmacêuticos associados e interessados para ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA a realizar-se no dia 26/12/19, na sede da Entidade, situada à  Rua Tamoios, nº 462, sala 1205 – Centro – Belo Horizonte/MG, às 09:30 horas em primeira convocação e às 10:00 horas em segunda convocação, para tratar da seguinte ordem do dia: Discussão e aprovação do valor e condições de pagamento da Anuidade Social SINFARMIG/2020. Farmº Rilke Novato Públio– Diretor da Secretaria de Administração e Finanças. Belo Horizonte, 19/12/2019.

 

 

A Diretoria Executiva do  SINDICATO DOS FARMACÊUTICOS DO ESTADO DE MINAS GERAIS - SINFARMIG, entidade sindical de 1º grau, devidamente registrada no Ministério do Trabalho e Previdência Social, representante de todos os farmacêuticos do Estado de Minas Gerais, nos termos do seu Estatuto Social, CONVOCA para atender aos artigos 578, 579 e 583, da CLT, com as alterações da Lei n. 13.467/2017, TODOS os farmacêuticos associados ou não ao Sindicato para participarem da Assembleia Geral Extraordinária que será realizada no dia 26/12/2019, às 11:00 horas em primeira convocação e às 11:30 horas em segunda convocação, na sede do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais, localizada à Rua Tamoios, n. 462, 12º andar, sala 1205, Centro, na Cidade de Belo Horizonte/MG, para deliberação sobre a seguinte ordem do dia: a) Autorização da cobrança da Contribuição Sindical – exercício 2020,  dos profissionais liberais farmacêuticos; b) Autorização da cobrança da Contribuição sindical – exercício 2020 dos empregados farmacêuticos; c) Autorização para propositura da ação de cobrança/execução da contribuição sindical/2020 no caso de descumprimento dos empregadores ao atendimento do art. 582, da CLT. Belo Horizonte, 19 de dezembro de 2019 – Diretoria Executiva do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de MG.

Os farmacêuticos e técnicos em farmácia da rede de atenção à saúde da Prefeitura Municipal de Ipatinga vêm a público demonstrar sua imensa indignação e repúdio em resposta à reportagem “Desvio de medicamentos é detectado em Ipatinga e processos punitivos abertos”, publicada de forma prematura e irresponsável no portal Diario do Aço e no da Prefeitura, e em outros meios de comunicação, nos dias 03 e 04/12/2019.

A Prefeitura de Ipatinga, ao divulgar os resultados do trabalho de auditoria interna sobre as possíveis divergências na Assistência Farmacêutica do município compromete o trabalho de toda uma equipe que há anos está empenhada em assegurar um atendimento farmacêutico de qualidade no município, prezando pela saúde dos pacientes. Ao citar o suposto desvio de medicamentos, de forma generalizada,  comprometeu toda a equipe de trabalho, que passou a sofrer ataques nas redes sociais com ameaças, difamações e calúnias.

Os farmacêuticos e técnicos em farmácia das unidades de saúde suportam uma grande carga de trabalho, com filas enormes de atendimento, utilizando equipamentos inadequados em estruturas precárias e ainda tendo que lidar com a angústia e estresse de informar aos pacientes sobre falta de medicamentos essenciais aos tratamentos. Estes profissionais da ponta do serviço é que vivem o dia a dia dessa batalha entre o acesso ou não de medicamentos fundamentais à sobrevivência

 A matéria divulgada, no entanto, não informa que o desabastecimento de medicamentos na rede pública é, muitas das vezes, devido a problemas diversos com fornecedores, seja por não pagamento pelo governo municipal ou por desabastecimento de alguns medicamentos no  mercado farmacêutico. Problemas que não estão sob a responsabilidade desses profissionais, estão sendo depositadOs sobre os seus ombros. Para agravar a situação, agora estes servidores têm que lidar com a ira da população nas redes sociais, provocada por essa reportagem, no mínimo, precipitada e irresponsável.

A matéria aponta ainda a necessidade de implementação de sistema de prescrição de medicamentos em programa informatizado, mas é omissa em dizer que essa já é uma reivindicação antiga da categoria e que há anos é obrigada a refazer prescrições de outros profissionais de saúde pela falta de acesso destes à computadores ou por simplesmente ignorarem o Manual de Normas e Rotinas das Farmácias do município. E afirmamos ainda que todos os fluxos e padrões de entrega de medicamentos estão condizentes com diretrizes nacionais, bem como acordadas entre os diferentes setores da Secretaria de Saúde.

A auditoria interna deveria ter como objetivo a melhoria dos processos, e a divulgação precoce desta informação foi inconsequente e desonrosa a toda a categoria, visto que apresentou todos os funcionários relacionados à assistência farmacêutica municipal como os vilões da prefeitura.

A assistência farmacêutica vai além da compra e dispensação de medicamentos nas unidades de saúde, pois engloba o trabalho de seleção das melhores opções disponíveis no mercado, dentro do limite do orçamento do município, bem como a compra de cada comprimido, pensando na saúde das pessoas que habitam a cidade. E dispensar um medicamento não é somente entregar o que está na receita, mas também avaliar todas as informações contidas na prescrição e ao mesmo tempo atender as necessidades de saúde do paciente, um trabalho que farmacêuticos e técnicos em farmácia exercem com honra e dignidade.

Diante do exposto, face aos prejuízos causados à imagem da equipe de profissionais e técnicos em farmácia da rede de atenção à saúde do município de Ipatinga, solicitamos pronta manifestação de retratação, para bem da justiça a ser feita à equipe de trabalho, em todos os meios de divulgação em que a matéria foi veiculada.

Profissionais e técnicos em farmácia da rede de atenção à saúde do município de Ipatinga

Mais Artigos...