Uma fabulosa viagem pela história da vida e seus mistérios




The Tree of Life (0EUA, 2011)

Direção: Terrence Malick
Com: Brad Pitt, Sean Pean Jessica Chastain

Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes 2011, o filme mostra a relação entre pai e filho de uma família comum, ao longo dos séculos, desde o Big Bang até o fim dos tempos.Uma fabulosa viagem pela história da vida e seus mistérios, que culmina na busca pelo amor altruísta e o perdão.Autor  de outros filmes (Cinzas No Paraíso,1978, Além da Linha Vermelha,1998, O Novo Mundo,2005, Malick, um cineasta professor de filosofia ,é um perfeccionista intransigente, praticando a  matéria em seus filmes. O cinema no seu estado da arte!


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o trailler.





O descarte aleatório de medicamentos em desuso, vencidos ou sobras, atualmente é feito por grande parte das pessoas no lixo comum ou na rede pública de esgoto, podendo trazer como conseqüências a agressão ao meio ambiente, além de riscos à saúde.Diante do problema, o Ministério da Saúde lançou, com o apoio de entidades parceiras como a Fenafar, um hotsite cujo objetivo é manter a população informada sobre o descarte correto de medicamentos.

"Este hotsite traz dicas educativas, e alerta a população sobre o uso racional de medicamentos", aponta a diretora da Federação, Debora Mellechi, que participa da Comissão que discute a Política Nacional de Resíduos Sólidos.Acesse o hotsite e mantenha-se informado.

Fonte: Anvisa

Pesquisa de mestrado revela que é alto o gasto público com medicamentos para pessoas com plano de saúde


Quase 40% dos gastos públicos com medicamentos de alto custo em Minas Gerais beneficiam pessoas que possuem plano privado de saúde. O dado é fruto de pesquisa realizada pelo Farmacêutico Rilke Novato Públio, que acaba de defender dissertação de mestrado na Escola de Enfermagem.Orientado pela professora Edna Maria Rezende, o trabalho traça um mapa da distribuição dos chamados medicamentos excepcionais entre as 28 gerências regionais de saúde do estado e aponta a necessidade de aprofundar a discussão sobre a política de assistência farmacêutica dos planos de saúde. “Consideramos que os resultados dessa pesquisa podem oferecer importantes subsídios para gestores de serviços públicos e privados de saúde”, comenta Edna Rezende.

O Brasil fornece cerca de 100 medicamentos considerados componentes especializados da assistência farmacêutica – em geral de alto custo –, que são solicitados pelos usuários e distribuídos pelos estados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). “Alguns tratamentos podem ter custo muito elevado, chegando até R$ 25 mil por mês”, informa Públio.Entre os dados levantados na pesquisa, ele identificou que a Gerência Regional de Saúde de Belo Horizonte responde pelo maior número de solicitações (37%), além de receber pedidos de medicamentos mais caros. “Isso provavelmente ocorre porque nos grandes centros há mais informações, tanto entre quem prescreve quanto entre os usuários”, deduz.

A pesquisa de Rilke Novato baseou-se em amostra de 6.733 solicitações feitas à Secretaria da Saúde de Minas Gerais entre janeiro e junho de 2008. “Enviamos os dados dos usuários para a Agência Nacional de Saúde (ANS), que identificou, entre eles, 31% que tinham planos privados”, conta o farmacêutico.



Os dados também revelam que no período estudado a regional de Montes Claros solicitou o maior percentual de medicamentos para tratamento de doenças de pele, enquanto a de Varginha recebeu mais remédios para problemas osteomusculares e a de Juiz de Fora para o sistema nervoso. Segundo o pesquisador, as informações coincidem com dados do censo demográfico e com a literatura.

Eles apontam, por exemplo, que a população de Montes Claros tem maior percentual de jovens do sexo masculino que, em geral, fazem tratamento para acne; Varginha tem mais mulheres, segmento que utiliza mais medicamentos para osteoporose; e Juiz de Fora possui população idosa acima da média do país, o que aumenta o consumo de remédios para combater enfermidades do sistema nervoso, como demências.

Custo elevado

Segundo Rilke Novato, os medicamentos distribuídos pelo SUS são divididos em três linhas: os básicos, de responsabilidade dos municípios; os estratégicos, fornecidos pelo Ministério da Saúde; e os excepcionais, cujos custos são cobertos em maior proporção pelo Ministério da Saúde e pelas secretarias estaduais. Os medicamentos básicos tratam as patologias mais comuns, como hipertensão, diabetes e verminoses; os estratégicos são voltados para doenças que podem pôr a população em risco, como tuberculose, hanseníase, leishmaniose e malária; e os componentes especializados da assistência farmacêutica, ou excepcionais, são utilizados no tratamento de doenças raras ou de custo elevado.

O farmacêutico explica que na década de 1980 a lista se compunha de apenas 15 medicamentos, fornecidos, sobretudo, a pacientes transplantados. Ao longo dos anos, outros tratamentos foram incluídos – como as terapias anti-HIV – e em 2008 a relação alcançou o número atual de 107 medicamentos.

O pesquisador conta que em alguns casos o tratamento pode durar anos, o que o torna extremamente caro. “Mas se o paciente deixa de usar o medicamento, o quadro pode se agravar, levando inclusive à necessidade de gastos com internação”, adverte. Tal realidade demonstra, segundo Rilke Novato, que a definição de uma política de assistência farmacêutica – que inclui o custeio de medicamentos estratégicos – é de interesse também dos planos privados de saúde, já que a lei 9.656/98, em seu artigo 12, determina que essas instituições privadas ofereçam cobertura aos gastos com medicamentos para seus pacientes internados em hospitais.

O farmacêutico aponta uma contradição na lei, cujo artigo 10 não determina tal cobertura para os mesmos medicamentos quando usados no domicílio do paciente. “Isso é absurdo, porque a necessidade continua, às vezes por vários anos”, comenta.

Embora não proponha que o Estado deixe de fornecer esses medicamentos a pessoas que possuem planos privados, Rilke Novato sugere que haja discussão em torno do tema. Ele comenta que a maioria dos planos privados desenvolve ações de prevenção de agravos e de promoção de saúde, ao estimular os pacientes a fazer caminhadas e a participar de grupos de apoio para determinadas patologias.

“O raciocínio deveria ser o mesmo no que se refere aos medicamentos excepcionais, pois é também de interesse dos planos privados que seus associados mantenham o tratamento, para evitar custos mais altos com agravos que possam levar a internações ou mesmo a intervenções cirúrgicas”, afirma.

Fonte: Boletim UFMG | Ana Rita Araújo

Especialistas irão falar sobre medicamentos vencidos, questões de saúde e ambientais

 


Dando continuidade às comemorações de 30 anos do SINFARMIG, no próximo dia 25 de agosto (quinta-feira), às 19h, em Belo Horizonte, será realizada a mesa redonda “Descarte de Medicamentos”, com a presença da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e as Vigilâncias Sanitárias Municipal e Estadual.

O evento tem o objetivo de orientar os profissionais acerca da importância de descartar medicamentos vencidos, evitando assim danos à saúde da população e eventuais impactos ambientais.Também será abordado na atividade a “Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS),” instituída em 2010 pela Lei 12.305/2010. Representantes de diferentes áreas técnicas foram convidados para elucidar o tema que envolve a saúde pública e o meio ambiente.

Para se inscrever, basta enviar nome completo para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. As inscrições são gratuitas e abertas a todos os profissionais interessados.

Serviço

Mesa Redonda: Descarte de Medicamentos e Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)
Data: 25 de agosto (quinta-feira, às 19h)
Local: Hotel Royal Center (Rua Rio Grande do Sul, 856 – Lourdes – Belo
Horizonte/MG) – Em frente ao Terminal JK, esq. com Av. Amazonas

PROGRAMAÇÃO

19h: Abertura
Farmº Rilke Novato Públio
Diretor do Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais – SINFARMIG

19h20: Palestra

Cristiane Yamamoto Dutra
Especialista em Regulação e Vigilância
Sanitária – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa

19h40: Palestra

Rogério de Oliveira Queiroz
Serviço de Qualidade, Biossegurança e Ambiente – Centro de Pesquisa René Rachou - Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz-MG

20h: Palestra

Fernanda Peixoto Sepe Melo
Especialista em Políticas e Gestão da Saúde – Autoridade Sanitária
(Diretoria de Vigilância de Medicamentos e Congêneres da Vigilância
Sanitária do Estado de Minas Gerais

20h20: Palestra

Paulo Nogueira
Fiscal Sanitário – Vigilância Sanitária Municipal de Belo Horizonte

20h40: Debate

22h: Encerramento

O 2º Encontro Regional, realizado em 12 de agosto, na Região Metropolitana de Vitória, apontou a necessidade de se garantir plenamente os direitos sociais previstos na Constituição de 1988


Aconteceu em 12 de agosto, na cidade de Vila Velha, Região Metropolitana de Vitória/ES, o segundo encontro da série programada pela CNTU para 2011, que culminará com um evento nacional no dia 18 de novembro próximo, em São Paulo.Sob o tema “Reforma da administração pública, serviços públicos e aposentadoria”, a atividade na capital capixaba reuniu profissionais de todo o Brasil e colocou foco na necessidade de resgatar o papel do Estado previsto na Constituição de 1988.

“A CNTU está investindo no debate que visa fazer um país para 200 milhões de brasileiros”, afirmou Allen Habert, diretor de articulação nacional da entidade, no início do evento. “Nosso objetivo é seguir no caminho das discussões programáticas, visando qualidade de vida e desenvolvimento”, confirmou o presidente da confederação Murilo Pinheiro.A sessão abertura também foi prestigiada pelos presidentes das federações dos economistas, farmacêuticos, médicos e odontologistas, respectivamente Juarez Trevisan, Célia Chaves, Cid Carvalhaes e Welington Mello, além do secretário estadual de Saúde do Espírito Santo, José Tadeu Marino.

Dando início às palestras, o presidente da Fundação Escola de Governo de Santa Catarina, Rubens Araújo de Oliveira, assinalou os níveis nos quais seriam necessárias mudanças na administração do Estado brasileiro: institucional-legal, para remoção dos obstáculos de natureza constitucional e de outros ordenamentos; cultural, para substituir o excesso de burocracia por uma nova dinâmica gerencial; de gestão, para implementação de instrumentos mais adequados à atualidade; e de governança, para promover a capacidade de formulação e implementação de políticas públicas.

Ainda segundo sua explanação, tais arranjos teriam como objetivos, entre outros, “reforçar o conceito de cidadania, focar na universalidade e igualdade, incrementar a qualidade e quantidade de serviços e dar ênfase ao controle social”.



Araújo criticou também as reformas implementadas na década de 90 na esteira da onda neoliberal, que se pautaram pela redução de custos.  “O pano de fundo foi substituir o Estado produtor pelo regulador, mas ele deve ser ainda o grande promotor da igualdade”, afirmou. Para ele, dar fim às injustiças que mantêm parcela da população em condições de vida inaceitáveis é função do setor público e não pode ser deixada ao mercado, “que não atenderá essas pessoas”.

Serviço público

O grande desafio de assistir a população com serviços públicos de qualidade foi tema da palestra da economista Ceci Juruá, que propugnou pelo fortalecimento do papel do Estado. “Há diferenças quando o serviço é prestado por esse ou pela iniciativa privada, a noção do que é justo não é a mesma.” Portanto, defendeu ela, é preciso “extirpar a lógica mercantil do serviço público e limitar a taxa de lucros”.Além de acusar a exorbitância de ganhos das empresas, Juruá desmontou o que considera a falácia da excessiva carga tributária nacional, necessária ao financiamento dos serviços públicos. “A líquida é de 15% do PIB (produto interno bruto), muito baixa em vista do que se exige do Estado”, afirmou.  “A bruta é de 36%, mas o nosso PIB per capita é muito baixo, só somos o décimo do mundo porque a população é grande”, ponderou.

A economista concluiu: “O povo espera justiça, vida digna e trabalho.” Para ela, a possibilidade de atingir tal meta está na manutenção do espírito da Constituição de 1988, “elaborada a cada linha pelos movimentos sociais” e de espaços democráticos importantes, como os processos de conferências nacionais.

Aposentadoria

O caráter cidadão do sistema de direitos instituído pela Carta Magna foi o mote de Jorge Abrahão de Castro, diretor de estudos e políticas sociais do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), para falar sobre a previdência social. “É uma estrutura de proteção invejável a outros países, construída pela sociedade brasileira, que resistiu ao desmonte do Estado”, ressaltou. Segundo ele, um exemplo fundamental é a garantia de renda ao trabalhador do campo, independentemente da contribuição.



 Farmacêuticos marcam presença em Vitória/ES

“A sociedade sancionou 8 milhões de aposentadorias rurais; essa previdência é o grande programa de cidadania para esse conjunto da população”, elogiou. “O Brasil é um país altamente desigual, mas esses sistemas caminham no sentido de quebrar essas desigualdades. Fato preponderante para a queda da pobreza é o Regime Geral da Previdência Social, que, se extinto, ampliaria a pobreza extrema em 20 milhões de pessoas”, completou.Dispondo de um regime “com déficit em queda e sem grandes desequilíbrios”, Castro vê como grande desafio do País tornar o benefício universal. “Quarenta por cento da população trabalhadora está fora do sistema. É o nosso grande dilema”, apontou.

Tratando do mesmo tema, José dos Santos Pereira, diretor do Instituto de Previdência do Estado do Acre, traçou um panorama geral do sistema previdenciário no Brasil. Abordando os regimes geral, próprio (dos servidores públicos) e complementar, apontou as mudanças ocorridas nas últimas décadas e destacou a dimensão do sistema atualmente. Pelos números de junho último, são atendidos mais de 28 milhões de beneficiários, somando R$ 20,9 bilhões em  pagamentos de aposentadorias, pensões e auxílios diversos.

Mobilização

O evento teve a participação de economistas, engenheiros, farmacêuticos, médicos, nutricionistas e odontologistas de  todas as regiões do Brasil, que, ao longo dos debates, elaboraram a “Carta de Vitória”, lida pela diretora da CNTU, Maruza Carlesso, que coordenou a organização do encontro. No documento, a entidade propõe um resgate da cidadania, baseada na efetivação dos direitos previstos na Constituição.

Fonte: CNTU

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