Campanha Salarial 2018 – Farmácias, Drogarias e Distribuidoras 

 

Causou perplexidade aos farmacêuticos a ausência do Sindicato do Comércio Varejista de Minas Gerais – Sincofarma/MG na reunião de mediação agendada para esta quinta-feira, 19/07, às 14 horas, na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE). 

 

O Sinfarmig compareceu a reunião, mas não foi possível resolver o impasse em função da falta dos patrões ao compromisso. O mediador da SRTE apresentou ao Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais – Sinfarmig uma correspondência eletrônica do Sincofarma requerendo prorrogação da mediação.

 

A expectativa do Sinfarmig ao solicitar a audiência era firmar o acordo para a celebração da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2018. Entretanto, os profissionais com data-base em 1º de março terão de esperar ainda mais para finalizar a campanha salarial já que os representantes da entidade patronal não compareceram à mediação. 

 

A diretora do Sinfarmig, Júnia Lelis, alerta a categoria para que permaneça forte apesar da atual conjuntura. Para ela, a Reforma Trabalhista tem como foco desequilibrar as relações, beneficiando apenas o empregador e impondo aos profissionais uma condição análoga à escravidão. Para garantir isso, usa a estratégia de esvaziar os sindicatos. 

 

Segundo ela, mais do que nunca o único caminho é fortalecer o Sinfarmig para garantir a manutenção dos direitos conquistados ao longo dos últimos anos. “Somente mobilizados os farmacêuticos alcançarão novas vitórias”, afirmou. Uma nova reunião foi redesignada pela SRTE para o dia 06/08/2018 às 8h30.

 

 

 

Fonte: Sinfarmig

 

Publicado em 20/07/18

 

 

A próxima quinta-feira, 19 de julho, às 14hs, será de expectativa para os farmacêuticos que aguardam uma resposta para a campanha salarial 2018. Está agendada para essa data uma reunião de negociação coletiva mediada pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) entre o Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais – Sinfarmig e o Sindicato do Comércio Varejista de Minas Gerais – Sincofarma/MG 

Após três reuniões sem sucesso e vários impasses com o patronal o Sinfarmig pediu ajuda ao Ministério do Trabalho para avançar e formalizar a Convenção Coletiva de Trabalho – CCT referente a 2018.

Após décadas de negociação, esta é a primeira vez que o Sinfarmig aciona a SRTE em uma negociação com o Sincofarma.  Esperamos que a entidade patronal se sensibilize e atenda as nossas justas reivindicações afirmou a diretora Júnia Lelis.

 

Serviço:

Data/horário: 19 de julho de 2018 – 14h 

Local: Ministério do Trabalho Rua Curitiba 

Centro - Belo Horizonte/MG

 

 Fonte:  Sinfarmig

Publicada em 17/07/2018

 

 

Nesta segunda-feira, 16/07, foi realizada a primeira rodada de negociação coletiva entre o Sindicato dos Farmacêuticos de Minas – Sinfarmig e o Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde de Minas Gerais-Sindhomg.

 A proposta da entidade patronal foi de reajuste 1,76% para os farmacêuticos hospitalares com pagamento retroativo à data-base, 1º de junho e manutenção da Convenção anterior.

 O Sinfarmig insistiu na fixação de um piso salarial para os farmacêuticos hospitalares e afirmou que é a única forma de garantir uma remuneração minimamente digna para os profissionais da área, contudo o Sindhomg negou a maior reivindicação da categoria.

 Diante dessa posição de desconsiderar toda a pauta de reivindicações, o Sinfarmig convoca os farmacêuticos hospitalares para avaliar a campanha salarial e definir outras estratégias de negociação. Como encaminhamento também será solicitada uma reunião no Ministério Público com data a definir 

  

Fonte: Sinfarmig

Publicado em 16/07/18

 

 

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) recomendou ao Ministério Público Federal a inconstitucionalidade das mudanças propostas pelo Projeto de Lei nº 6.299/2002, que quer modificar a lei nº 7.802/1989. A mudança concentra no Ministério da Agricultura o mandato sobre os agrotóxicos registrados no Brasil, enquanto o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deverão, se o PL for aprovado, apenas homologar as decisões governamentais.

De acordo com a recomendação, “a 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (1ª CNVS) aprovou a necessidade de fortalecer e articular o Sistema de Vigilância em Saúde envolvendo os diversos setores da saúde, da agricultura, do trabalho, do meio ambiente e do Ministério Público para abordar o uso indiscriminado de agrotóxicos assegurando sanções penais aos infratores”. Porém, o PL não leva em consideração as demandas construídas pela sociedade civil durante o evento de participação social que resultou na Política Nacional de Vigilância em Saúde.

 

Foto: O Globo

Ascom CNS

 

 

O grupo de pesquisa "Políticas e Serviços Farmacêuticos" da Universidade Federal de Santa Catarina convida a todos para o Workshop Internacional “Acesso a medicamentos: Da propriedade intelectual à incorporação nos sistemas de saúde".

 

Data: 06 e 07 de agosto 

 

Onde: Florianópolis/UFSC/Centro de Ciências e Saúde

 

Inscrições: https://fap6.fapeu.org.br/scripts/fapeufap.pl/swfwfap450

 

Informações adicionais: https://1drv.ms/b/s!AlF2K7q7t4N6eodMDXsfPYKI_ws

 

 

Na Câmara dos Deputados, em Brasília, tramita o Projeto de Lei nº 9.482/2018, de autoria do deputado federal Ronaldo Martins (PRB/CE), que quer autorizar a venda de medicamentos em supermercados sem prescrição médica. A aprovação desse PL pode gerar diversos danos à população por conta da automedicação, além do incentivo à cultura medicamentosa. Por esse motivo, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) aprovou nesta sexta (13/07) uma recomendação contra o PL.

De acordo com a recomendação destinada ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), “tal medida representa um retrocesso em todas as políticas públicas instituídas na área da saúde, em especial as que buscam organizar e promover o uso racional de medicamentos”. A recomendação foi aprovada durante a 307ª Reunião Ordinária do CNS, ocorrida em Brasília.

Foto: Panorama Farmacêutico

Ascom CNS

 

 

 

O número de vagas autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC) para a graduação a distância, em cursos na área de saúde, já totaliza 690 mil.

São 244 turmas oferecidas por diversas universidades, em todo o país, onde os estudantes podem cursar Biomedicina, Medicina Veterinária, Enfermagem, Farmácia, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Biologia, Terapia Ocupacional, Educação Física, Nutrição ou Serviço Social sem sair de casa.

Para presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Ronald dos Santos, a decisão do MEC, ao autorizar indiscriminadamente a modalidade de Ensino a Distância (EaD) para cursos de graduação na área de saúde, é um ataque sobre os interesses de toda a sociedade brasileira.

“Os estudantes desses cursos necessitam de formação presencial pois, além de aprender conteúdos teóricos eles precisam desenvolver habilidades e atitudes que não podem ser adquiridas à distância. Todos saímos perdendo, o futuro profissional e o futuro paciente”, avalia.

A formação profissional para alguns destes cursos inclui técnicas seguras de manipulação de instrumentos/equipamentos, administração de medicamentos, introdução de sondas, além de trabalho em equipe, comunicação, empatia e capacidade de escuta.

Através da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos e Relações de Trabalho (CIRHRT), o CNS vem realizando diversas ações para impedir essa prática. Entre elas, a mobilização junto às associações de ensino, conselhos e federações profissionais e executivas estudantis para a construção de uma Nota Pública contrária a EaD nos cursos de graduação na área da saúde, que já recebeu a assinatura de 54 entidades.

O colegiado também tem discutido o assunto em audiências públicas na Câmara dos Deputados e Senado Federal, onde tem sido apoiado por parlamentares que desaprovam a decisão do MEC. Entre eles, a deputada Alice Portugal (PCdoB/BA) e o deputado Mandetta (DEM/MS), autora e relator do Projeto de Lei (PL) nº 5414/2016, que proíbe o incentivo do desenvolvimento e veiculação de programas de ensino à distância em curso da área de saúde.

Cursos de Graduação e Vagas Autorizadas na modalidade EaD pelo Ministério da Educação (MEC)

Curso Cursos Vagas autorizadas

Educação Física 75 170.783

Serviço social 49 162.314

Nutrição 26 78.109

Enfermagem 10 77.830

Fisioterapia 24 58.580

Farmácia 19 56.800

Biomedicina 15 45.489

Medicina Veterinária 5 19.380

Biologia 17 18.485

Fonoaudiologia 2 1.700

Terapia ocupacional 2 700

 

Fonte: Sistema e-MEC: http://emec.mec.gov.br/emec/nova#avancada

Fonte: CNS

Publicado em 09/07/2018

 

 

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